Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias ocorre em Aracaju

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Publicada em 22/09/2019 às 09:35:00

 

Segundo estimativas de cientistas ambientais, até 2050 será possível ter mais plástico do que peixes no mar. Dados preocupantes como esse têm movido entidades e organizações do mundo inteiro em torno de movimentos em prol da proteção da vida marinha. Neste sábado, 21, por exemplo, ações são realizadas em alusão ao Dia Mundial de Limpeza de Rios e Mares e, na capital sergipana, a mobilização é apoiada pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb).
Organizado em todo o mundo pela ONG The Ocean Conservancy, em Aracaju, realizado há cinco anos pela Fundação Mamíferos Aquáticos, o evento reúne centenas de pessoas, entre voluntários e representantes de entidades e organizações. Em 2019, a concentração se deu no bar Solarium, na praia de Aruana, e percorreu 1km de faixa de areia para recolher o lixo descartado por comerciantes e banhistas de forma irregular.
Durante a ação, a Emsurb participou com 20 agentes ambientais, além de agentes de limpeza e máquina saneadora. 
"Todo ano participamos do evento que é um grande momento de conscientização e, na verdade, é mais um reforço das ações que já executamos através da nossa equipe de limpeza e de educação ambiental. Toda semana temos equipes de limpeza de praia, a saneadora de praia e ações educativas que trabalha de porta em porta, além de abordar banhistas e donos de bares para chamar a atenção sobre as questões ambientais e da urgência de cuidar do meio ambiente. É um trabalho de formiguinha, mas, é de extrema importância. O meio ambiente pede socorro e somos nós os responsáveis pela mudança", destacou a supervisora de Educação Ambiental da Emsurb, Taluana Santana. 
A coordenadora do Núcleo de Educação Ambiental da Fundação Mamíferos Aquáticos, Daniela Araújo, reforçou a importância de somar forças em ações como essa. "Várias instituições do mundo todo estão dessa forma juntando forças em prol da limpeza dos oceanos. As ações humanas têm impactado de forma severa todo um ecossistema que é importante, inclusive, para a nossa sobrevivência. A cada dia a situação está mais crítica e preocupante. Em todo o mundo, os oceanos recebem uma carga de mais de 10 milhões de toneladas de lixo e esse é um dado muito preocupante que liga o alerta para a mudança de hábitos. É preciso encontrar alternativas que causem menos impactos ao meio ambiente. Precisamos compreender que, na natureza, tudo é um ciclo e nós, humanos, seremos afetados drasticamente pelas vidas que deixamos de cuidar, de preservar", alertou. 
Em meio à ação de limpeza, atividades recreativas e culturais, um grupo de crianças também fez sua parte. Com idades entre 2 e 9 anos, os pequenos são alunos de um centro educacional da rede privada que se juntou como forma de fomentar a conscientização desde cedo. 
"Trabalhamos a conscientização desde bem pequenos porque a gente só conserva aquilo que conhecemos, então, trouxemos para que eles possam sentir, de fato, o cuidado com o meio ambiente. Eles são os responsáveis por levar as lições do hoje para o amanhã e precisam ter essa noção o quanto antes", afirmou a diretora da escola, Tereza Cristina dos Santos.  
Todo o material recolhido será pesado e os dados serão enviados para a ONG The Ocean Conservancy, responsável por elaborar um relatório que servirá como base para futuras ações, além de avaliar os impactos causados pela ação humana até o momento.

Segundo estimativas de cientistas ambientais, até 2050 será possível ter mais plástico do que peixes no mar. Dados preocupantes como esse têm movido entidades e organizações do mundo inteiro em torno de movimentos em prol da proteção da vida marinha. Neste sábado, 21, por exemplo, ações são realizadas em alusão ao Dia Mundial de Limpeza de Rios e Mares e, na capital sergipana, a mobilização é apoiada pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb).
Organizado em todo o mundo pela ONG The Ocean Conservancy, em Aracaju, realizado há cinco anos pela Fundação Mamíferos Aquáticos, o evento reúne centenas de pessoas, entre voluntários e representantes de entidades e organizações. Em 2019, a concentração se deu no bar Solarium, na praia de Aruana, e percorreu 1km de faixa de areia para recolher o lixo descartado por comerciantes e banhistas de forma irregular.
Durante a ação, a Emsurb participou com 20 agentes ambientais, além de agentes de limpeza e máquina saneadora. 
"Todo ano participamos do evento que é um grande momento de conscientização e, na verdade, é mais um reforço das ações que já executamos através da nossa equipe de limpeza e de educação ambiental. Toda semana temos equipes de limpeza de praia, a saneadora de praia e ações educativas que trabalha de porta em porta, além de abordar banhistas e donos de bares para chamar a atenção sobre as questões ambientais e da urgência de cuidar do meio ambiente. É um trabalho de formiguinha, mas, é de extrema importância. O meio ambiente pede socorro e somos nós os responsáveis pela mudança", destacou a supervisora de Educação Ambiental da Emsurb, Taluana Santana. 
A coordenadora do Núcleo de Educação Ambiental da Fundação Mamíferos Aquáticos, Daniela Araújo, reforçou a importância de somar forças em ações como essa. "Várias instituições do mundo todo estão dessa forma juntando forças em prol da limpeza dos oceanos. As ações humanas têm impactado de forma severa todo um ecossistema que é importante, inclusive, para a nossa sobrevivência. A cada dia a situação está mais crítica e preocupante. Em todo o mundo, os oceanos recebem uma carga de mais de 10 milhões de toneladas de lixo e esse é um dado muito preocupante que liga o alerta para a mudança de hábitos. É preciso encontrar alternativas que causem menos impactos ao meio ambiente. Precisamos compreender que, na natureza, tudo é um ciclo e nós, humanos, seremos afetados drasticamente pelas vidas que deixamos de cuidar, de preservar", alertou. 
Em meio à ação de limpeza, atividades recreativas e culturais, um grupo de crianças também fez sua parte. Com idades entre 2 e 9 anos, os pequenos são alunos de um centro educacional da rede privada que se juntou como forma de fomentar a conscientização desde cedo. 
"Trabalhamos a conscientização desde bem pequenos porque a gente só conserva aquilo que conhecemos, então, trouxemos para que eles possam sentir, de fato, o cuidado com o meio ambiente. Eles são os responsáveis por levar as lições do hoje para o amanhã e precisam ter essa noção o quanto antes", afirmou a diretora da escola, Tereza Cristina dos Santos.  
Todo o material recolhido será pesado e os dados serão enviados para a ONG The Ocean Conservancy, responsável por elaborar um relatório que servirá como base para futuras ações, além de avaliar os impactos causados pela ação humana até o momento.