BNB planeja aplicar R$ 778 milhões com recursos do FNE em Sergipe em 2020

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Publicada em 19/09/2019 às 21:48:00

 

O Banco do Nordeste realizou reunião com representantes do setor produtivo, entidades de classe e projetistas de Sergipe, para programar a alocação de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para 2020. A reunião foi realizada na quarta-feira (17), no auditório do Sebrae em Aracaju.
O planejamento visa aplicar R$ 778,7 milhões no ano de 2020 em Sergipe. Após a contribuição dos parceiros, a programação orçamentária ficou distribuída da seguinte forma: R$ 300 milhões para os setores de comércio e serviços (39%), R$ 160 milhões para a agricultura (21%), R$ 130 milhões para a indústria (17%), R$ 120 milhões para a pecuária (15%), R$ 60,9 milhões para a agroindústria (8%) e R$ 7,8 milhões para o turismo (1%).
"É fundamental que exista um fomento para que aconteçam as oportunidades. O empresário tem toda a expertise, o conhecimento, sabe onde vai investir, mas precisa desse apoio. E ele consegue transformar esse apoio em resultados, promovendo emprego e renda para as pessoas. É possível fazer mais e melhor quando o propósito é melhorar o ambiente de negócios", afirmou o vice-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), Robson Pereira.
Para o superintendente estadual do BNB, César Santana, o momento configura-se como uma construção participativa, um planejamento democrático, por meio do qual o Banco busca combater as desigualdades regionais e atender preferencialmente a micro e pequena empresa, o mini e pequeno produtor rural, de acordo com as diretrizes do Plano Nacional de Desenvolvimento Regional. "O Banco buscar aplicar mais recursos nos municípios com índices de estagnação econômica. E vale destacar que o orçamento é apenas um piso, ou seja, o objetivo é que o total aplicado seja ainda maior", disse.
O evento é promovido anualmente em toda a área de atuação do BNB, que inclui todos os estados do Nordeste e Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, e segue diretrizes e orientações gerais do Ministério do Desenvolvimento Regional, do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e dos Planos Plurianuais Estaduais, dentre outros normativos. A programação leva em conta ainda preceitos legais de alocação mínima de recursos no Semiárido e de acordo com o porte do cliente, garantindo crédito para as regiões menos favorecidas e para os mini e pequenos empresários e produtores rurais.
O diretor de planejamento do Banco do Nordeste, Perpétuo Socorro Cajazeiras, e o superintendente de políticas de desenvolvimento do Banco do Nordeste, Henrique Tinôco, participaram do evento, que é o ponto alto de um trabalho que dura quatro meses. "Iniciamos esse planejamento em junho, conversando com todos os entes da sociedade. É uma maneira transparente de fazer o plano de alocação do FNE e a sociedade fica sabendo onde esses recursos serão aplicados", explicou Perpétuo.

O Banco do Nordeste realizou reunião com representantes do setor produtivo, entidades de classe e projetistas de Sergipe, para programar a alocação de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para 2020. A reunião foi realizada na quarta-feira (17), no auditório do Sebrae em Aracaju.
O planejamento visa aplicar R$ 778,7 milhões no ano de 2020 em Sergipe. Após a contribuição dos parceiros, a programação orçamentária ficou distribuída da seguinte forma: R$ 300 milhões para os setores de comércio e serviços (39%), R$ 160 milhões para a agricultura (21%), R$ 130 milhões para a indústria (17%), R$ 120 milhões para a pecuária (15%), R$ 60,9 milhões para a agroindústria (8%) e R$ 7,8 milhões para o turismo (1%).
"É fundamental que exista um fomento para que aconteçam as oportunidades. O empresário tem toda a expertise, o conhecimento, sabe onde vai investir, mas precisa desse apoio. E ele consegue transformar esse apoio em resultados, promovendo emprego e renda para as pessoas. É possível fazer mais e melhor quando o propósito é melhorar o ambiente de negócios", afirmou o vice-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), Robson Pereira.
Para o superintendente estadual do BNB, César Santana, o momento configura-se como uma construção participativa, um planejamento democrático, por meio do qual o Banco busca combater as desigualdades regionais e atender preferencialmente a micro e pequena empresa, o mini e pequeno produtor rural, de acordo com as diretrizes do Plano Nacional de Desenvolvimento Regional. "O Banco buscar aplicar mais recursos nos municípios com índices de estagnação econômica. E vale destacar que o orçamento é apenas um piso, ou seja, o objetivo é que o total aplicado seja ainda maior", disse.
O evento é promovido anualmente em toda a área de atuação do BNB, que inclui todos os estados do Nordeste e Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, e segue diretrizes e orientações gerais do Ministério do Desenvolvimento Regional, do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e dos Planos Plurianuais Estaduais, dentre outros normativos. A programação leva em conta ainda preceitos legais de alocação mínima de recursos no Semiárido e de acordo com o porte do cliente, garantindo crédito para as regiões menos favorecidas e para os mini e pequenos empresários e produtores rurais.
O diretor de planejamento do Banco do Nordeste, Perpétuo Socorro Cajazeiras, e o superintendente de políticas de desenvolvimento do Banco do Nordeste, Henrique Tinôco, participaram do evento, que é o ponto alto de um trabalho que dura quatro meses. "Iniciamos esse planejamento em junho, conversando com todos os entes da sociedade. É uma maneira transparente de fazer o plano de alocação do FNE e a sociedade fica sabendo onde esses recursos serão aplicados", explicou Perpétuo.