Conselheiros demonstram preocupação com saída da Petrobras de Sergipe

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Publicada em 19/09/2019 às 22:00:00

 

A conselheira Susana Azevedo, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), disse ter recebido com "tristeza e preocupação" a recente notícia de que a sede administrativa da Petrobras em Sergipe será desativada. 
Ao comentar o tema na sessão plenária desta quinta-feira, 19, Susana avaliou que tal possibilidade, caso concretizada, acarretará "num prejuízo sem proporções, deixando lacunas em diversas cadeias produtivas, sem falar em famílias inteiras que terão que mudar de residência e se fixar em outros estados".
A conselheira afirmou ainda ser uma incoerência a desativação ocorrer poucos meses após a Petrobras ter feito em Sergipe sua maior descoberta desde o pré-sal, com a perspectiva de extrair 20 milhões de m³ por dia de gás natural, o equivalente a um terço da produção total brasileira.
De igual forma entende o conselheiro Carlos Pinna, que fez referência às melhorias socioeconômicas obtidas por Sergipe a partir da chegada da Petrobras, há 50 anos, no período do governo de Lourival Baptista (1967-1971).
"Foi um fato de extrema relevância para a economia do Estado; a Petrobrás tinha em Sergipe um orgulho da sua operação mais eficiente", comentou o conselheiro.

A conselheira Susana Azevedo, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), disse ter recebido com "tristeza e preocupação" a recente notícia de que a sede administrativa da Petrobras em Sergipe será desativada. 
Ao comentar o tema na sessão plenária desta quinta-feira, 19, Susana avaliou que tal possibilidade, caso concretizada, acarretará "num prejuízo sem proporções, deixando lacunas em diversas cadeias produtivas, sem falar em famílias inteiras que terão que mudar de residência e se fixar em outros estados".
A conselheira afirmou ainda ser uma incoerência a desativação ocorrer poucos meses após a Petrobras ter feito em Sergipe sua maior descoberta desde o pré-sal, com a perspectiva de extrair 20 milhões de m³ por dia de gás natural, o equivalente a um terço da produção total brasileira.
De igual forma entende o conselheiro Carlos Pinna, que fez referência às melhorias socioeconômicas obtidas por Sergipe a partir da chegada da Petrobras, há 50 anos, no período do governo de Lourival Baptista (1967-1971).
"Foi um fato de extrema relevância para a economia do Estado; a Petrobrás tinha em Sergipe um orgulho da sua operação mais eficiente", comentou o conselheiro.