Formar profissionais de saúde - Um desafio

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Publicada em 24/08/2019 às 15:30:00

 

Saumíneo Nascimento
Conforme dados da Organização 
Mundial de Saúde (OMS), mais de 
quatro milhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso a serviços de saúde de qualidade, em grande parte devido a uma enorme escassez de profissionais de saúde, ao desequilíbrio de qualificações e à distribuição geográfica irregular dos profissionais de saúde. 
A OMS estima que são necessários 4,3 milhões de trabalhadores de saúde adicionais em todo o mundo.  A crise da força de trabalho em saúde tem implicações desastrosas para a saúde e o bem-estar de milhões de pessoas, mas ainda não há profissionais de saúde suficientes para reduzir esse déficit.
Para a OMS, a ampliação de programas educacionais para a produção de equipes de prestação de serviços multidisciplinares - que incluem uma combinação cuidadosamente equilibrada de clínicos, agentes comunitários de saúde e gestores de saúde - é claramente urgente e essencial. No entanto, simplesmente aumentando o número de trabalhadores não será suficiente. A escassez de profissionais de saúde é agravada pelo fato de que suas habilidades, competências, experiência clínica e expectativas são muitas vezes pouco adequadas às necessidades de saúde das populações que servem.
A OMS está trabalhando com uma ampla gama de partes interessadas para encontrar respostas para ampliar a força de trabalho da saúde, para aumentar a quantidade e melhorar a qualidade e relevância dos profissionais de saúde, para atender às necessidades do século 21 e contribuir para melhores resultados de saúde da população.
É importante ressaltar que investir na força de trabalho de saúde é fundamental para a consecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável da saúde. Cerca de oitenta por cento do investimento necessário para alcançar a cobertura universal de saúde até 2030 é para a educação e emprego do pessoal de saúde. No entanto, a OMS projeta um déficit de 18 milhões de profissionais de saúde para acelerar a cobertura universal de saúde até 2030, particularmente em países de renda baixa e média baixa.
Reconhecendo o papel fundamental que as organizações de trabalhadores da saúde e os jovens desempenham no mercado de trabalho da saúde, a Organização Mundial da Saúde lançou uma campanha de apelo à ação para que associações de profissionais de saúde e organizações juvenis que buscam ações para lidar com a força de trabalho da saúde busquem auxiliar na superação do déficit de profissionais de saúde.
Diante do déficit existente de trabalhadores da saúde, julga-se que existe uma grande oportunidade no ensino para oferecer a formação devida e adequada para a procura existente na formação de profissionais de saúde.
Segundo a OMS, em todo o mundo, espera-se que a demanda por profissionais de saúde dobre para 80 milhões de profissionais até 2030. Cabe ressaltar que os profissionais de saúde desempenham um papel fundamental na melhoria da saúde, mas também na economia em geral. Uma compreensão mais profunda da força de trabalho de saúde e social, incluindo o investimento necessário, tornou-se imperativa para alcançar sistemas de saúde eficientes, eficazes, resilientes e sustentáveis.
Na formação de profissionais de saúde, o maior desafio é formar médicos, por ser o profissional central entre todos os profissionais de saúde, além disso, o médico pode desempenhar uma grande variedade de atividades na sua prática profissional. A principal delas é a prática da assistência à saúde quando, através de consultas e observações clínicas, onde o médico pode promover saúde, prevenir doenças, solicitar exames diagnósticos, indicar tratamentos medicamentosos ou cirúrgicos e auxiliar na reabilitação de pacientes.
Ele pode exercer seu ofício como um médico de família e comunidade, cuidando dos vários aspectos da saúde de todos os componentes de uma família ou ser especialista de uma determinada área da Medicina, cuidando apenas de pessoas de uma determinada faixa etária ou que apresentam doenças de um sistema ou órgão específico.
O médico pode ainda atuar como clínico, cirurgião ou anestesista. Pode cuidar apenas de pacientes graves que se encontram nas unidades de terapia intensiva. O médico pode lidar diretamente com os pacientes ou pode apenas analisar os exames realizados.
Do ponto de vista de locais de trabalho, ele pode exercer a sua profissão em hospitais, clínicas, consultórios, unidades básicas de saúde. Ter vínculo público ou trabalhar em instituições privadas. Pode ser um profissional liberal ou ter carteira de trabalho assinada. O médico ainda pode ser pesquisador, professor, administrador hospitalar e criar máquinas, equipamentos e outros materiais, através da bioengenharia.
Diante deste cenário, a Universidade Tiradentes (UNIT) em Sergipe, tem buscado avançar e aprimorar a formação de seus profissionais de saúde e, no caso específico da formação em Medicina tem-se buscado graduar médicos com formação geral, capazes de resolver os principais problemas de saúde da população, com visão ética, humanística, compromisso social e uma continuada preocupação com o ideal da saúde do homem, na plena promoção do bem-estar físico, mental, sociocultural e político.
Além disso, o curso de Medicina da Universidade Tiradentes (UNIT) confere ao profissional uma excelente formação técnica e humanística, capacitando-o a atuar em várias frentes de trabalho, com excelência e responsabilidade. O curso permite ao profissional resolver grande parte das necessidades de saúde da população e o forma para poder assistir as pessoas doentes e em sofrimento. Neste desafio de formação, os médicos formados pela Universidade Tiradentes (UNIT) são preparados para informar e educar seus pacientes, familiares e comunidade em relação à promoção da saúde, prevenção, tratamento e reabilitação das doenças, usando técnicas adequadas de comunicação.

Saumíneo Nascimento

Conforme dados da Organização  Mundial de Saúde (OMS), mais de  quatro milhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso a serviços de saúde de qualidade, em grande parte devido a uma enorme escassez de profissionais de saúde, ao desequilíbrio de qualificações e à distribuição geográfica irregular dos profissionais de saúde. 
A OMS estima que são necessários 4,3 milhões de trabalhadores de saúde adicionais em todo o mundo.  A crise da força de trabalho em saúde tem implicações desastrosas para a saúde e o bem-estar de milhões de pessoas, mas ainda não há profissionais de saúde suficientes para reduzir esse déficit.
Para a OMS, a ampliação de programas educacionais para a produção de equipes de prestação de serviços multidisciplinares - que incluem uma combinação cuidadosamente equilibrada de clínicos, agentes comunitários de saúde e gestores de saúde - é claramente urgente e essencial. No entanto, simplesmente aumentando o número de trabalhadores não será suficiente. A escassez de profissionais de saúde é agravada pelo fato de que suas habilidades, competências, experiência clínica e expectativas são muitas vezes pouco adequadas às necessidades de saúde das populações que servem.
A OMS está trabalhando com uma ampla gama de partes interessadas para encontrar respostas para ampliar a força de trabalho da saúde, para aumentar a quantidade e melhorar a qualidade e relevância dos profissionais de saúde, para atender às necessidades do século 21 e contribuir para melhores resultados de saúde da população.
É importante ressaltar que investir na força de trabalho de saúde é fundamental para a consecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável da saúde. Cerca de oitenta por cento do investimento necessário para alcançar a cobertura universal de saúde até 2030 é para a educação e emprego do pessoal de saúde. No entanto, a OMS projeta um déficit de 18 milhões de profissionais de saúde para acelerar a cobertura universal de saúde até 2030, particularmente em países de renda baixa e média baixa.
Reconhecendo o papel fundamental que as organizações de trabalhadores da saúde e os jovens desempenham no mercado de trabalho da saúde, a Organização Mundial da Saúde lançou uma campanha de apelo à ação para que associações de profissionais de saúde e organizações juvenis que buscam ações para lidar com a força de trabalho da saúde busquem auxiliar na superação do déficit de profissionais de saúde.
Diante do déficit existente de trabalhadores da saúde, julga-se que existe uma grande oportunidade no ensino para oferecer a formação devida e adequada para a procura existente na formação de profissionais de saúde.
Segundo a OMS, em todo o mundo, espera-se que a demanda por profissionais de saúde dobre para 80 milhões de profissionais até 2030. Cabe ressaltar que os profissionais de saúde desempenham um papel fundamental na melhoria da saúde, mas também na economia em geral. Uma compreensão mais profunda da força de trabalho de saúde e social, incluindo o investimento necessário, tornou-se imperativa para alcançar sistemas de saúde eficientes, eficazes, resilientes e sustentáveis.
Na formação de profissionais de saúde, o maior desafio é formar médicos, por ser o profissional central entre todos os profissionais de saúde, além disso, o médico pode desempenhar uma grande variedade de atividades na sua prática profissional. A principal delas é a prática da assistência à saúde quando, através de consultas e observações clínicas, onde o médico pode promover saúde, prevenir doenças, solicitar exames diagnósticos, indicar tratamentos medicamentosos ou cirúrgicos e auxiliar na reabilitação de pacientes.
Ele pode exercer seu ofício como um médico de família e comunidade, cuidando dos vários aspectos da saúde de todos os componentes de uma família ou ser especialista de uma determinada área da Medicina, cuidando apenas de pessoas de uma determinada faixa etária ou que apresentam doenças de um sistema ou órgão específico.
O médico pode ainda atuar como clínico, cirurgião ou anestesista. Pode cuidar apenas de pacientes graves que se encontram nas unidades de terapia intensiva. O médico pode lidar diretamente com os pacientes ou pode apenas analisar os exames realizados.
Do ponto de vista de locais de trabalho, ele pode exercer a sua profissão em hospitais, clínicas, consultórios, unidades básicas de saúde. Ter vínculo público ou trabalhar em instituições privadas. Pode ser um profissional liberal ou ter carteira de trabalho assinada. O médico ainda pode ser pesquisador, professor, administrador hospitalar e criar máquinas, equipamentos e outros materiais, através da bioengenharia.
Diante deste cenário, a Universidade Tiradentes (UNIT) em Sergipe, tem buscado avançar e aprimorar a formação de seus profissionais de saúde e, no caso específico da formação em Medicina tem-se buscado graduar médicos com formação geral, capazes de resolver os principais problemas de saúde da população, com visão ética, humanística, compromisso social e uma continuada preocupação com o ideal da saúde do homem, na plena promoção do bem-estar físico, mental, sociocultural e político.
Além disso, o curso de Medicina da Universidade Tiradentes (UNIT) confere ao profissional uma excelente formação técnica e humanística, capacitando-o a atuar em várias frentes de trabalho, com excelência e responsabilidade. O curso permite ao profissional resolver grande parte das necessidades de saúde da população e o forma para poder assistir as pessoas doentes e em sofrimento. Neste desafio de formação, os médicos formados pela Universidade Tiradentes (UNIT) são preparados para informar e educar seus pacientes, familiares e comunidade em relação à promoção da saúde, prevenção, tratamento e reabilitação das doenças, usando técnicas adequadas de comunicação.