O MUNDO FICOU ESTARRECIDO

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Publicada em 25/09/2019 às 22:40:00

 

* Rômulo Rodrigues
Perplexidade é a palavra mais adequada para ler os semblantes de todos os presentes que ouviram um discurso, talvez o pior da História, retrato de um governo de destruição que tenta enganar o mundo dizendo que está construindo, ignorando a realidade do desastre a que seu governo vem submetendo o Brasil, que já deixa muitos fascistas em polvorosa vendo os recentes acontecimentos que estão indo na contramão do vergonhoso discurso desta terça feira.
O homem que parecia ser o sustentáculo do Bozo junto a Trump foi defenestrado: John Bolton levou um sonoro pé na bunda lá na Casa Branca.
Depois da queda de Silvani na Itália e da prenunciada derrota de Macri na Argentina, veio a notícia mais dramática, Benjamin saiu derrotado nas eleições em Israel.
Em contrapartida, 21 de Setembro, Lula recebeu as visitas de Chico Buarque, da jurista Carol Proner, Celso Amorim e do futuro presidente da Argentina, Alberto Fernández; com status de Chefe de Estado.
Bolsonaro relutou muito até ser forçado a ir fazer o discurso que por tradição é do Brasil, para nos envergonhar lendo o que foi redigido pelo escroque Steve Benson, a mando de Olavo de Carvalho.
A diferença para os presidentes petistas é gritante, no grau de importância, Lula tem falado e falará para a imprensa do mundo inteiro, enquanto ele só tem espaço no SBT, Band e Record.
Já na Economia de Especulação, palco para agiotas de mercado, uma equação de Matemática Financeira em que com a redução da Taxa Selic, poderá quebrat a Globo.
Ao ver que na quarta feira do jogo Internacional contra Atlético do Paraná, o JN foi reduzido em 15 minutos e a novela do Bolo da Maria da Paz foi exibida na íntegra, dá para ver que mentir para manter o gado pastando, está perdendo importância.
Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas o sinal de alerta deve estar aceso lá na toda poderosa fábrica de ilusões; afinal, depois de gastar 13 horas de Jornal Nacional massacrando Lula, nos últimos 2 anos, vê-lo agigantar-se perante o mundo, com certeza, tem trazido muito prejuízo para a família Marinho, ao ponto de a perda crescente de clientes já faz com que a arrecadação com anúncios não cubra a folha de pagamentos, tendo que cobrir o rombo com os juros de aplicações financeiras, que estão ameaçadas pela Selic.
Claro que Bolsonaro é uma figura ridícula, tosca, caquética, insignificante para o mundo conforme o desprezo com que foi tratado na ONU, após fugir covardemente da reunião do clima que foi realizada na véspera da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Os comparativos são de deixar os líderes mundiais perplexos. Como pode um País da importância do Brasil, que nas últimas assembleias fez aberturas com Lula e Dilma, mandar um espantalho representa-lo no maior evento mundial de Chefes de Estado.
Enquanto Lula e Dilma usaram o enorme prestígio do Brasil para pautar a agenda da assembleia para questões importantes como: clima, meio ambiente, combate à pobreza, desenvolvimento sustentável, soberania e a paz mundial. A Coisa chega com um discurso de fundo de quintal, fora do contexto, redigido por Steve Bannon e, ainda por cima, todo melado com o sangue de uma menina de oito anos assassinada por um tiro de fuzil, partido do helicóptero do seu fiel seguidor, governador Witzel.
O que o bolsonarismo fez com Àgatha, passou de todos os limites da crueldade. Um tiro de fuzil disparado contra uma Kombi foi capaz de dilacerar os órgãos vitais da menina, ao ponto de nenhum deles servir para doação como queria a mãe.
O gesto de grandeza humana da família, tentando perpetuar sua criança, em outras crianças e adultos, mesmo não sendo possível, se impõe enquanto civilidade, sobre o crime organizado de estado, do governo do Rio de Janeiro.
O componente do rebanho, corresponsável pelo constante assassínio praticado pela polícia contra os pobres e pretos, jamais vai se indignar com o assassinato da menina Àgatha. Afinal, a indignação dele foi gasta quando jovens da comunidade dela e da vizinhança entraram nas universidades.
Os ataques ao ator Fábio Assunção, após ida ao enterro e as agressões de um policial militar. Youtuber, bolsonarista, filiado ao PSL e liberado das atividades militares para servir no gabinete de um Deputado Estadual do PSL, por si só, caracteriza a degradação moral que guia o comportamento da força coercitiva do Estado do Rio de Janeiro, sob o comando de um ex-juiz sociopata.
O retrato deste Brasil combalido pelo ódio está estampado no vexame de um Presidente isolado e desmoralizado internacionalmente na ligeira passagem por Nova York.
Ignorado por presidentes, Chefes de Estado e líderes de peso de todo o mundo, restou ir jantar com sua conja numa pizzaria nova-iorquina, onde sequer foi notado.
Está pintado o quadro: enquanto Lula dá entrevistas para os maiores jornais, revistas e redes de televisão do mundo inteiro e Dilma é aplaudida de pé em Sorbone, na França, Bozo é evitado como se fosse uma praga.
Dignidade é com a família de Ágatha que enjeitou a ajuda financeira ofertada pelo assassino Witzel,
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Perplexidade é a palavra mais adequada para ler os semblantes de todos os presentes que ouviram um discurso, talvez o pior da História, retrato de um governo de destruição que tenta enganar o mundo dizendo que está construindo, ignorando a realidade do desastre a que seu governo vem submetendo o Brasil, que já deixa muitos fascistas em polvorosa vendo os recentes acontecimentos que estão indo na contramão do vergonhoso discurso desta terça feira.
O homem que parecia ser o sustentáculo do Bozo junto a Trump foi defenestrado: John Bolton levou um sonoro pé na bunda lá na Casa Branca.
Depois da queda de Silvani na Itália e da prenunciada derrota de Macri na Argentina, veio a notícia mais dramática, Benjamin saiu derrotado nas eleições em Israel.
Em contrapartida, 21 de Setembro, Lula recebeu as visitas de Chico Buarque, da jurista Carol Proner, Celso Amorim e do futuro presidente da Argentina, Alberto Fernández; com status de Chefe de Estado.
Bolsonaro relutou muito até ser forçado a ir fazer o discurso que por tradição é do Brasil, para nos envergonhar lendo o que foi redigido pelo escroque Steve Benson, a mando de Olavo de Carvalho.
A diferença para os presidentes petistas é gritante, no grau de importância, Lula tem falado e falará para a imprensa do mundo inteiro, enquanto ele só tem espaço no SBT, Band e Record.
Já na Economia de Especulação, palco para agiotas de mercado, uma equação de Matemática Financeira em que com a redução da Taxa Selic, poderá quebrat a Globo.
Ao ver que na quarta feira do jogo Internacional contra Atlético do Paraná, o JN foi reduzido em 15 minutos e a novela do Bolo da Maria da Paz foi exibida na íntegra, dá para ver que mentir para manter o gado pastando, está perdendo importância.
Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas o sinal de alerta deve estar aceso lá na toda poderosa fábrica de ilusões; afinal, depois de gastar 13 horas de Jornal Nacional massacrando Lula, nos últimos 2 anos, vê-lo agigantar-se perante o mundo, com certeza, tem trazido muito prejuízo para a família Marinho, ao ponto de a perda crescente de clientes já faz com que a arrecadação com anúncios não cubra a folha de pagamentos, tendo que cobrir o rombo com os juros de aplicações financeiras, que estão ameaçadas pela Selic.
Claro que Bolsonaro é uma figura ridícula, tosca, caquética, insignificante para o mundo conforme o desprezo com que foi tratado na ONU, após fugir covardemente da reunião do clima que foi realizada na véspera da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Os comparativos são de deixar os líderes mundiais perplexos. Como pode um País da importância do Brasil, que nas últimas assembleias fez aberturas com Lula e Dilma, mandar um espantalho representa-lo no maior evento mundial de Chefes de Estado.
Enquanto Lula e Dilma usaram o enorme prestígio do Brasil para pautar a agenda da assembleia para questões importantes como: clima, meio ambiente, combate à pobreza, desenvolvimento sustentável, soberania e a paz mundial. A Coisa chega com um discurso de fundo de quintal, fora do contexto, redigido por Steve Bannon e, ainda por cima, todo melado com o sangue de uma menina de oito anos assassinada por um tiro de fuzil, partido do helicóptero do seu fiel seguidor, governador Witzel.
O que o bolsonarismo fez com Àgatha, passou de todos os limites da crueldade. Um tiro de fuzil disparado contra uma Kombi foi capaz de dilacerar os órgãos vitais da menina, ao ponto de nenhum deles servir para doação como queria a mãe.
O gesto de grandeza humana da família, tentando perpetuar sua criança, em outras crianças e adultos, mesmo não sendo possível, se impõe enquanto civilidade, sobre o crime organizado de estado, do governo do Rio de Janeiro.
O componente do rebanho, corresponsável pelo constante assassínio praticado pela polícia contra os pobres e pretos, jamais vai se indignar com o assassinato da menina Àgatha. Afinal, a indignação dele foi gasta quando jovens da comunidade dela e da vizinhança entraram nas universidades.
Os ataques ao ator Fábio Assunção, após ida ao enterro e as agressões de um policial militar. Youtuber, bolsonarista, filiado ao PSL e liberado das atividades militares para servir no gabinete de um Deputado Estadual do PSL, por si só, caracteriza a degradação moral que guia o comportamento da força coercitiva do Estado do Rio de Janeiro, sob o comando de um ex-juiz sociopata.
O retrato deste Brasil combalido pelo ódio está estampado no vexame de um Presidente isolado e desmoralizado internacionalmente na ligeira passagem por Nova York.
Ignorado por presidentes, Chefes de Estado e líderes de peso de todo o mundo, restou ir jantar com sua conja numa pizzaria nova-iorquina, onde sequer foi notado.
Está pintado o quadro: enquanto Lula dá entrevistas para os maiores jornais, revistas e redes de televisão do mundo inteiro e Dilma é aplaudida de pé em Sorbone, na França, Bozo é evitado como se fosse uma praga.
Dignidade é com a família de Ágatha que enjeitou a ajuda financeira ofertada pelo assassino Witzel,

* Rômulo Rodrigues é militante político