Justiça absolve acusado por morte de carroceiro

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Publicada em 06/09/2019 às 21:56:00

 

Gabriel Damásio
Em julgamento realizado nesta sexta-feira, no Fórum Gumercindo Bessa (Capucho), o 1º Tribunal do Júri da Comarca de Aracaju absolveu o réu Genilson Santos Ribeiro, acusado pelo assassinato do carroceiro Ademilson dos Santos, o 'Aritana', morto a tiros em 6 de abril de 2008  na rua Terezinha Macedo da Silva, no Conjunto Bugio (zona oeste). A decisão foi tomada por maioria dos jurados, que entenderam não haver provas concretas do envolvimento de Genilson com o crime. O julgamento durou cinco horas e foi considerado rápido, porque as bancas de acusação e defesa não usaram todo o tempo disponível para os debates e dispensaram as réplicas. 
Genilson estava preso desde 2017 e foi solto ontem mesmo, logo após o fim do julgamento. O defensor Ermelino Costa Cerqueira, que atuou em defesa do réu, sustentou a tese de negativa de autoria do crime e pediu a absolvição de Genilson, "subsidiariamente por clemência, tempo de prisão do acusado e eventualmente pela maioria apertada no quesito autoria". 
Já promotora Suzy Mary de Carvalho Oliveira, representante do Ministério Público, pediu a condenação do réu e, após o resultado, apresentou apelação da sentença, pedindo a degravação dos depoimentos e do interrogatório, com a conseqüente abertura de prazo para apresentação das razões de recurso. A denúncia do Ministério Público, com base em investigações da Polícia Civil, apontava que o réu acusava 'Aritana' de ter assassinado seu irmão, meses antes do crime, e, por isso, teria decidido matá-lo. A acusação citou ainda que o carroceiro foi atingido de surpresa, sem chances de reação. A defesa de Genilson alegou insuficiência de provas.  

Gabriel Damásio

Em julgamento realizado nesta sexta-feira, no Fórum Gumercindo Bessa (Capucho), o 1º Tribunal do Júri da Comarca de Aracaju absolveu o réu Genilson Santos Ribeiro, acusado pelo assassinato do carroceiro Ademilson dos Santos, o 'Aritana', morto a tiros em 6 de abril de 2008  na rua Terezinha Macedo da Silva, no Conjunto Bugio (zona oeste). A decisão foi tomada por maioria dos jurados, que entenderam não haver provas concretas do envolvimento de Genilson com o crime. O julgamento durou cinco horas e foi considerado rápido, porque as bancas de acusação e defesa não usaram todo o tempo disponível para os debates e dispensaram as réplicas. 
Genilson estava preso desde 2017 e foi solto ontem mesmo, logo após o fim do julgamento. O defensor Ermelino Costa Cerqueira, que atuou em defesa do réu, sustentou a tese de negativa de autoria do crime e pediu a absolvição de Genilson, "subsidiariamente por clemência, tempo de prisão do acusado e eventualmente pela maioria apertada no quesito autoria". 
Já promotora Suzy Mary de Carvalho Oliveira, representante do Ministério Público, pediu a condenação do réu e, após o resultado, apresentou apelação da sentença, pedindo a degravação dos depoimentos e do interrogatório, com a conseqüente abertura de prazo para apresentação das razões de recurso. A denúncia do Ministério Público, com base em investigações da Polícia Civil, apontava que o réu acusava 'Aritana' de ter assassinado seu irmão, meses antes do crime, e, por isso, teria decidido matá-lo. A acusação citou ainda que o carroceiro foi atingido de surpresa, sem chances de reação. A defesa de Genilson alegou insuficiência de provas.