Quinta Instrumental vai reunir os gigantes da guitarra baiana

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Publicada em 19/09/2019 às 21:33:00

 

A praça General Valadão, no Centro de Aracaju, será palco de um encontro bastante especial na edição de setembro do projeto Quinta Instrumental, da Prefeitura de Aracaju, quando dois grandes nomes da guitarra baiana se unirão: Armandinho e Lito Nascimento - este último radicado em Sergipe há anos. Ambos foram precursores da guitarra baiana e, hoje, também são referência no bandolim. 
 "Essa edição de setembro é especial porque reunirá, talvez, os dois maiores nomes da guitarra baiana no mesmo palco e no mesmo dia. No começo dos anos 70, enquanto Dodô e Osmar faziam sucesso com o trio elétrico, Lito tocava no Tapajós e no Saborosa. Ele também era uma sensação e todos queriam ver aquele garoto de Alagoinhas", lembra Nino Karvan, diretor de Arte e Cultura da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju).
 Repaginado após dois anos de realização, o Quinta Instrumental agora reúne, além de artistas locais, instrumentistas de outros Estados, como o próprio Armandinho e Amaro Freitas, grande pianista pernambucano que está na programação deste semestre.
 Este ano, o projeto passou a ser realizado mensalmente, com eventos maiores e na praça General Valadão. "Selecionamos o projeto para começar em março e terminar em dezembro, com nove edições maiores e otimizando o orçamento, o que ajudou a inserir Aracaju no cenário da música instrumental. Inclusive, sabemos que o evento está conhecido nacionalmente porque recebemos muitas propostas de artistas de fora que querem participar", revela Nino.
 O próximo Quinta Instrumental ocorre no dia 26 de setembro e promete ser mais uma grande noite de fomento à música instrumental. "Lito levará um repertório basicamente autoral e algumas outras coisas, sempre entre o bandolim e a guitarra, assim como o show de Armandinho. Então, será a grande noite do bandolim e da guitarra baiana. Um encontro de gigantes", reforça Nino.
Quinta Instrumental - Para Nino Karvan, por ser realizado com investimento de dinheiro público, o evento precisa ser otimizado e, de fato, cumprir com o seu objetivo de fomentar um outro olhar para a música instrumental. "O Quinta Instrumental tem esse poder de mostrar os nossos talentos e de fomentar a cena musical, tanto que, para se ter ideia, no 1º ano, em 2017, a gente sofreu pra encontrar 19 projetos e lançar a programação; no ano seguinte, já foram 32 projetos inscritos no edital e, esse ano, mais de 40", revela Nino Karvan.

A praça General Valadão, no Centro de Aracaju, será palco de um encontro bastante especial na edição de setembro do projeto Quinta Instrumental, da Prefeitura de Aracaju, quando dois grandes nomes da guitarra baiana se unirão: Armandinho e Lito Nascimento - este último radicado em Sergipe há anos. Ambos foram precursores da guitarra baiana e, hoje, também são referência no bandolim. 
 "Essa edição de setembro é especial porque reunirá, talvez, os dois maiores nomes da guitarra baiana no mesmo palco e no mesmo dia. No começo dos anos 70, enquanto Dodô e Osmar faziam sucesso com o trio elétrico, Lito tocava no Tapajós e no Saborosa. Ele também era uma sensação e todos queriam ver aquele garoto de Alagoinhas", lembra Nino Karvan, diretor de Arte e Cultura da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju).
 Repaginado após dois anos de realização, o Quinta Instrumental agora reúne, além de artistas locais, instrumentistas de outros Estados, como o próprio Armandinho e Amaro Freitas, grande pianista pernambucano que está na programação deste semestre.
 Este ano, o projeto passou a ser realizado mensalmente, com eventos maiores e na praça General Valadão. "Selecionamos o projeto para começar em março e terminar em dezembro, com nove edições maiores e otimizando o orçamento, o que ajudou a inserir Aracaju no cenário da música instrumental. Inclusive, sabemos que o evento está conhecido nacionalmente porque recebemos muitas propostas de artistas de fora que querem participar", revela Nino.
 O próximo Quinta Instrumental ocorre no dia 26 de setembro e promete ser mais uma grande noite de fomento à música instrumental. "Lito levará um repertório basicamente autoral e algumas outras coisas, sempre entre o bandolim e a guitarra, assim como o show de Armandinho. Então, será a grande noite do bandolim e da guitarra baiana. Um encontro de gigantes", reforça Nino.

Quinta Instrumental - Para Nino Karvan, por ser realizado com investimento de dinheiro público, o evento precisa ser otimizado e, de fato, cumprir com o seu objetivo de fomentar um outro olhar para a música instrumental. "O Quinta Instrumental tem esse poder de mostrar os nossos talentos e de fomentar a cena musical, tanto que, para se ter ideia, no 1º ano, em 2017, a gente sofreu pra encontrar 19 projetos e lançar a programação; no ano seguinte, já foram 32 projetos inscritos no edital e, esse ano, mais de 40", revela Nino Karvan.