Por outra ótica

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Na reunião ontem dos deputados estaduais ainda emedebistas Garibalde Mendonça e Zezinho Guimarães com a senadora Maria do Carmo Alves (DEM), em seu gabinete em Brasília, estavam presentes o prefeito de Tomar do Geru, Pedrinho de Balbino, e o presidente es
Na reunião ontem dos deputados estaduais ainda emedebistas Garibalde Mendonça e Zezinho Guimarães com a senadora Maria do Carmo Alves (DEM), em seu gabinete em Brasília, estavam presentes o prefeito de Tomar do Geru, Pedrinho de Balbino, e o presidente es

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Publicada em 29/08/2019 às 00:00:00

 

Um aliado do governador Belivaldo 
Chagas (PSD), que vive na política 
há 30 anos, mas não é político, faz uma análise à coluna da pessoa e do governo Belivaldo. Entende que ele mostra um "ensinamento acima da compreensão dos políticos de Sergipe".
"Belivaldo pratica a nova política de forma silenciosa, que as pessoas não acreditam por não agir de acordo com a velha política. Um exemplo claro disso é que quando vai viajar escolhe o voo mais barato e não assina nota para levar para o estado pagar. Ele não é melhor que os outros, só tem consciência da nova realidade do país", afirma. 
Entende que o momento é muito difícil para o Brasil. "A realidade econômica do país é outra. O estado não é mais a vaca leiteira. O cobertor ficou curto. O momento é de arrocho fiscal, penúria", avalia. 
"A velha oposição, que já foi aliada do governo, não entende isso por ter o mesmo pensamento. Só faz criticar por criticar. A nova oposição entrou na política nesse cenário de crise. Não faz oposição aguerrida a Belivaldo. Um exemplo claro disso é o senador Alessandro Vieira", diz.
Para ele, a "nova oposição" consegue ver que Sergipe não é uma ilha e bate no que está errado, enquanto a "velha oposição" quer fazer uma oposição forte com o "ranço do passado"
.
Ressalta que Belivaldo está governando com responsabilidade fiscal. "Só precisa do equilíbrio fiscal e da reforma da Previdência, já que o governo está sendo dragado pela Previdência", afirma, lembrando que na avaliação dos estados, pelo Tesouro Nacional, Sergipe tem a letra "C" e que o único estado que tem a letra "A" é o Espírito Santo. 
No seu entendimento, o governador se livrando do processo da cassação do mandato pelo TRE/SE, só será candidato se tiver condições de organizar a máquina do estado. "Pode ser candidato pela avaliação do seu governo, mas não comprometendo o governo para ter mandato. A eleição de 2022 será uma consequência do governo dele", afirma.
Reafirmando que o governador não está praticando a velha política diz está convicto de que ele não vai "vender a alma" para ser candidato em 2022. "Belivaldo está fazendo o dever de casa, governando com responsabilidade fiscal e indo para dentro das secretarias acompanhar toda a parte administrativa. Não vai quebrar o estado para ser candidato a qualquer custo. Só não entende quem não quer",  acredita.  

Um aliado do governador Belivaldo  Chagas (PSD), que vive na política  há 30 anos, mas não é político, faz uma análise à coluna da pessoa e do governo Belivaldo. Entende que ele mostra um "ensinamento acima da compreensão dos políticos de Sergipe".
"Belivaldo pratica a nova política de forma silenciosa, que as pessoas não acreditam por não agir de acordo com a velha política. Um exemplo claro disso é que quando vai viajar escolhe o voo mais barato e não assina nota para levar para o estado pagar. Ele não é melhor que os outros, só tem consciência da nova realidade do país", afirma. 
Entende que o momento é muito difícil para o Brasil. "A realidade econômica do país é outra. O estado não é mais a vaca leiteira. O cobertor ficou curto. O momento é de arrocho fiscal, penúria", avalia. 
"A velha oposição, que já foi aliada do governo, não entende isso por ter o mesmo pensamento. Só faz criticar por criticar. A nova oposição entrou na política nesse cenário de crise. Não faz oposição aguerrida a Belivaldo. Um exemplo claro disso é o senador Alessandro Vieira", diz.
Para ele, a "nova oposição" consegue ver que Sergipe não é uma ilha e bate no que está errado, enquanto a "velha oposição" quer fazer uma oposição forte com o "ranço do passado".Ressalta que Belivaldo está governando com responsabilidade fiscal. "Só precisa do equilíbrio fiscal e da reforma da Previdência, já que o governo está sendo dragado pela Previdência", afirma, lembrando que na avaliação dos estados, pelo Tesouro Nacional, Sergipe tem a letra "C" e que o único estado que tem a letra "A" é o Espírito Santo. 
No seu entendimento, o governador se livrando do processo da cassação do mandato pelo TRE/SE, só será candidato se tiver condições de organizar a máquina do estado. "Pode ser candidato pela avaliação do seu governo, mas não comprometendo o governo para ter mandato. A eleição de 2022 será uma consequência do governo dele", afirma.
Reafirmando que o governador não está praticando a velha política diz está convicto de que ele não vai "vender a alma" para ser candidato em 2022. "Belivaldo está fazendo o dever de casa, governando com responsabilidade fiscal e indo para dentro das secretarias acompanhar toda a parte administrativa. Não vai quebrar o estado para ser candidato a qualquer custo. Só não entende quem não quer",  acredita.  

Com o DEM 1

Insatisfeitos com o MDB, os deputados estaduais Garibalde Mendonça e Zezinho Guimarães continuam namorando o DEM. Ontem os dois parlamentares estiveram com a senadora Maria do Carmo Alves, em seu gabinete em Brasília, discutindo o fortalecimento do partido no estado para as eleições 2020. 

Com o DEM 2

Segundo Garibalde, ele ficou surpreso com a empolgação de Maria do Carmo para fortalecer o DEM visando 2020. Disse que ela declarou que vai conversar com vários prefeitos e visitar os ministérios para ver como pode fortalecer o partido em Sergipe.

Com o DEM 3

Revela que o seu namoro com o DEM tem de ser com cautela pela segurança jurídica.  "Enquanto não se abre a janela partidária vou continuar conversando com o DEM, que está abrindo portas em Brasília para que possa ajudar Sergipe, uma vez o partido que tem o presidente do Senado, o presidente da Câmara Federal e vários ministérios".

Com o DEM 4

Ressalta que a sua aproximação com o DEM não tem nada a ver com o governo Belivaldo, apenas com o tratamento dispensado a ele pelo MDB. "Vou continuar apoiando o governador na Assembleia Legislativa e farei o que puder para estreitar a relação com ministérios em Brasília. A porta de entrada é o DEM", acredita. 

Com o DEM 5

De Garibalde ao ser questionado se nas eleições do ano que vem vai trabalhar para os candidatos a vereador e prefeito do DEM: "Não tenho compromisso com o MDB. Só estou no partido por força jurídica. Vou orientar o meu filho [Breno Mendonça], que é presidente do DEM em Aracaju, em 2020".  

Consumação

O casamento de Garibalde Mendonça e Zezinho Guimarães com o DEM só deve acontecer quando da abertura da janela partidária, que para deputados somente ocorrerá em março de 2022, de acordo com a legislação eleitoral em vigor no país. 

Adiado

Por não haver uma decisão de voto, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE) decidiu, na sessão de ontem, adiar o julgamento do deputado federal Bosco Costa (PR) pela acusação de abuso de poder econômico nas eleições 2018, feita pela Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe (PRE/SE).  O julgamento deve entrar na pauta no próximo dia 4 de setembro.

Motivo do pedido

A PRE pediu a cassação do mandato do deputado e a sua inelegibilidade por oito anos baseada em dados do TRE de que ele gastou R$ 485.350,00 com locação de veículos, do montante de R$ 2,09 milhões gastos na campanha.  Isso porque o limite legal para gastos com veículos é de 20%, e o candidato gastou quase 25% dos recursos de sua campanha com essa despesa.

Já julgados

Nos últimos dez dias o pleno do TRE cassou o mandato do governador Belivaldo Chagas (PSD) e da vice Eliane Aquino (PT) por abuso de poder político, assim como do deputado estadual Talysson Costa (PR) por abuso de poder político e econômico nas eleições do ano passado. Ainda tornou inelegível por oito anos Belivaldo e Talysson. O tribunal só julgou improcedentes as acusações contra o deputado estadual Ibrain Monteiro (PSC).< /span>

Quebra de acordo 1

Por um voto, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) deixou de ser eleito presidente da Comissão Mista Permanente Sobre Mudanças Climáticas (CMMC), que foi instalada ontem no Congresso Nacional. Foi eleito como presidente o senador Zequinha Marinho (PSC-PA) e para os cargos de vice-presidente e relator foram escolhidos os deputados Sérgio Souza (MDB-PR) e Edilázio Júnior (PSD-MA), respectivamente.

Quebra de acordo 2

O acordo inicial, firmado entre os parlamentares em fevereiro, indicava que Alessandro Vieira seria escolhido como presidente da CMMC. No entanto, houve uma mudança nas indicações dos líderes parlamentares para que fossem incluídos parlamentares ligados à Amazônia.

Quebra de acordo 3

Alguns parlamentares protestaram contra a quebra do acordo, dentre eles o próprio senador Alessandro Vieira e o senador Fabiano Contrato (Rede-ES). Já Zequinha Marinho, ao ser questionado, explicou que decidiu de última hora aceitar o convite para se candidatar visto que cresceu no estado do Pará, portanto, possui um histórico com a região da floresta.

Composição

Composta por 11 senadores, 11 deputados e 11 suplentes, a CMMC atua desde 2008 com atribuição de acompanhar, monitorar e fiscalizar, de modo contínuo, as ações referentes às mudanças climáticas no Brasil. O foco principal dos debates deverá ser as queimadas na Amazônia e seus impactos no Brasil e no mundo.

Aprovação

O plenário do Senado aprovou ontem requerimento de autoria de Alessandro Vieira para realização de auditoria dos empréstimos concedidos pela Caixa Econômica  para os estados do Nordeste, no período de 5 anos. "Nosso objetivo é garantir a transparência na aplicação destes recursos, identificando eventuais fraudes e desvios, bem como que não sejam utilizados critérios políticos ou ideológicos na distribuição dos recursos", comemora.

Cidadania

O deputado estadual Samuel Carvalho foi eleito presidente do Diretório Municipal do Cidadania em Nossa Senhora do Socorro. Comemora não só ter sido eleito para comandar o partido, como o fato de ver a legenda muito forte no município.

Estatística

Os quatro municípios mais populosos do país concentram 24,87 milhões de habitantes. Segundo dados de estimativa populacional divulgados ontem  pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as populações de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador concentram 11,8% da população brasileira, que hoje chega a 210,1 milhões de pessoas.

Veja essa ...

Em conversa ontem com a coluna um advogado renomado de Sergipe disse que o governador Belivaldo Chagas (PSD) só perdeu de 6 x 1 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE) por "muita incompetência da defesa". Disse ainda: "Mudando a defesa, as chances são muito boas no TSE porque na realidade não houve crime algum".

Curtas

Os deputados estaduais Garibalde Mendonça e Zezinho Guimarães não conversaram ontem somente com a senadora Maria do Carmo. Eles também estiveram com o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) e com o secretário especial da Casa Civil da Presidência da República, Abelardo Lupion.

A delegada Daniele Garcia continua relutando em participar das eleições 2020, enquanto candidata. Com isso, o nome do grupo da "nova oposição" para a Prefeitura de Aracaju deve sair dos nomes de Emília Correa (Patriotas), Dr. Emerson (Cidadania) e Milton Andrade (Novo).

O presidente estadual do PTB, deputado estadual Rodrigo Valadares, tem declarado sua vontade de disputar mandato de prefeito da capital em 2020. Mas não deve ser o candidato com o apoio da "nova oposição", liderada no estado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania), por comandar, também o PSL de Bolsonaro no estado, através do seu irmão Fábio Valadares, 

O presidente Jair Bolsonaro atribuiu as críticas de Emmanuel Macron à política ambiental do governo brasileiro ao fato de o presidente francês ser de "esquerda".  "Essa inverdade do Macron é porque ele é de esquerda e eu de centro-direita", justificou o presidente ontem no Palácio da Alvorada.