Fábio faz cobranças por obras inacabadas e paralisadas

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Publicada em 13/09/2019 às 23:14:00

 

O deputado Fábio Henrique (PDT/SE) voltou à tribuna da Câmara Federal para enfatizar a crise nas pequenas e médias construtoras, que tem resultado na paralisação das obras públicas pelo País. O deputado federal denunciou que são mais de 15 mil obras paralisadas ou inacabadas no Brasil, tendo como um dos principais fatores a falta de repasse do Governo Federal.
"O caos está completamente instalado num setor vital da economia. Infelizmente, não temos preço justo e muitas obras não são concluídas. No nosso país se coloca como destaque nas obras públicas o menor preço e não a qualidade. Isso também faz com que muitas empresas se lancem no mercado, sem capacidade, e derrubem os preços na licitação para pegar a obra; porém acabam abandonando essas obras", afirmou Fábio Henrique.
O deputado fala com propriedade sobre o assunto porque, por duas vezes, foi prefeito do município de Nossa Senhora do Socorro. "Um aditivo virou sinal de crime. Pois se os órgãos de controle pegam um contrato para fiscalizar com aditivo, já colocam um sinal de que pode ter sido feito malandragem. Os pequenos municípios passam no dia a dia, sobretudo com as pequenas e médias construtoras", denunciou o deputado sergipano.

O deputado Fábio Henrique (PDT/SE) voltou à tribuna da Câmara Federal para enfatizar a crise nas pequenas e médias construtoras, que tem resultado na paralisação das obras públicas pelo País. O deputado federal denunciou que são mais de 15 mil obras paralisadas ou inacabadas no Brasil, tendo como um dos principais fatores a falta de repasse do Governo Federal.
"O caos está completamente instalado num setor vital da economia. Infelizmente, não temos preço justo e muitas obras não são concluídas. No nosso país se coloca como destaque nas obras públicas o menor preço e não a qualidade. Isso também faz com que muitas empresas se lancem no mercado, sem capacidade, e derrubem os preços na licitação para pegar a obra; porém acabam abandonando essas obras", afirmou Fábio Henrique.
O deputado fala com propriedade sobre o assunto porque, por duas vezes, foi prefeito do município de Nossa Senhora do Socorro. "Um aditivo virou sinal de crime. Pois se os órgãos de controle pegam um contrato para fiscalizar com aditivo, já colocam um sinal de que pode ter sido feito malandragem. Os pequenos municípios passam no dia a dia, sobretudo com as pequenas e médias construtoras", denunciou o deputado sergipano.