"Função polivalente" pode levar a uma sobrecarga de trabalho, avalia dirigente da Fecomse

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Ronildo Almeida, presidente da Fecomse
Ronildo Almeida, presidente da Fecomse

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Publicada em 24/09/2019 às 23:35:00

 

O presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Sergipe (Fecomse), Ronildo Almeida, alerta sobre a possibilidade de sobrecarga de trabalho e de desrespeito a cláusulas da Convenção Coletiva com a implantação da chamada "função polivalente" nos supermercados de Sergipe.  Além disso, avalia o dirigente sindical, pode haver desqualificação profissional para a categoria.
A chamada "função polivalente" consiste na relocação dos trabalhadores para que atuem em várias áreas, de maneira rotativa, sem uma tarefa fixa. No caso dos supermercados sergipanos a maioria das mudanças está ocorrendo, hoje, nas funções de caixa e repositor de mercadoria. 
"Primeiramente, devemos observar se não existe descumprimento à Convenção Coletiva de Trabalho com essas mudanças, inclusive, com perdas econômicas. Também é necessário entender se há prejuízos para o trabalhador na sua qualificação e segmentação profissional", argumenta Ronildo Almeida.
Por exemplo, questiona o presidente da Fecomse, o funcionário que atua como caixa e passa a ser repositor terá que função na carteira de trabalho? Haverá um novo contrato de trabalho, será respeitada a carga horária?  "São várias dúvidas e insegurança para os trabalhadores. Tudo isso poderá causar, inclusive, a inibição de novos contratos, aumentando assim o desemprego", observa Ronildo Almeida.
O dirigente sindical ressalta, ainda, que não houve até agora nenhum tipo de esclarecimento da classe patronal para sindicato ou mesmo para os trabalhadores. "Colocam as mudanças e pronto. São perguntas que os trabalhados vêm nos fazendo, direitos assegurados nas convenções coletivas dos quais não abriremos mão. Existe uma preocupação justificada sobre esse processo, porque historicamente sempre os trabalhadores são os únicos prejudicados. Estaremos atentos para que não haja mais perdas para os trabalhadores", garante Ronildo Almeida.

O presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Sergipe (Fecomse), Ronildo Almeida, alerta sobre a possibilidade de sobrecarga de trabalho e de desrespeito a cláusulas da Convenção Coletiva com a implantação da chamada "função polivalente" nos supermercados de Sergipe.  Além disso, avalia o dirigente sindical, pode haver desqualificação profissional para a categoria.
A chamada "função polivalente" consiste na relocação dos trabalhadores para que atuem em várias áreas, de maneira rotativa, sem uma tarefa fixa. No caso dos supermercados sergipanos a maioria das mudanças está ocorrendo, hoje, nas funções de caixa e repositor de mercadoria. 
"Primeiramente, devemos observar se não existe descumprimento à Convenção Coletiva de Trabalho com essas mudanças, inclusive, com perdas econômicas. Também é necessário entender se há prejuízos para o trabalhador na sua qualificação e segmentação profissional", argumenta Ronildo Almeida.
Por exemplo, questiona o presidente da Fecomse, o funcionário que atua como caixa e passa a ser repositor terá que função na carteira de trabalho? Haverá um novo contrato de trabalho, será respeitada a carga horária?  "São várias dúvidas e insegurança para os trabalhadores. Tudo isso poderá causar, inclusive, a inibição de novos contratos, aumentando assim o desemprego", observa Ronildo Almeida.
O dirigente sindical ressalta, ainda, que não houve até agora nenhum tipo de esclarecimento da classe patronal para sindicato ou mesmo para os trabalhadores. "Colocam as mudanças e pronto. São perguntas que os trabalhados vêm nos fazendo, direitos assegurados nas convenções coletivas dos quais não abriremos mão. Existe uma preocupação justificada sobre esse processo, porque historicamente sempre os trabalhadores são os únicos prejudicados. Estaremos atentos para que não haja mais perdas para os trabalhadores", garante Ronildo Almeida.