Presidente do Banese afirma que venda de ações não muda controle

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O presidente do Banese, Fernando Mota, discursa na Assembleia Legislativa
O presidente do Banese, Fernando Mota, discursa na Assembleia Legislativa

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Publicada em 27/08/2019 às 23:04:00

 

Na manhã desta ter-
ça-feira, dia 27, o 
presidente do Banco do Estado de Sergipe (Banese), Fernando Mota, participou de sessão especial na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) para falar sobre como o governo e o Banese desejam aumentar o capital. O requerimento nº 1003/2019 é de autoria do deputado Gilmar Carvalho (PSC).
De acordo com o economista, o tema da privatização vem sendo debatido desde 1986, como advento do plano cruzado, ele "De lá para cá nada disso aconteceu porque o banco é uma instituição consistente, forte e que tem boa atuação no estado de Sergipe. A instituição financeira é rentável e não tem motivo para privatizar", declarou Fernando Mota.
Ele afirmou que o banco não é oneroso. "O tesouro do Estado não aloca recursos do banco, pelo contrário, em função dos lucros obtidos, distribui dividendos com todos os seus acionistas, principalmente com o governo do Estado que é o principal deles".
Durante o pronunciamento, Fernando Mota ressaltou que o estado é o maior acionista, e, por diversas vezes, o governador Belivaldo Chagas afirmou que não vai vender o banco. "Ele quer é reduzir parte dos números de ações que detém para poder se beneficiar. Esse processo de venda ou aumento de capital é para fortalecer o banco. Então, não tem o que se falar em privatização", destaco, afirmando que o Estado vai manter o percentual permitido para manter a autonomia das ações que será de 51%.

Na manhã desta ter- ça-feira, dia 27, o  presidente do Banco do Estado de Sergipe (Banese), Fernando Mota, participou de sessão especial na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) para falar sobre como o governo e o Banese desejam aumentar o capital. O requerimento nº 1003/2019 é de autoria do deputado Gilmar Carvalho (PSC).
De acordo com o economista, o tema da privatização vem sendo debatido desde 1986, como advento do plano cruzado, ele "De lá para cá nada disso aconteceu porque o banco é uma instituição consistente, forte e que tem boa atuação no estado de Sergipe. A instituição financeira é rentável e não tem motivo para privatizar", declarou Fernando Mota.
Ele afirmou que o banco não é oneroso. "O tesouro do Estado não aloca recursos do banco, pelo contrário, em função dos lucros obtidos, distribui dividendos com todos os seus acionistas, principalmente com o governo do Estado que é o principal deles".
Durante o pronunciamento, Fernando Mota ressaltou que o estado é o maior acionista, e, por diversas vezes, o governador Belivaldo Chagas afirmou que não vai vender o banco. "Ele quer é reduzir parte dos números de ações que detém para poder se beneficiar. Esse processo de venda ou aumento de capital é para fortalecer o banco. Então, não tem o que se falar em privatização", destaco, afirmando que o Estado vai manter o percentual permitido para manter a autonomia das ações que será de 51%.