Para Gualberto, o senador Alessandro Vieira desrespeitou a Alese

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Publicada em 12/09/2019 às 09:27:00

 

Ao acompanhar pela TV Alese a solenidade de entrega de títulos de cidadão sergipano para o ex-vereador Emerson Ferreira e para o senador Alessandro Vieira, na segunda-feira,  o deputado estadual Francisco Gualberto (PT) ficou indignado com a falta de respeito demonstrada pelo senador. De acordo com Gualberto, estavam presentes na Mesa o presidente da Alese, Luciano Bispo; o presidente do Tribunal de Justiça, Osório Ramos; o chefe do Ministério Público, Eduardo D'Ávila; o governador Belivaldo Chagas; o ex-governador Albano Franco; o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira; entre outros.
"Mas o senador foi à tribuna e disse que cumprimentava a mesa em nome da cantora Amorosa. Não que Amorosa não mereça o prestígio, mas achei uma atitude de considerável desrespeito à Casa. Por mais que o governador ou qualquer outro componente da Mesa sejam adversários do senador, eles vieram aqui prestigiar a solenidade. E foram absolutamente ignorados", revelou Gualberto, vice-presidente da Assembleia Legislativa. "Quero declarar o meu arrependimento por ter votado no projeto que concedeu o título de cidadão ao senador. Votei porque sempre procuro acompanhar os companheiros em quase tudo o que posso, mas já vi que temos que repensar essa postura".
Segundo Gualberto, no discurso que proferiu, o senador Alessandro parecia que era Nero no período em que pensava que era dono de Roma e, contrariado, mandou tocar fogo em tudo. "Ele disse em seu discurso que faz uma política nova, e que combate os que fazem conluio na política. Babou de tanto discurso vazio e hipócrita. No Senado, de diferente ele não está fazendo exatamente nada. Só lorotando", afirma o deputado. "Disse também que iria resgatar Sergipe e Aracaju, e tinha pressa. Aliás, todo mundo diz que combate a corrupção, mas nós precisamos compreender o que é corrupção. Não existe corrupção pior do que aquela que tenta corromper a consciência popular. E um senador que vem com história de que é diferente, de que lida com pessoas comuns e de bem, faz um discurso contraditório. Por isso não dá para a gente ficar calado", disse.

Ao acompanhar pela TV Alese a solenidade de entrega de títulos de cidadão sergipano para o ex-vereador Emerson Ferreira e para o senador Alessandro Vieira, na segunda-feira,  o deputado estadual Francisco Gualberto (PT) ficou indignado com a falta de respeito demonstrada pelo senador. De acordo com Gualberto, estavam presentes na Mesa o presidente da Alese, Luciano Bispo; o presidente do Tribunal de Justiça, Osório Ramos; o chefe do Ministério Público, Eduardo D'Ávila; o governador Belivaldo Chagas; o ex-governador Albano Franco; o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira; entre outros.
"Mas o senador foi à tribuna e disse que cumprimentava a mesa em nome da cantora Amorosa. Não que Amorosa não mereça o prestígio, mas achei uma atitude de considerável desrespeito à Casa. Por mais que o governador ou qualquer outro componente da Mesa sejam adversários do senador, eles vieram aqui prestigiar a solenidade. E foram absolutamente ignorados", revelou Gualberto, vice-presidente da Assembleia Legislativa. "Quero declarar o meu arrependimento por ter votado no projeto que concedeu o título de cidadão ao senador. Votei porque sempre procuro acompanhar os companheiros em quase tudo o que posso, mas já vi que temos que repensar essa postura".
Segundo Gualberto, no discurso que proferiu, o senador Alessandro parecia que era Nero no período em que pensava que era dono de Roma e, contrariado, mandou tocar fogo em tudo. "Ele disse em seu discurso que faz uma política nova, e que combate os que fazem conluio na política. Babou de tanto discurso vazio e hipócrita. No Senado, de diferente ele não está fazendo exatamente nada. Só lorotando", afirma o deputado. "Disse também que iria resgatar Sergipe e Aracaju, e tinha pressa. Aliás, todo mundo diz que combate a corrupção, mas nós precisamos compreender o que é corrupção. Não existe corrupção pior do que aquela que tenta corromper a consciência popular. E um senador que vem com história de que é diferente, de que lida com pessoas comuns e de bem, faz um discurso contraditório. Por isso não dá para a gente ficar calado", disse.