A Bíblia e o celular

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Publicada em 12/09/2019 às 08:44:00

 

* Dom Edvaldo Gonçalves Amaral, SDB
Para os meus "vinte e cinco leitores" 
(chiste do grande escritor italiano Ale
xandre Manzoni - 1785-1873) quero reproduzir hoje interessante trecho de um livro de reflexões de uma mãe cristã, intitulado "Diário de uma Mãe".
A autora é Ana Inês Ribeiro, irmã mais velha de 10 filhos. De seus 13 filhos, um foi Inspetor (Provincial) Salesiano do Nordeste e exerce intenso apostolado de comunicação pelo rádio e em shows-mensagens por todo o Brasil - é o Pe. João Carlos Ribeiro.
Ana Inês foi professora primária em vários engenhos da Mata Sul de Pernambuco, onde seu esposo, João, era plantador de cana e depois, pequeno proprietário agrícola. Ana, com boa formação cristã vivida nas comunidades de base e nos encontros de formação para evangelizadores, desenvolveu verdadeira paixão pela leitura e por escrever cartas e reflexões. Diz ela: "Quando ainda namorava com João, cheguei a escrever 66 cartas no mesmo ano. Sempre recebo agendas e cadernos e tem sido neles que escrevo minhas reflexões. Como já tenho muitos escritos, vez por outra dou para meus filhos, caso eles queiram ler...".
O capítulo que escolhi traz o sugestivo título "A Bíblia e o celular". É fruto de suas pesquisas e muito interessante. Dele, extraio os seguintes pontos para a reflexão dos caros leitores:
- Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?
- E se sempre carregássemos nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
- E se déssemos umas olhadas nela várias vezes ao dia?
- E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa ou no escritório...?
- E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
- E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
- E se déssemos de presente às crianças?
- E se a usássemos quando viajamos?
- E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
"Diversamente do celular, a Bíblia não fica "sem sinal". Ela "pega" em qualquer lugar. Não é preciso preocupar-se com a falta de crédito, porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida" - continua Ana Inês.
O capítulo ainda traz "os telefones de emergência", dos quais vou citar só alguns:
- quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51;
- quando preocupado, ligue Mateus 6, 19;
- quando em perigo, ligue Salmo 91;
- quando solitário e com medo, Salmo 23;
- quando se sentir triste e sozinho, ligue Romanos 8, 31-39.
O exemplar do livro de Ana Inês Ribeiro, que me foi oferecido, trazia a mais apropriada das motivações: "Quanta coisa bonita uma mãe cristã pode nos ensinar!".
* Dom Edvaldo Gonçalves Amaral, SDB é Arcebispo Emérito de Maceió (foi Bispo Auxiliar de Aracaju - 1975 a 1980)
dedvaldo@salesianorecife.com.br

* Dom Edvaldo Gonçalves Amaral, SDB

Para os meus "vinte e cinco leitores"  (chiste do grande escritor italiano Ale xandre Manzoni - 1785-1873) quero reproduzir hoje interessante trecho de um livro de reflexões de uma mãe cristã, intitulado "Diário de uma Mãe".
A autora é Ana Inês Ribeiro, irmã mais velha de 10 filhos. De seus 13 filhos, um foi Inspetor (Provincial) Salesiano do Nordeste e exerce intenso apostolado de comunicação pelo rádio e em shows-mensagens por todo o Brasil - é o Pe. João Carlos Ribeiro.
Ana Inês foi professora primária em vários engenhos da Mata Sul de Pernambuco, onde seu esposo, João, era plantador de cana e depois, pequeno proprietário agrícola. Ana, com boa formação cristã vivida nas comunidades de base e nos encontros de formação para evangelizadores, desenvolveu verdadeira paixão pela leitura e por escrever cartas e reflexões. Diz ela: "Quando ainda namorava com João, cheguei a escrever 66 cartas no mesmo ano. Sempre recebo agendas e cadernos e tem sido neles que escrevo minhas reflexões. Como já tenho muitos escritos, vez por outra dou para meus filhos, caso eles queiram ler...".
O capítulo que escolhi traz o sugestivo título "A Bíblia e o celular". É fruto de suas pesquisas e muito interessante. Dele, extraio os seguintes pontos para a reflexão dos caros leitores:
- Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?
- E se sempre carregássemos nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
- E se déssemos umas olhadas nela várias vezes ao dia?
- E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa ou no escritório...?
- E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
- E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
- E se déssemos de presente às crianças?
- E se a usássemos quando viajamos?
- E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
"Diversamente do celular, a Bíblia não fica "sem sinal". Ela "pega" em qualquer lugar. Não é preciso preocupar-se com a falta de crédito, porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida" - continua Ana Inês.
O capítulo ainda traz "os telefones de emergência", dos quais vou citar só alguns:
- quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51;
- quando preocupado, ligue Mateus 6, 19;
- quando em perigo, ligue Salmo 91;
- quando solitário e com medo, Salmo 23;
- quando se sentir triste e sozinho, ligue Romanos 8, 31-39.
O exemplar do livro de Ana Inês Ribeiro, que me foi oferecido, trazia a mais apropriada das motivações: "Quanta coisa bonita uma mãe cristã pode nos ensinar!".

* Dom Edvaldo Gonçalves Amaral, SDB é Arcebispo Emérito de Maceió (foi Bispo Auxiliar de Aracaju - 1975 a 1980)dedvaldo@salesianorecife.com.br