Acusados por morte do capitão Oliveira morrem em SP

Cidades

 

Uma ação conjunta das polícias de Sergipe e São Paulo localizou mais três integrantes da associação criminosa apontada como responsável pelo assassinato do capitão da Polícia Militar Manoel Oliveira, comandante da Companhia Independente de Operações Policiais em Áreas de Caatinga (Ciopac), ocorrido em abril de 2018. A operação, liderada pela Polícia Civil sergipana, aconteceu na rodovia Cônego Domênico Rangoni, em Santos (SP), e terminou nas mortes dos ex-presidiários Cleciano Veira Santos, 36, José Tadeu Ribeiro dos Anjos, 26, e Albano da Silva, 34.
Os três foram cercados por equipes das polícias Civil e Militar e morreram baleados em um confronto armado. Participaram da operação o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), o 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM), a Divisão de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) e a Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac), em conjunto com o 2º Batalhão de Ações Especiais Policiais (2º BAEP) e a Delegacia de Investigações Gerais de Santos (DIG - Santos), unidades das polícias paulistas.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a ação tinha como objetivo cumprir o mandado de prisão contra Cleciano. "Ele integrava a quadrilha que assassinou o capitão Oliveira. Ele estava em São Paulo sendo ajudado por outro suspeito, o Albano, que também era integrante dessa associação criminosa, que estava dando toda a estrutura para Cleciano. Esse também já estava com outro membro, o Tadeu, o qual também possuía mandado de prisão em aberto. Todos três são de Pedro Alexandre/BA", detalhou a SSP.
Cleciano foi preso em uma operação em 22 de setembro de 2017, que resultou na morte de um membro do grupo, Úilson Gonçalves de Souza. As investigações confirmaram que esta morte foi determinante para que a quadrilha determinasse a morte de alguma figura de destaque dentro da polícia. "Ele era um dos principais articuladores da organização criminosa, mesmo estando preso, e decidiu que alguém da polícia fosse morto, querendo mostrar força que eles achavam que tinham perante a polícia sergipana, mas nós conseguimos mostrar que a nossa Polícia jamais dobrará a cabeça para qualquer associação criminosa", avisa a delegada geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza.
Os suspeitos eram integrantes de um grupo criminoso que já praticou diversos homicídios em estados do Nordeste. "Eram todos membros de uma associação criminosa perigosa que atuava no tráfico de drogas e na pistolagem, já assassinou diversas pessoas em Sergipe, na Bahia e São Paulo. Foi uma operação muito complexa de ser realizada, por isso que tem várias etapas. Não podemos deixar de agradecer a importante participação da polícia de Santos nessa operação.", frisou Katarina.
O resultado da operação foi baseado na integração das forças das polícias de Sergipe. "Polícia Civil e Militar estão juntas nesse combate ao crime organizado porque não podemos deixar que Sergipe torne um cenário onde o crime cresça, então essas ações são para se cumprir a lei. Quando a opção de meliantes como esses é reagir a ação da polícia, nós reagimos a altura e nesse caso houve esse desfecho. Nós continuamos trabalhando de forma integrada fazendo com que Sergipe não se torne um cenário de crime organizado", explicou o coronel e comandante da Polícia Militar, Marcony Cabral.
O grupo também é responsável pela morte do secretário de Agricultura de Pedro Alexandre, na divisa da Bahia com Sergipe, em junho deste ano. Fredson da Silva Santos foi morto a tiros em um bar da zona rural da cidade. Conforme a polícia, Fredson estava acompanhado de amigos quando um homem atirou contra ele. Parte dos integrantes possuíam mandados de prisão em aberto pela morte do ex-vereador Claudeir dos Santos, conhecido como "Pinho de Santa Rosa", morto em março de 2017 no município de Poço Redondo; do ex-prefeito do município de Pedro Alexandre, Petrônio Pereira Gomes e pela tentativa do homicídio contra o vice-prefeito daquela cidade, que teve o carro alvejado por mais de 60 tiros, a vítima sobreviveu e reconheceu os autores. Também estão envolvidos na morte do presidente da câmara do município de Carira, Jailton Martins de Carvalho, conhecido como "Jailton do Preá".

Uma ação conjunta das polícias de Sergipe e São Paulo localizou mais três integrantes da associação criminosa apontada como responsável pelo assassinato do capitão da Polícia Militar Manoel Oliveira, comandante da Companhia Independente de Operações Policiais em Áreas de Caatinga (Ciopac), ocorrido em abril de 2018. A operação, liderada pela Polícia Civil sergipana, aconteceu na rodovia Cônego Domênico Rangoni, em Santos (SP), e terminou nas mortes dos ex-presidiários Cleciano Veira Santos, 36, José Tadeu Ribeiro dos Anjos, 26, e Albano da Silva, 34.
Os três foram cercados por equipes das polícias Civil e Militar e morreram baleados em um confronto armado. Participaram da operação o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), o 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM), a Divisão de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) e a Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac), em conjunto com o 2º Batalhão de Ações Especiais Policiais (2º BAEP) e a Delegacia de Investigações Gerais de Santos (DIG - Santos), unidades das polícias paulistas.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a ação tinha como objetivo cumprir o mandado de prisão contra Cleciano. "Ele integrava a quadrilha que assassinou o capitão Oliveira. Ele estava em São Paulo sendo ajudado por outro suspeito, o Albano, que também era integrante dessa associação criminosa, que estava dando toda a estrutura para Cleciano. Esse também já estava com outro membro, o Tadeu, o qual também possuía mandado de prisão em aberto. Todos três são de Pedro Alexandre/BA", detalhou a SSP.
Cleciano foi preso em uma operação em 22 de setembro de 2017, que resultou na morte de um membro do grupo, Úilson Gonçalves de Souza. As investigações confirmaram que esta morte foi determinante para que a quadrilha determinasse a morte de alguma figura de destaque dentro da polícia. "Ele era um dos principais articuladores da organização criminosa, mesmo estando preso, e decidiu que alguém da polícia fosse morto, querendo mostrar força que eles achavam que tinham perante a polícia sergipana, mas nós conseguimos mostrar que a nossa Polícia jamais dobrará a cabeça para qualquer associação criminosa", avisa a delegada geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza.
Os suspeitos eram integrantes de um grupo criminoso que já praticou diversos homicídios em estados do Nordeste. "Eram todos membros de uma associação criminosa perigosa que atuava no tráfico de drogas e na pistolagem, já assassinou diversas pessoas em Sergipe, na Bahia e São Paulo. Foi uma operação muito complexa de ser realizada, por isso que tem várias etapas. Não podemos deixar de agradecer a importante participação da polícia de Santos nessa operação.", frisou Katarina.
O resultado da operação foi baseado na integração das forças das polícias de Sergipe. "Polícia Civil e Militar estão juntas nesse combate ao crime organizado porque não podemos deixar que Sergipe torne um cenário onde o crime cresça, então essas ações são para se cumprir a lei. Quando a opção de meliantes como esses é reagir a ação da polícia, nós reagimos a altura e nesse caso houve esse desfecho. Nós continuamos trabalhando de forma integrada fazendo com que Sergipe não se torne um cenário de crime organizado", explicou o coronel e comandante da Polícia Militar, Marcony Cabral.
O grupo também é responsável pela morte do secretário de Agricultura de Pedro Alexandre, na divisa da Bahia com Sergipe, em junho deste ano. Fredson da Silva Santos foi morto a tiros em um bar da zona rural da cidade. Conforme a polícia, Fredson estava acompanhado de amigos quando um homem atirou contra ele. Parte dos integrantes possuíam mandados de prisão em aberto pela morte do ex-vereador Claudeir dos Santos, conhecido como "Pinho de Santa Rosa", morto em março de 2017 no município de Poço Redondo; do ex-prefeito do município de Pedro Alexandre, Petrônio Pereira Gomes e pela tentativa do homicídio contra o vice-prefeito daquela cidade, que teve o carro alvejado por mais de 60 tiros, a vítima sobreviveu e reconheceu os autores. Também estão envolvidos na morte do presidente da câmara do município de Carira, Jailton Martins de Carvalho, conhecido como "Jailton do Preá".

 


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