VALIDADES VENCIDAS

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Publicada em 12/09/2019 às 08:42:00

 

* Rômulo Rodrigues
Acabou! Não tem mais jeito. A Vaza Jato desnudou a maior organização criminosa da história, montada a partir de um núcleo bem estruturado pelo DEA, na República de Curitiba.
O trabalho criterioso do Site The Intercept provou e continua provando que os lavajateiros se tornaram bandidos da pior espécie; achacadores e lobistas.
Em momentos anteriores já escrevi que Sergio Moro era Avatar de Savanarola e Deltan Dallagnol, de Torquemada. Confesso que errei no comparativo: são muito piores.
Por sua vez, há uns dez anos escrevi que os Procuradores da República estavam se organizando com vistas a serem o novo partido Moderador, motivo pelo qual um amigo Procurador rebateu meu artigo de forma autoritária e deselegante.
Hoje, o fato está mais que confirmado e o secretário geral do partido clandestino está configurado ser o menino inocente e religioso Dallagnol que ambicionava um bom caixa 2 de R$ 2, 5 bilhões para eleição de uma bancada no Congresso Nacional, para chamar de sua.
Por excesso de arrogância, não por ingenuidade, chutou o balde cheio de leite, e jogou o apurado no mato.
A Operação Vaza Jato vai mais além e confirma a existência de outros partidos ilegais e subordinados aos interesses americanos como: o Partido da Justiça, presidido por Sergio Moro; o Partido Militar, presidido pelo então general Villas Boas e o mais organizado de todos; o Partido Midiático comandado pelo Sistema Globo, responsáveis pela elaboração e execução do golpe, dentro do que determinou o manual da Guerra Híbrida.
Os indícios indicam que no QG do Partido da Justiça, Delegados da Polícia Federal eram instruídos a identificarem deslizes de executivos de primeira linha nas grandes empreiteiras, normalmente as maiores doadoras para as mais diversas campanhas eleitorais, há mais de 30 anos, fazerem algumas acusações, vazarem para a mídia escrita que o figurão estava sendo investigado por suspeita de corrupção na Petrobras, para ser noticiado no Jornal Nacional e em seguida virar intensas mesas de debates acusatórios nas Rádios e TV'S pagas do Sistema Globo e afiliadas, ate virar comoção e indignação nas massas e, só depois, vincular aos governos do PT.
Todo esse processo foi iniciado em Março de 2013, cujos primeiros testes foram feitos nas manifestações de Junho, que deixaram o terreno adubado para farsa da PEC-37, que abriu caminho para que a turma da Lava Jato montasse o seu projeto de poder, a partir de 2016.
A origem de todo o mal que se intensificou a partir de 2013 está na afronta inaceitável para a alta Burguesia Rentista que um País continental como o Brasil, com imensas riquezas a serem exploradas, ter construído um Partido da Classe Trabalhadora e este, superando os seus medos, ir consolidando um projeto de Soberania e de respeito na agenda econômica mundial.
A centelha acesa com a eleição de Lula já havia sido combatida nos primeiros anos de governo, através de uma bem montada operação para derruba-lo, em 2005, que não logrou êxito pela absoluta falta de apoio popular.
Paciente, o Capital Financeiro esperou 10 anos até homogeneizar um enorme exército de imbecis e sair vitorioso através da Guerra Híbrida.
Desde o inicio, já era perceptível, para poucos, que o receituário era o tradicional da CIA para estas bandas da América do Sul.
Inundar os veículos do Partido Midiático com apelos calorosos ao combate à corrupção, construir uma base sólida no judiciário, mapear e recrutar velhos remanescentes do golpismo militar em favor dos Estados Unidos e ter como base de aliança política os verdadeiros corruptos de sempre que se sentiam ameaçados por políticas de inclusão e expansão do conhecimento.
O processo galopava compassadamente até que um Jornalista americano, radicado no Brasil, resolveu que o País precisava ter uma Imprensa Livre para questionar e denunciar o assalto que estava sendo praticado contra o povo, seus direitos e suas riquezas.
Tudo parecia tão fácil no inicio que eles não perceberam o erro que estavam cometendo, quando quiseram destruir, não duas Torres Gêmeas, mas três pilares que davam sustentação a um novo Brasil: 1) um partido construído a partir das bases da Classe Trabalhadora; 2) dois governos seguidos que superavam, em muito, com suas realizações em favor do povo, os 500 anos de desgovernos das elites e 3) um líder popular que havia alcançado 87% de aprovação quando da saída do seu segundo mandato.
O momento atual da conjuntura já determina o fim do prazo de validade do governo Bolsonaro, do império lavajatista e da tutela militar em favor de uma grande traição à Pátria.
O combate tem que ser intensificado, antes que as massas resolvam sair sem rumo e sem prumo em busca de um passado recente que lhe fugiu por entre os dedos como um líquido qualquer. A hora é de ação para derrotar os traidores e trazer nossa soberania de volta.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Acabou! Não tem mais jeito. A Vaza Jato desnudou a maior organização criminosa da história, montada a partir de um núcleo bem estruturado pelo DEA, na República de Curitiba.
O trabalho criterioso do Site The Intercept provou e continua provando que os lavajateiros se tornaram bandidos da pior espécie; achacadores e lobistas.
Em momentos anteriores já escrevi que Sergio Moro era Avatar de Savanarola e Deltan Dallagnol, de Torquemada. Confesso que errei no comparativo: são muito piores.
Por sua vez, há uns dez anos escrevi que os Procuradores da República estavam se organizando com vistas a serem o novo partido Moderador, motivo pelo qual um amigo Procurador rebateu meu artigo de forma autoritária e deselegante.
Hoje, o fato está mais que confirmado e o secretário geral do partido clandestino está configurado ser o menino inocente e religioso Dallagnol que ambicionava um bom caixa 2 de R$ 2, 5 bilhões para eleição de uma bancada no Congresso Nacional, para chamar de sua.
Por excesso de arrogância, não por ingenuidade, chutou o balde cheio de leite, e jogou o apurado no mato.
A Operação Vaza Jato vai mais além e confirma a existência de outros partidos ilegais e subordinados aos interesses americanos como: o Partido da Justiça, presidido por Sergio Moro; o Partido Militar, presidido pelo então general Villas Boas e o mais organizado de todos; o Partido Midiático comandado pelo Sistema Globo, responsáveis pela elaboração e execução do golpe, dentro do que determinou o manual da Guerra Híbrida.
Os indícios indicam que no QG do Partido da Justiça, Delegados da Polícia Federal eram instruídos a identificarem deslizes de executivos de primeira linha nas grandes empreiteiras, normalmente as maiores doadoras para as mais diversas campanhas eleitorais, há mais de 30 anos, fazerem algumas acusações, vazarem para a mídia escrita que o figurão estava sendo investigado por suspeita de corrupção na Petrobras, para ser noticiado no Jornal Nacional e em seguida virar intensas mesas de debates acusatórios nas Rádios e TV'S pagas do Sistema Globo e afiliadas, ate virar comoção e indignação nas massas e, só depois, vincular aos governos do PT.
Todo esse processo foi iniciado em Março de 2013, cujos primeiros testes foram feitos nas manifestações de Junho, que deixaram o terreno adubado para farsa da PEC-37, que abriu caminho para que a turma da Lava Jato montasse o seu projeto de poder, a partir de 2016.
A origem de todo o mal que se intensificou a partir de 2013 está na afronta inaceitável para a alta Burguesia Rentista que um País continental como o Brasil, com imensas riquezas a serem exploradas, ter construído um Partido da Classe Trabalhadora e este, superando os seus medos, ir consolidando um projeto de Soberania e de respeito na agenda econômica mundial.
A centelha acesa com a eleição de Lula já havia sido combatida nos primeiros anos de governo, através de uma bem montada operação para derruba-lo, em 2005, que não logrou êxito pela absoluta falta de apoio popular.
Paciente, o Capital Financeiro esperou 10 anos até homogeneizar um enorme exército de imbecis e sair vitorioso através da Guerra Híbrida.
Desde o inicio, já era perceptível, para poucos, que o receituário era o tradicional da CIA para estas bandas da América do Sul.
Inundar os veículos do Partido Midiático com apelos calorosos ao combate à corrupção, construir uma base sólida no judiciário, mapear e recrutar velhos remanescentes do golpismo militar em favor dos Estados Unidos e ter como base de aliança política os verdadeiros corruptos de sempre que se sentiam ameaçados por políticas de inclusão e expansão do conhecimento.
O processo galopava compassadamente até que um Jornalista americano, radicado no Brasil, resolveu que o País precisava ter uma Imprensa Livre para questionar e denunciar o assalto que estava sendo praticado contra o povo, seus direitos e suas riquezas.
Tudo parecia tão fácil no inicio que eles não perceberam o erro que estavam cometendo, quando quiseram destruir, não duas Torres Gêmeas, mas três pilares que davam sustentação a um novo Brasil: 1) um partido construído a partir das bases da Classe Trabalhadora; 2) dois governos seguidos que superavam, em muito, com suas realizações em favor do povo, os 500 anos de desgovernos das elites e 3) um líder popular que havia alcançado 87% de aprovação quando da saída do seu segundo mandato.
O momento atual da conjuntura já determina o fim do prazo de validade do governo Bolsonaro, do império lavajatista e da tutela militar em favor de uma grande traição à Pátria.
O combate tem que ser intensificado, antes que as massas resolvam sair sem rumo e sem prumo em busca de um passado recente que lhe fugiu por entre os dedos como um líquido qualquer. A hora é de ação para derrotar os traidores e trazer nossa soberania de volta.

* Rômulo Rodrigues é militante político