Sobre Milton Andrade

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O ex-deputado federal André Moura (PSC) será o novo secretário chefe da Casa Civil do governo Wilson Witzel (PSC-RJ). Com pouco mais de três meses à frente da Representação do Governo do Rio em Brasília, André substituirá o atual secretário da Casa Civil,
O ex-deputado federal André Moura (PSC) será o novo secretário chefe da Casa Civil do governo Wilson Witzel (PSC-RJ). Com pouco mais de três meses à frente da Representação do Governo do Rio em Brasília, André substituirá o atual secretário da Casa Civil,

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Publicada em 25/09/2019 às 22:36:00

 

A coluna ontem fez uma análise sobre a po
sição do ex-candidato a governador Milton 
Andrade (NOVO) ter recusado entregar documento ao governo Bolsonaro para sua nomeação como superintendente regional da Codevasf, por indicação política do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).
Mostrou que em 2018 o empresário Milton e o delegado de polícia Alessandro decidiram disputar uma eleição majoritária com a bandeira do novo e da renovação política.  Com Alessandro chegando a enfatizar que era preciso acabar com a "velha política" e com a "política do toma-lá-da-cá".
Enfatizou que hoje como senador eleito e com nove meses de mandato, o Alessandro está agindo bem diferente do seu discurso. Diz que é defensor da nova política, mas negocia cargos com o governo Bolsonaro que, de acordo com as especulações, seria o da Codevasf em troca de voto a favor da reforma da previdência.
Destacou que essas especulações pareciam verdadeiras com a postagem, nas redes sociais, de Milton Andrade falando que recebeu telefonemas de Brasília solicitando sua documentação para nomeação como superintendente da Codevasf e que conversou com o senador Alessandro e disse que não aceitou o cargo.  Isso às vésperas da votação da reforma da Previdência no Senado.
A coluna finalizou dizendo Milton seguia com sua coerência ao não aceitar a indicação política para assumir um importante cargo federal, que é cobiçado por muitos políticos de Sergipe. Que foi uma atitude bem diferente do Alessandro Vieira.
Por falar, no final, da coerência de Milton Andrade, a coluna recebeu ontem telefonemas e zaps discordando disso. Todos colocando que tanto o empresário quanto o delegado senador não têm coerência alguma, são um "engodo", uma "falácia".
Lembraram que Milton, em fevereiro passado, chegou a aceitar que o Alessandro indicasse seu nome para a Codevasf regional. E que, agora, só não aceitou o convite por medo de tomar outro tombo, já que em fevereiro passado a bancada federal bateu firme dizendo que não aceitava seu nome para o cargo, não pela sua pessoa, mas por ser indicação do senador que durante reunião da bancada para discutir cargos no governo Bolsanaro no estado, se retirou dizendo que não tinha interesse em qualquer indicação, que seria independente.
Lembraram que Alessandro saiu da reunião de negociação de cargos e fez acordo com o ministro Onyx Lorenzone (Casa Civil), sendo, inclusive, articulador da eleição de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado. Enfatizaram que Alessandro negociou, inclusive, votar a favor da reforma da previdência e da indicação do filho de Bolsonaro para ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos, e o Milton Andrade aceitou.
Foi colocado ainda que ao dizer agora publicamente que não aceitaria a Codevasf, o Milton só quis melhorar a sua imagem desgastada de ter aceitado o cargo e ter tido seu nome vetado pela grande maioria da bancada federal.
"Gato escaldado tem medo de água fria. Miltinho já tomou um tombo na primeira indicação e não quer tomar o segundo. Miltinho livre, leve e solto!", chegou a declarar o amigo ex-deputado federal João Fontes.
Feito o registro das observações de alguns leitores sobre Milton Andrade.

A coluna ontem fez uma análise sobre a po sição do ex-candidato a governador Milton  Andrade (NOVO) ter recusado entregar documento ao governo Bolsonaro para sua nomeação como superintendente regional da Codevasf, por indicação política do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).
Mostrou que em 2018 o empresário Milton e o delegado de polícia Alessandro decidiram disputar uma eleição majoritária com a bandeira do novo e da renovação política.  Com Alessandro chegando a enfatizar que era preciso acabar com a "velha política" e com a "política do toma-lá-da-cá".
Enfatizou que hoje como senador eleito e com nove meses de mandato, o Alessandro está agindo bem diferente do seu discurso. Diz que é defensor da nova política, mas negocia cargos com o governo Bolsonaro que, de acordo com as especulações, seria o da Codevasf em troca de voto a favor da reforma da previdência.
Destacou que essas especulações pareciam verdadeiras com a postagem, nas redes sociais, de Milton Andrade falando que recebeu telefonemas de Brasília solicitando sua documentação para nomeação como superintendente da Codevasf e que conversou com o senador Alessandro e disse que não aceitou o cargo.  Isso às vésperas da votação da reforma da Previdência no Senado.
A coluna finalizou dizendo Milton seguia com sua coerência ao não aceitar a indicação política para assumir um importante cargo federal, que é cobiçado por muitos políticos de Sergipe. Que foi uma atitude bem diferente do Alessandro Vieira.
Por falar, no final, da coerência de Milton Andrade, a coluna recebeu ontem telefonemas e zaps discordando disso. Todos colocando que tanto o empresário quanto o delegado senador não têm coerência alguma, são um "engodo", uma "falácia".
Lembraram que Milton, em fevereiro passado, chegou a aceitar que o Alessandro indicasse seu nome para a Codevasf regional. E que, agora, só não aceitou o convite por medo de tomar outro tombo, já que em fevereiro passado a bancada federal bateu firme dizendo que não aceitava seu nome para o cargo, não pela sua pessoa, mas por ser indicação do senador que durante reunião da bancada para discutir cargos no governo Bolsanaro no estado, se retirou dizendo que não tinha interesse em qualquer indicação, que seria independente.
Lembraram que Alessandro saiu da reunião de negociação de cargos e fez acordo com o ministro Onyx Lorenzone (Casa Civil), sendo, inclusive, articulador da eleição de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado. Enfatizaram que Alessandro negociou, inclusive, votar a favor da reforma da previdência e da indicação do filho de Bolsonaro para ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos, e o Milton Andrade aceitou.
Foi colocado ainda que ao dizer agora publicamente que não aceitaria a Codevasf, o Milton só quis melhorar a sua imagem desgastada de ter aceitado o cargo e ter tido seu nome vetado pela grande maioria da bancada federal.
"Gato escaldado tem medo de água fria. Miltinho já tomou um tombo na primeira indicação e não quer tomar o segundo. Miltinho livre, leve e solto!", chegou a declarar o amigo ex-deputado federal João Fontes.
Feito o registro das observações de alguns leitores sobre Milton Andrade.

Ponto de vista

Em uma roda política ontem foi consensuado que o objetivo maior do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) em querer emplacar o ex-candidato a governador Milton Andrade (NOVO) como superintendente regional da Codevasf é tirar ele do seu caminho político já nas eleições 2020, para que possa montar chapa para prefeito de Aracaju com a vereadora Emília Correa (Patriota) e o ex-vereador Dr Emerson (Cidadania). Foi pontuado que ele já tirou a delegada Daniele Garcia do caminho, com um cargo que ocupa em Brasília que ninguém sabe o que faz.

Zombaria

Foi colocado ainda na roda política, em tom de chacota: "Bem a cara do governo Bolsonaro: Milton Andrade foi demitido antes de ser nomeado superintendente regional da Codevasf".

Esperando parecer

O presidente interino da Câmara Municipal de Canindé do São Francisco, Nailson Marinho (PP), ainda não sabe como ocorrerá a eleição para escolha do novo prefeito do município com o impeachment de Edvaldo da Farmácia. Revelou à coluna que aguarda um parecer da assessoria jurídica da Casa sobre o que trata a Lei Orgânica do Município.

Em caso de eleição indireta

Declarou Nailson que seguirá à risco o que diz a Lei Orgânica do Município: se a eleição será direta ou indireta. Adiantou que se o pleito for indireto quem desejar se candidatar a prefeito de Canindé fará o registro da candidatura, mas serão os 11 vereadores que vão escolher o novo gestor entre os nomes registrados.

Exonerados ...

O prefeito interino de Canindé desde a última terça-feira, presidente licenciado da Câmara Weldo Mariano (PRB), exonerou todos os secretários municipais da gestão de Edvaldo da Farmácia no mesmo dia que assumiu o mandato.

...e empossados

Ontem à tarde já aconteceu a posse dos novos secretários municipais para os próximos três meses, quando deve ser eleito o novo prefeito de Canindé. Foram empossados sete secretários: Genilson Gomes (Saúde), Pedro César (Finanças), Beto Vieira (Obras), Leila (Bem Estar Social), Evaldo Marinho (Educação), Gicélio (Agricultura) e Raquel Carvalho (Turismo, Agricultura e Esporte).    

Curiosidade 1

O prefeito interino de Canindé, Weldo Mariano, foi o vereador menos votado nas eleições 2016. Ele conquistou nas urnas apenas 475 votos, o correspondente a 2,56% dos votos válidos. O vereador mais votado foi o Pank (PRP), que conseguiu 1.154 votos, o equivalente a 6,21% dos votos válidos. E o segundo mais votado foi Nailson Marinho, com 1.114 votos, que corresponde a 6% dos votos válidos.

Curiosidade 2

O vereador Ronildo (PTB), o terceiro mais votado de Canindé com 992 votos, o correspondente a 5,34% dos votos válidos, foi o único que não compareceu a sessão extraordinária da Câmara Municipal que votou na última segunda-feira o impeachement do prefeito por 10 x 0. É que era aliado de Edvaldo da Farmácia.

Fato consumado

O ex-presidente da OAB/SE e ex-candidato a senador, Henry Clay, já bateu o martelo que será candidato a prefeito da capital em 2020. Disse ontem à coluna que tem recebido vários convites para filiação, mas ainda não definiu. "O que já está definido com meu agrupamento é que serei candidato, por não ter como não ser pela boa votação que obtive para o Senado em Aracaju, quando fui o segundo mais votado".

Com um pé no PSOL

Segundo Henry Clay, ele e o seu grupo estão avaliando as propostas. "Vamos decidir por um projeto que se identifique com o nosso e nos dê as condições reais de disputar a Prefeitura de Aracaju", afirmou, admitindo que estão "avançadas" as conversas com o PSOL, já tendo conversado com o presidente nacional Juliano Medeiros e o ex-presidenciável Guilherme Boulos. 

Inviabilizando a CPI 1

O pedido de CPI da Lava Toga, de autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) visando investigar o STF, perdeu o apoio de mais um senador: Elmano Férrer (Podemos-PI). O parlamentar disse que tomou essa decisão por entender que não é o momento de abrir um desentendimento entre o Legislativo e o Judiciário. Sem a assinatura de Férrer, o pedido de CPI fica sem as 27 assinaturas necessárias para tramitar no Senado.

Inviabilizando a CPI 2

Elmano Férrer foi o último senador a assinar o pedido de CPI e o segundo a retirar seu nome da lista. A primeira a retirar assinatura foi a senadora Maria do Carmo (DEM-SE). Segundo o Congresso em Foco, senadores alegam que Maria do Carmo sofreu pressão para retirar a assinatura do pedido, assim como Sela Arruda (Podemos-MT), que chegou até a sair do PSL depois de se desentender com o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) por entender que a CPI da Lava Toga é necessária. Alguns senadores disseram que o mesmo ocorreu com Férrer, desde que ele ocupou o espaço deixado pela senadora de Sergipe.

Ladeira a baixo

A aprovação do governo de Jair Bolsonaro (PSL) oscilou negativamente mais uma vez. A nova pesquisa Ibope, divulgada ontem, mostra que 31% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 34% o veem como ruim ou péssimo. Em comparação com a última pesquisa CNI/Ibope, realizada em junho, o índice de ótimo/bom oscilou negativamente um ponto percentual, dentro da margem de erro: de 32% para 31%. Já os números de ruim/péssimo variaram dois pontos: de 32% para 34%.

Veja essa ...

O subprocurador Augusto Aras classificou como "célebre" o dia do golpe militar de 1964 ao ser sabatinado ontem pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Ele foi questionado pelo líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), sobre como "define o golpe de Estado de 1964 e o regime que sucedeu o golpe de 1964". E respondeu: "Discutirmos esse ponto sobre golpe de estado e revolução talvez não me pareça adequado nesse momento porque a história conta como ocorreu aquele célebre 31 de março". Só Jesus na causa!

Curtas

Será no próximo domingo a Convenção Nacional do MDB, em Brasília. Na ocasião, serão eleitos os novos membros do Diretório Nacional e a Comissão Executiva Nacional. O deputado federal Fábio Reis permanecerá  na Executiva Nacional.

Do senador Rogério Carvalho (PT-SE): "Me chamou a atenção o presidente [Jair Bolsonaro], na ONU, dizer que o então um juiz Moro, foi responsável por evitar que o socialismo tomasse conta do país. Ou seja, o presidente denunciou o ministro Sérgio Moro por ter assumido uma posição política, eleitoral de forma explícita".

Prossegue Rogério: "Bolsonaro admitiu que Moro atuou politicamente. Falei sobre este crime na sabatina do indicado à Procuradoria Gerla da República, Augusto Aras. E cobramos que o Ministério Público não permita que promotores e juízes rasguem a Constituição e destruam a democracia".

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou o projeto de lei de autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que inclui no Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública ações de prevenção da depressão e ao suicídio entre os policiais.