Nanã Trio volta ao Teatro Atheneu com o show 'Flor de Mandacaru - a mulher na música nordestina'

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Publicada em 05/09/2019 às 23:26:00

 

Reverenciando a mulher na música nordestina, o Nanã Trio volta ao palco do Teatro Atheneu no dia 14 de setembro, com o show 'Flor de Mandacaru'. Rebecca Melo, Lygia Carvalho e Glória Costa trazem ao palco um repertório que promete despertar a memória afetiva do público, na execução primorosa da banda formada por Lucas Campelo (sanfona), Kelvin Farias (baixo), Rafael Jr. (bateria) e Ton Toy (percussão) - sob a direção musical de Denisson Cleber (violão). No repertório, Gil, Caetano, Djavan, Geraldo, Alceu, Lenine, Chico César, Zeca Baleiro, Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Pepeu Gomes, entre outros compositores, também da música sergipana, como Joésia Ramos, Chiko Queiroga & Antônio Rogério.
 "Iremos reverenciar mulheres que inspiraram canções de uma gama de compositores que nos são caros, como Sandra, Tigresa, Luz de Tieta, Pétala, Tesoura do Desejo, La Belle de Jour, Todas Elas Juntas num só Ser, Moça Bonita, Dona da Minha Cabeça, Feito Mandacaru, Mama África, Salão de Beleza, Mestiça, Diacho de Mulher, e tantas outras", conta Gloria Costa, uma das integrantes do grupo, que assina o roteiro. Segundo ela, o roteiro também contempla a representação da fé típica da cultura nordestina, em canções que trazem figuras femininas sagradas, como Sexy Iemanjá (de Pepeu Gomes), Ave Maria Sertaneja (de Luiz Gonzaga) e Cordeiro de Nanã (de Mateus Aleluia).  
O Espetáculo conta, ainda, com as participações dos cantores e compositores Lina Sousa e Bob Lelis; do instrumentista Filipe Madureira e a intervenção poética de Ewerthon Vieira. Uma das maiores novidades, contudo, é a apresentação de canções autorais do Nanã Trio, que inicia o processo de preparação de um EP, previsto para o ano que vem. O grupo revela que, o 'Flor de Mandacaru' é um encontro conceitual entre os seus dois primeiros projetos,  'À Flor da Pele' e 'Mungunzá'. "Começamos por Chico porque precisávamos de um mote forte, que nos tocasse a alma, mas já no segundo projeto, fizemos um mergulho nas nossas raízes, na cultura regional do forró tradicional, que originou o repertório 'Mungunzá'. Inesperadamente, tivemos uma receptividade incrível do público em ambas as propostas, sendo o 'Flor de Mandacaru', agora, o encontro de todas essas 

Reverenciando a mulher na música nordestina, o Nanã Trio volta ao palco do Teatro Atheneu no dia 14 de setembro, com o show 'Flor de Mandacaru'. Rebecca Melo, Lygia Carvalho e Glória Costa trazem ao palco um repertório que promete despertar a memória afetiva do público, na execução primorosa da banda formada por Lucas Campelo (sanfona), Kelvin Farias (baixo), Rafael Jr. (bateria) e Ton Toy (percussão) - sob a direção musical de Denisson Cleber (violão). No repertório, Gil, Caetano, Djavan, Geraldo, Alceu, Lenine, Chico César, Zeca Baleiro, Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Pepeu Gomes, entre outros compositores, também da música sergipana, como Joésia Ramos, Chiko Queiroga & Antônio Rogério.
 "Iremos reverenciar mulheres que inspiraram canções de uma gama de compositores que nos são caros, como Sandra, Tigresa, Luz de Tieta, Pétala, Tesoura do Desejo, La Belle de Jour, Todas Elas Juntas num só Ser, Moça Bonita, Dona da Minha Cabeça, Feito Mandacaru, Mama África, Salão de Beleza, Mestiça, Diacho de Mulher, e tantas outras", conta Gloria Costa, uma das integrantes do grupo, que assina o roteiro. Segundo ela, o roteiro também contempla a representação da fé típica da cultura nordestina, em canções que trazem figuras femininas sagradas, como Sexy Iemanjá (de Pepeu Gomes), Ave Maria Sertaneja (de Luiz Gonzaga) e Cordeiro de Nanã (de Mateus Aleluia).  
O Espetáculo conta, ainda, com as participações dos cantores e compositores Lina Sousa e Bob Lelis; do instrumentista Filipe Madureira e a intervenção poética de Ewerthon Vieira. Uma das maiores novidades, contudo, é a apresentação de canções autorais do Nanã Trio, que inicia o processo de preparação de um EP, previsto para o ano que vem. O grupo revela que, o 'Flor de Mandacaru' é um encontro conceitual entre os seus dois primeiros projetos,  'À Flor da Pele' e 'Mungunzá'. "Começamos por Chico porque precisávamos de um mote forte, que nos tocasse a alma, mas já no segundo projeto, fizemos um mergulho nas nossas raízes, na cultura regional do forró tradicional, que originou o repertório 'Mungunzá'. Inesperadamente, tivemos uma receptividade incrível do público em ambas as propostas, sendo o 'Flor de Mandacaru', agora, o encontro de todas essas