Líder do governo defende reestruturação ou extinção da Sergás

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Assembleia discute a produção de gás em Sergipe
Assembleia discute a produção de gás em Sergipe

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Publicada em 28/08/2019 às 23:58:00

 

Durante o Grande 
Expediente desta 
quarta-feira, dia 28, na Assembleia Legislativa, quando foi apresentado o atual cenário da Sergipe Gás (Sergás) e da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese), o deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) defendeu que a Sergás precisa ser reformulada ou extinta.
"Sergipe é protagonista na instalação da Termelétrica, que funcionará em janeiro e fará do nosso estado a nova estrela do gás. A Sergás é uma empresa pública, responsável pela distribuição de gás natural canalizado em Sergipe, sendo uma Sociedade de Economia Mista, cujos três acionistas são o Estado de Sergipe, a Gaspetro e Mitsui - Gás e Energia do Brasil. Ou seja, é uma empresa pública de gerenciamento privado, onde as empresas determinam valores e, hoje, entram com ação contra o Estado. Há conflito de interesse. A Sergás precisa ser revista, reavaliada e auditada", comentou Zezinho Sobral durante a sessão que contou com a presença de Valmor Barbosa, presidente da Sergás, Luiz Hamilton Santana, presidente da Agrese, e Regina França, diretora da Câmara de Gás Canalizado da Agrese.
No Plenário da Assembleia Legislativa, o deputado Zezinho Sobral lamentou que, em 25 anos, a Sergás deveria ter expandido o trabalho no mercado e sugeriu que Sergipe seguisse o exemplo do estado de Santa Catarina, que fez uma auditoria em sua empresa de gás. "A Agência Reguladora de Santa Catarina uniu-se ao Tribunal de Contas catarinense para fazer uma auditoria na empresa de gás. O sócio de lá é a Mitsui Gás - Energia do Brasil, uma das acionistas da Sergás daqui Sergipe. Ela precisou devolver ao estado R$ 100 milhões. Vou apresentar um Requerimento para que a Alese solicite para que a auditoria seja feita na Sergás", sugeriu.
"O que a Sergás fez em 25 anos? Quanto de dividendos gerou para Sergipe? Quanto está o preço do gás hoje? Por que o cidadão que tem carro a gás não consegue abastecer por causa do preço alto? Onde a Sergás estava que não permitiu que o gás chegasse com um preço melhor ao consumidor? Onde a Sergás estava que não colocou gás em Itabaiana, nos pólos maiores de crescimento para utilização em diversos empreendimentos públicos, privados e industriais? Quanto a Sergás investiu até hoje? Há um comportamento equivocado sobre a Sergás e precisa ser revisto", questionou Zezinho Sobral.
De acordo com o deputado, o debate entre a direção da Sergás, da Agrese e os parlamentares foi positivo. "Sou a favor da ampliação do trabalho da Agrese. A função dela é proteger o consumidor para que os preços, as tarifas e as taxas cobradas na condução de tributos sejam justas para o empresariado e a população. A presença de Luiz Hamilton foi essencial para o debate graças à sua ampla experiência nas questões jurídicas e de gestão pública. Já Valmor Barbosa chegou recentemente à Sergás e, conhecendo seu prestigiado histórico na condução de importantes pastas governamentais, tenho certeza que fará uma boa gestão na casa. Sua presença na Alese também fez a diferença", afirmou.

Durante o Grande  Expediente desta  quarta-feira, dia 28, na Assembleia Legislativa, quando foi apresentado o atual cenário da Sergipe Gás (Sergás) e da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese), o deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) defendeu que a Sergás precisa ser reformulada ou extinta.
"Sergipe é protagonista na instalação da Termelétrica, que funcionará em janeiro e fará do nosso estado a nova estrela do gás. A Sergás é uma empresa pública, responsável pela distribuição de gás natural canalizado em Sergipe, sendo uma Sociedade de Economia Mista, cujos três acionistas são o Estado de Sergipe, a Gaspetro e Mitsui - Gás e Energia do Brasil. Ou seja, é uma empresa pública de gerenciamento privado, onde as empresas determinam valores e, hoje, entram com ação contra o Estado. Há conflito de interesse. A Sergás precisa ser revista, reavaliada e auditada", comentou Zezinho Sobral durante a sessão que contou com a presença de Valmor Barbosa, presidente da Sergás, Luiz Hamilton Santana, presidente da Agrese, e Regina França, diretora da Câmara de Gás Canalizado da Agrese.
No Plenário da Assembleia Legislativa, o deputado Zezinho Sobral lamentou que, em 25 anos, a Sergás deveria ter expandido o trabalho no mercado e sugeriu que Sergipe seguisse o exemplo do estado de Santa Catarina, que fez uma auditoria em sua empresa de gás. "A Agência Reguladora de Santa Catarina uniu-se ao Tribunal de Contas catarinense para fazer uma auditoria na empresa de gás. O sócio de lá é a Mitsui Gás - Energia do Brasil, uma das acionistas da Sergás daqui Sergipe. Ela precisou devolver ao estado R$ 100 milhões. Vou apresentar um Requerimento para que a Alese solicite para que a auditoria seja feita na Sergás", sugeriu.
"O que a Sergás fez em 25 anos? Quanto de dividendos gerou para Sergipe? Quanto está o preço do gás hoje? Por que o cidadão que tem carro a gás não consegue abastecer por causa do preço alto? Onde a Sergás estava que não permitiu que o gás chegasse com um preço melhor ao consumidor? Onde a Sergás estava que não colocou gás em Itabaiana, nos pólos maiores de crescimento para utilização em diversos empreendimentos públicos, privados e industriais? Quanto a Sergás investiu até hoje? Há um comportamento equivocado sobre a Sergás e precisa ser revisto", questionou Zezinho Sobral.
De acordo com o deputado, o debate entre a direção da Sergás, da Agrese e os parlamentares foi positivo. "Sou a favor da ampliação do trabalho da Agrese. A função dela é proteger o consumidor para que os preços, as tarifas e as taxas cobradas na condução de tributos sejam justas para o empresariado e a população. A presença de Luiz Hamilton foi essencial para o debate graças à sua ampla experiência nas questões jurídicas e de gestão pública. Já Valmor Barbosa chegou recentemente à Sergás e, conhecendo seu prestigiado histórico na condução de importantes pastas governamentais, tenho certeza que fará uma boa gestão na casa. Sua presença na Alese também fez a diferença", afirmou.