Um personagem mesquinho

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Armas apontadas para a Funcaju
Armas apontadas para a Funcaju

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Publicada em 20/09/2019 às 21:54:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Por trás das causas 
mais justas, escon-
dem-se homens de variada estatura ética e moral. Alguns, a despeito da barba na cara, não passam de moleques. Baruch Blumberg, ora à frente do Fórum Permanente do Audiovisual Sergipe, é destes. Versado na arte de procurar pêlo em ovo com o fim exclusivo de fazer barulho, o coitado resolveu bater de frente comigo, a troco de coisa nenhuma. Cá entre nós, em quinze anos de jornalismo profissional, eu já enfrentei oponentes mais fortes.
Quem o vê na rua não dá nada pelo sujeito. Sempre reticente, fala mansa, mal encara os outros, como alguém com nome sujo na praça. Faz-se de besta. Em verdade, o suposto acanhamento serve de disfarce para uma ambição sem tamanho. A figura apagada é um reflexo da falta de caráter.
O caso do Fórum Audiovisual é exemplar de como os espaços de representação coletiva podem se converter em instrumentos para um fim particular, ou de um grupo restrito. Algo semelhante ocorreu com o sindicato dos músicos de Sergipe, mas essa é outra história. Aqui, importa relatar o modus operandi de um crápula.
Há dois anos, o produtor cultural Werden Tavares foi convidado pela Prefeitura de São Cristóvão para coordenar uma mostra de filmes durante o festival de artes. Baruch ficou de tocaia. Quando três realizadores se queixaram de ter os filmes vetados, ele caiu matando, alegando falta de transparência e democracia na curadoria por meio de Carta Aberta (o valente gosta do expediente). Na realidade, todos os filmes inscritos no FASC foram exibidos, com exceção dos que tiveram problemas com a documentação exigida em edital.
Agora, Baruch pretende queimar o bom trabalho realizado pela Funcaju no Centro Cultural da Praça General Valadão. Questiona-se, por exemplo, a razão de o projeto Ocupe a Praça abraçar a música realizada aqui e agora, em plena aldeia Serigy; a validade do palco erguido pelo Quinta Instrumental. Estes que agora reclamam jamais peitaram a administração João Alves Filho, enquanto o casarão esteve de portas cerradas, como eu fiz um dia depois do outro, de público, em letra de imprensa. Se agora me dou ao direito de bater palmas, o faço de cabeça erguida, feliz da vida. Não tenho rabo preso com o poder público, muito menos com artista.
Baruch solicitou o uso do direito de resposta ao Jornal do Dia. Segundo ele, em recente matéria publicada neste diário, eu privilegio a versão de Graziele Ferreira, coordenadora do NPD, acusado pelo Fórum de se apropriar dos direitos de um filme. A alegação de parcialidade é uma mentira deslavada. A matéria não entra no mérito da questão. Ademais, ao formalizar a solicitação, ele não informa que foi procurado de maneira insistente. Também não menciona que faltou com todos os prazos acordados para esclarecer a atuação do Fórum.
No fundo, no fundo, o dito cujo não merecia tamanha atenção. Mas cabeça vazia é morada do diabo. Eu me peguei a perguntar se um personagem assim pequeno poderia render um bom texto. Agora tenho a resposta.

Por trás das causas  mais justas, escon- dem-se homens de variada estatura ética e moral. Alguns, a despeito da barba na cara, não passam de moleques. Baruch Blumberg, ora à frente do Fórum Permanente do Audiovisual Sergipe, é destes. Versado na arte de procurar pêlo em ovo com o fim exclusivo de fazer barulho, o coitado resolveu bater de frente comigo, a troco de coisa nenhuma. Cá entre nós, em quinze anos de jornalismo profissional, eu já enfrentei oponentes mais fortes.
Quem o vê na rua não dá nada pelo sujeito. Sempre reticente, fala mansa, mal encara os outros, como alguém com nome sujo na praça. Faz-se de besta. Em verdade, o suposto acanhamento serve de disfarce para uma ambição sem tamanho. A figura apagada é um reflexo da falta de caráter.
O caso do Fórum Audiovisual é exemplar de como os espaços de representação coletiva podem se converter em instrumentos para um fim particular, ou de um grupo restrito. Algo semelhante ocorreu com o sindicato dos músicos de Sergipe, mas essa é outra história. Aqui, importa relatar o modus operandi de um crápula.
Há dois anos, o produtor cultural Werden Tavares foi convidado pela Prefeitura de São Cristóvão para coordenar uma mostra de filmes durante o festival de artes. Baruch ficou de tocaia. Quando três realizadores se queixaram de ter os filmes vetados, ele caiu matando, alegando falta de transparência e democracia na curadoria por meio de Carta Aberta (o valente gosta do expediente). Na realidade, todos os filmes inscritos no FASC foram exibidos, com exceção dos que tiveram problemas com a documentação exigida em edital.
Agora, Baruch pretende queimar o bom trabalho realizado pela Funcaju no Centro Cultural da Praça General Valadão. Questiona-se, por exemplo, a razão de o projeto Ocupe a Praça abraçar a música realizada aqui e agora, em plena aldeia Serigy; a validade do palco erguido pelo Quinta Instrumental. Estes que agora reclamam jamais peitaram a administração João Alves Filho, enquanto o casarão esteve de portas cerradas, como eu fiz um dia depois do outro, de público, em letra de imprensa. Se agora me dou ao direito de bater palmas, o faço de cabeça erguida, feliz da vida. Não tenho rabo preso com o poder público, muito menos com artista.
Baruch solicitou o uso do direito de resposta ao Jornal do Dia. Segundo ele, em recente matéria publicada neste diário, eu privilegio a versão de Graziele Ferreira, coordenadora do NPD, acusado pelo Fórum de se apropriar dos direitos de um filme. A alegação de parcialidade é uma mentira deslavada. A matéria não entra no mérito da questão. Ademais, ao formalizar a solicitação, ele não informa que foi procurado de maneira insistente. Também não menciona que faltou com todos os prazos acordados para esclarecer a atuação do Fórum.
No fundo, no fundo, o dito cujo não merecia tamanha atenção. Mas cabeça vazia é morada do diabo. Eu me peguei a perguntar se um personagem assim pequeno poderia render um bom texto. Agora tenho a resposta.