Produção de laranja

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Publicada em 24/09/2019 às 07:25:00

 

Sergipe tem laranja pra dar e 
vender. Eis, em suma, a preocu-
pação das autoridades reunidas ontem, em audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa do Estado. Atentos ao potencial econômico e social da citricultura, todos, parlamentares e estudiosos, trataram de colocar a cabeça para funcionar, tendo em vista a revitalização de uma cultura com um peso enorme em diversos municípios sergipanos.
 Embora tenha cedido a dianteira para outros estados, Sergipe ainda está entre os maiores produtores de cítricos do Brasil. Um quinto da população estadual está envolvido de alguma maneira, direta ou indiretamente, com o cultivo, a colheita, o processamento ou o comércio da laranja.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no entanto, a citricultura ainda carece de um olhar mais atencioso dos gestores públicos, uma negligência capaz de gerar perdas e prejuízos para o Estado. A queda observada na produtividade talvez seja o dado mais revelador. Entre 1991 e 2018, o declínio chegou a uma diferença de 470.980 toneladas.
Algo precisa ser feito e as propostas já foram levadas à mesa. A criação do Programa Citricultura para o Nordeste e para o Futuro, em parceria com a Emdagro/Embrapa, pretende não apenas a retomada dos investimentos necessários em equipamento e tecnologia mas, sobretudo, a integração da agricultura familiar com os pólos produtores, além da observação das exigências ecológicas e ambientais. Se ocorrer assim mesmo, todo mundo ganha.

Sergipe tem laranja pra dar e  vender. Eis, em suma, a preocu- pação das autoridades reunidas ontem, em audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa do Estado. Atentos ao potencial econômico e social da citricultura, todos, parlamentares e estudiosos, trataram de colocar a cabeça para funcionar, tendo em vista a revitalização de uma cultura com um peso enorme em diversos municípios sergipanos.
 Embora tenha cedido a dianteira para outros estados, Sergipe ainda está entre os maiores produtores de cítricos do Brasil. Um quinto da população estadual está envolvido de alguma maneira, direta ou indiretamente, com o cultivo, a colheita, o processamento ou o comércio da laranja.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no entanto, a citricultura ainda carece de um olhar mais atencioso dos gestores públicos, uma negligência capaz de gerar perdas e prejuízos para o Estado. A queda observada na produtividade talvez seja o dado mais revelador. Entre 1991 e 2018, o declínio chegou a uma diferença de 470.980 toneladas.
Algo precisa ser feito e as propostas já foram levadas à mesa. A criação do Programa Citricultura para o Nordeste e para o Futuro, em parceria com a Emdagro/Embrapa, pretende não apenas a retomada dos investimentos necessários em equipamento e tecnologia mas, sobretudo, a integração da agricultura familiar com os pólos produtores, além da observação das exigências ecológicas e ambientais. Se ocorrer assim mesmo, todo mundo ganha.