O caminho da "velha oposição"

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Aconteceu ontem à tarde, em um hotel da orla de Aracaju, o Workshop Política e Cidadania promovido pela Fundação Republicana e o Diretório Estadual do PRB. Na oportunidade, foi discutido o fortalecimento da legenda para as eleições 2020 com as presenças d
Aconteceu ontem à tarde, em um hotel da orla de Aracaju, o Workshop Política e Cidadania promovido pela Fundação Republicana e o Diretório Estadual do PRB. Na oportunidade, foi discutido o fortalecimento da legenda para as eleições 2020 com as presenças d

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Publicada em 19/09/2019 às 22:04:00

 

Em conversa com a coluna, um deputado 
estadual admitiu que a "velha oposição" 
no estado esta dispersa e, se não tomar cuidado, perderá espaço para a "nova oposição" que está surgindo em Sergipe com a liderança do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).
Segundo ele, a "velha oposição" se esfacelou em Sergipe após a derrota nas urnas, nas eleições 2018, dos ex-senadores Valadares (PSB) e Eduardo Amorim (PSDB) e dos ex-deputados federais André Moura (PSC) e Valadares Filho (PSB).
Na sua concepção, os deputados estaduais reeleitos da oposição e os não eleitos para sobreviver politicamente só tem hoje um caminho: ir para a base governista, já que não têm o perfil ideológico da "nova oposição". Cita como exemplo o deputado estadual Luciano Pimentel, que quer deixar o PSB e ir para o agrupamento do governador Belivaldo Chagas (PSD), dispondo, inclusive, de cargos na máquina do estado.
Avalia o parlamentar que como o PSB é composto por um "grupo restrito" dos Valadares a única saída para a "velha oposição" é o ex-deputado André Moura, hoje secretário de representação do governo do Rio de Janeiro em Brasília, assumir o comando do PSDB no estado.
Revela que o PSC continua sendo um partido pequeno a nível nacional e encolherá ainda mais em Sergipe com o desejo dos deputados estaduais Capitão Samuel e Gilmar Carvalho de deixarem a legenda, assim como do deputado federal Valdevan Noventa.
Declara que o PSDB é um grande partido nacional, tem tempo de televisão e um bom fundo partidário, mas em Sergipe está acéfalo com a aposentadoria política do ex-governador Albano Franco e com o afastamento do ex-senador Eduardo Amorim da política partidária para seguir a sua carreira de médico após ter perdido as eleições para governador no ano passado e ter ficado sem mandato.
O deputado espera que André Moura se conscientize que a sobrevivência da "velha oposição" está no fato dele assumir o comando do PSDB em Sergipe para agregar lideranças políticas com e sem mandato e não perder o espaço de comandante das oposições no estado.
Enfatiza o fato do DEM, que voltou a ser um grande partido a nível nacional, está buscando o seu fortalecimento em Sergipe através do ex-deputado federal José Carlos Machado. E que André Moura poderia fazer isso com o PSDB, não deixando a "velha oposição" à deriva.
Finaliza reafirmando que ou André pega o PSDB e reagrupa seus antigos companheiros ou já nas eleições 2020 a oposição em Sergipe será liderada pelo novo agrupamento político que está se formando e que engloba partidos como Cidadania, Patriota, Novo e PTB, que tem entre os filiados o senador Alessandro Vieira, Dr. Emerson, os vereadores Emília Correa e Cabo Amintas, e os deputados estaduais Georgeo Passos, Samuel Carvalho, Rodrigo Valadares e Kitty Lima, que integram o G4, além do ex-candidato a governador Milton Andrade (PMN).
Esse entendimento do deputado faz sentido...

Em conversa com a coluna, um deputado  estadual admitiu que a "velha oposição"  no estado esta dispersa e, se não tomar cuidado, perderá espaço para a "nova oposição" que está surgindo em Sergipe com a liderança do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).Segundo ele, a "velha oposição" se esfacelou em Sergipe após a derrota nas urnas, nas eleições 2018, dos ex-senadores Valadares (PSB) e Eduardo Amorim (PSDB) e dos ex-deputados federais André Moura (PSC) e Valadares Filho (PSB).
Na sua concepção, os deputados estaduais reeleitos da oposição e os não eleitos para sobreviver politicamente só tem hoje um caminho: ir para a base governista, já que não têm o perfil ideológico da "nova oposição". Cita como exemplo o deputado estadual Luciano Pimentel, que quer deixar o PSB e ir para o agrupamento do governador Belivaldo Chagas (PSD), dispondo, inclusive, de cargos na máquina do estado.
Avalia o parlamentar que como o PSB é composto por um "grupo restrito" dos Valadares a única saída para a "velha oposição" é o ex-deputado André Moura, hoje secretário de representação do governo do Rio de Janeiro em Brasília, assumir o comando do PSDB no estado.
Revela que o PSC continua sendo um partido pequeno a nível nacional e encolherá ainda mais em Sergipe com o desejo dos deputados estaduais Capitão Samuel e Gilmar Carvalho de deixarem a legenda, assim como do deputado federal Valdevan Noventa.
Declara que o PSDB é um grande partido nacional, tem tempo de televisão e um bom fundo partidário, mas em Sergipe está acéfalo com a aposentadoria política do ex-governador Albano Franco e com o afastamento do ex-senador Eduardo Amorim da política partidária para seguir a sua carreira de médico após ter perdido as eleições para governador no ano passado e ter ficado sem mandato.
O deputado espera que André Moura se conscientize que a sobrevivência da "velha oposição" está no fato dele assumir o comando do PSDB em Sergipe para agregar lideranças políticas com e sem mandato e não perder o espaço de comandante das oposições no estado.
Enfatiza o fato do DEM, que voltou a ser um grande partido a nível nacional, está buscando o seu fortalecimento em Sergipe através do ex-deputado federal José Carlos Machado. E que André Moura poderia fazer isso com o PSDB, não deixando a "velha oposição" à deriva.
Finaliza reafirmando que ou André pega o PSDB e reagrupa seus antigos companheiros ou já nas eleições 2020 a oposição em Sergipe será liderada pelo novo agrupamento político que está se formando e que engloba partidos como Cidadania, Patriota, Novo e PTB, que tem entre os filiados o senador Alessandro Vieira, Dr. Emerson, os vereadores Emília Correa e Cabo Amintas, e os deputados estaduais Georgeo Passos, Samuel Carvalho, Rodrigo Valadares e Kitty Lima, que integram o G4, além do ex-candidato a governador Milton Andrade (PMN).
Esse entendimento do deputado faz sentido...

Empossada

Riachão do Dantas já tem novo prefeito a partir de hoje. É que Simone Andrade (PCdoB) e Galego da Samba (PSD) foram diplomados e empossados ontem como prefeita e vice-prefeito respectivamente do município.  A diplomação ocorreu às 10h no plenário do Fórum Hermes Fontes, em Boquim, onde fica a 4ª Zona Eleitoral, e a posse aconteceu às 17h, na Câmara Municipal de Vereadores. Já às 19h foi realizada Missa em Ação de Graças na Igreja Senhora do Amparo.

Registro da eleição

Simone e Galego foram eleitos com 7.243 votos no último dia 1º de setembro em eleição suplementar realizada por decisão da justiça eleitoral, que cassou o mandato da prefeita afastada Gerana Costa e do vice Luciano Gois, por abuso de poder econômico e fraude no processo eleitoral de 2016, com divulgação de pesquisa proibida pela justiça eleitoral que favorecia a chapa.  A principal adversária Manuela Costa (PSC), nora de Gerana, obteve 4.678 votos. Em terceiro lugar ficou o prefeito interino Pedro da Lagoa (PT), que conquistou nas urnas apenas 873 votos.

Na oposição

Como suplente de deputado estadual, o ex-prefeito Carlos Magno (PSB/Estância) negou ontem qualquer acordão para que assuma mandato na Assembleia Legislativa no lugar de Luciano Pimentel (PSB), que pode assumir uma secretaria no governo Belivaldo Chagas (PSD). Reafirmando que não existe qualquer acordo visando fortalecer o prefeito Gilson Andrade (sem partido), que vai para a reeleição em 2020, Magno garantiu que se assumir a Alese fará oposição ao governador.

O projeto

"Não tive nenhuma conversa com Belivaldo. Se Luciano for secretário a vaga é minha, não preciso de acordo. Serei deputado de oposição. As pessoas precisam trabalhar com sinceridade. A Prefeitura de Estância tá entregue as baratas, pesquisas mostram isso e o povo sabe disso. Quero abrir desenvolvimento, geração de emprego e renda. Temos que trabalhar para a cidade crescer e gerar emprego e renda", afirmou Magno, enfatizando que seu projeto político é o pleito 2020 em Estância e não a Assembleia, e que está junto com o PSOL e quer o PT marchando com ele no município.

Congresso estadual

O Cidadania 23 realiza nesse sábado o seu Congresso Estadual para eleição da direção executiva permanente do partido em Sergipe. Será a partir das 9h, no plenário da Assembleia Legislativa, com a presença de lideranças políticas do estado que integram o partido, assim como do líder da bancada do Cidadania na Câmara dos Deputados, Daniel Coelho (PE).

Cidadania 1

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou ontem a mudança do nome do Partido Popular Socialista (PPS) para Cidadania, sem sigla ou denominação abreviada. A decisão unânime foi tomada pela Corte, ao deferir, parcialmente, as alterações estatutárias da legenda e fixar prazo de 90 dias para que o partido promova a adequação de algumas de suas normas à legislação vigente. Entre elas, aspectos relativos à contribuição de filiados e à reserva de recursos do Fundo Partidário a candidaturas femininas e ao incentivo à participação das mulheres na política. As alterações estatutárias foram aprovadas pelo partido em convenção nacional ext raordinária ocorrida nos dias 22 e 23 de março deste ano.

Cidadania 2

No voto que encaminhou a favor da troca do nome do partido, o relator do pedido, ministro Og Fernandes, afirmou que a nova denominação não tem potencial de causar erro ou confusão com o nome de outra sigla, nem dificulta a sua própria identificação. O ministro lembrou que, apesar da legislação prever que o estatuto partidário deve conter normas sobre o nome e a denominação abreviada do partido, a jurisprudência do TSE não contempla a obrigatoriedade de sigla, sobretudo se não houver pre juízos à identificação da legenda e à inclusão do nome no boletim de urna (BU).

Cidadania 3

Já ao aprovar, de maneira parcial, as demais alterações do estatuto da agremiação política, o ministro Og Fernandes destacou a importância da renovação das comissões provisórias do partido, lembrando que o prazo máximo de seis meses de duração desses órgãos está em harmonia com o previsto no artigo 39 da Resolução TSE nº 23.571/2018.

Cidadania 4

O magistrado ressaltou que o prazo de validade das comissões provisórias não pode ser renovado indefinidamente, mesmo que haja alteração de seus membros. "Os órgãos temporários geralmente centralizam poder, além de funcionarem a partir de indicações de pequenos grupos, reforçando o controle do partido por seus dirigentes nacionais. Assim, é recomendável a constituição de diretórios permanentes, com o objetivo de provocar a descentralização do poder e p ermitir que seus dirigentes sejam definidos mediante votação, dando, por conseguinte, mais autonomia às lideranças locais", ponderou Og Fernandes.

Podemos 1

Em decisão unânime, o TSE também autorizou o processo de incorporação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) ao Podemos. A Procuradoria-Geral Eleitoral do Ministério Público já havia se manifestado favoravelmente, entendimento confirmado pelos ministros da Corte Eleitoral, na quarta-feira (18).

Podemos 2

Com apenas dois anos de existência, o Podemos, que em Sergipe tem os deputados estaduais Zezinho Sobral e Diná Almeida, se consolida como um dos partidos que mais crescem no cenário político brasileiro. Nos último mês, passou de oito para 11 senadores, com a filiação de Marcos do Val (ES), Reguffe (DF) e da senadora Juíza Selma (MT) ao partido, que já é a segunda maior bancada do Senado Federal.

Veja essa ...

O candidato a deputado federal Passo Preto gravou um vídeo dizendo que foi notificado pela justiça eleitoral para prestar contas do dinheiro que recebeu do fundo partidário. Afirmou que não tinha como comprovar como gastou o dinheiro que recebeu, por ter gasto pagando cerveja para os amigos. "Conquistei os 376 votos pagando cerveja para os amigos nos bares. Como vou prestar contas de um dinheiro pouco, que sabia que não ganhava nem para vereador quanto mais para deputado federal, se os bares que frequentei não deram nota fiscal? Tive esses votos desse jeito. Foram 45 dias bêbado, tomando cerveja. Como vou prestar contas? Tô sem saber aqui. A juíza já mandou me chamar", disse. Passo Preto foi candidato pelo PSOL e não apresentou prestação de contas a justiça eleitoral.

Curtas

O PRB vem conversando com o prefeito Edvaldo Nogueira, que externou a vontade de voltar a ter o partido como aliado. Segundo o presidente de honra da legenda, ex-deputado federal Heleno Silva, ainda não foi discutido a participação do partido na administração municipal.

Do senador Rogério Carvalho: "Governo entreguista quer transformar a Petrobras em empresa regional como se fosse um grande negócio para o Brasil. A influência americana não pode reduzir o que é nosso a uma empresa pequena, sem perspectivas de ganhos para o país. Temos que preservar o nosso patrimônio".

O Projeto de Lei Complementar 190/19 altera a Lei de Responsabilidade Fiscal, para prever sanções menos rígidas no caso de pequenos municípios inadimplentes. A proposta foi apresentada pela deputada Marília Arraes (PT-PE) e tramita na Câmara. Ela será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de CCJ; e pelo Plenário.

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) cobrou do governo a liberação de recursos para a continuidade das obras de transposição do Rio São Francisco. O valor de R$ 500 milhões para o projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional em junho. Até o momento, porém, o dinheiro não foi repassado para as obras.