Deputado defende a desoneração da folha de pagamentos para gerar mais empregos

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Publicada em 22/08/2019 às 22:52:00

 

O deputado federal Laércio Oliveira foi um dos palestrantes de evento sobre reforma tributária promovido pela Central Brasileira do Setor de Serviços realizado em São Paulo, nesta quarta-feira (21). O secretário Especial da Receita federal Marcos Cintra e presidente do Brasil 200 Gabriel Kanner também foram palestrantes. O parlamentar voltou a defender a desoneração da folha de pagamentos e que está colhendo assinatura para apresentar emendas sobre isso à PEC 45, que tramita na Câmara dos Deputados.
 "O Brasil tem 13 milhões de desempregados e essa tributação na folha é um absurdo. Por isso, a desoneração deve ser ampla. Existem muitos penduricalhos na folha. Há duas semanas, estivemos em reunião com o secretário Adjunto da Receita, Marcelo de Souza Silva que informou que o governo vai anunciar nos próximos dias os impostos que serão cortados. É fundamental que a proposta de reforma tributária priorize a geração de empregos", disse.
O deputado defendeu que vai trabalhar com afinco pela reforma que vai trazer simplificação, melhora do ambiente de negócios e desburocratização. "Acho que a meta do Brasil deveria ser o que aconteceu na Colômbia, que é um país que assim como o nosso tem uma história de dificuldades financeiras, mas hoje é um dos melhores países no ranking para investimentos", explicou.
Imposto Único - O secretário Marcos Cintra, voltou a defender uma proposta de reforma tributária pautada num Imposto de Valor Agregado (IVA) apenas com tributos federais num primeiro momento e com a adesão voluntária de estados e municipais, num modelo conhecido como IVA dual.
O secretário voltou a alegar que a proposta de reforma tributária a ser encaminhada pelo governo federal ao Congresso busca uma conciliação com as demais ideias em discussão na Casa. Sobre o consumo, a ideia é criar um IVA inicialmente apenas com contribuições federais como o PIS e o Cofins para não mexer nos tributos estaduais e municipais, difíceis de mexer no Congresso por mexer no pacto federativo. "O PIS e o Cofins são dois tributos deformados, descaracterizados e com enorme margem de contencioso. Ao mexer nisso a esperança é melhorar o ambiente de negócios muito significativamente", disse Cintra.

O deputado federal Laércio Oliveira foi um dos palestrantes de evento sobre reforma tributária promovido pela Central Brasileira do Setor de Serviços realizado em São Paulo, nesta quarta-feira (21). O secretário Especial da Receita federal Marcos Cintra e presidente do Brasil 200 Gabriel Kanner também foram palestrantes. O parlamentar voltou a defender a desoneração da folha de pagamentos e que está colhendo assinatura para apresentar emendas sobre isso à PEC 45, que tramita na Câmara dos Deputados.
 "O Brasil tem 13 milhões de desempregados e essa tributação na folha é um absurdo. Por isso, a desoneração deve ser ampla. Existem muitos penduricalhos na folha. Há duas semanas, estivemos em reunião com o secretário Adjunto da Receita, Marcelo de Souza Silva que informou que o governo vai anunciar nos próximos dias os impostos que serão cortados. É fundamental que a proposta de reforma tributária priorize a geração de empregos", disse.
O deputado defendeu que vai trabalhar com afinco pela reforma que vai trazer simplificação, melhora do ambiente de negócios e desburocratização. "Acho que a meta do Brasil deveria ser o que aconteceu na Colômbia, que é um país que assim como o nosso tem uma história de dificuldades financeiras, mas hoje é um dos melhores países no ranking para investimentos", explicou.

Imposto Único -
O secretário Marcos Cintra, voltou a defender uma proposta de reforma tributária pautada num Imposto de Valor Agregado (IVA) apenas com tributos federais num primeiro momento e com a adesão voluntária de estados e municipais, num modelo conhecido como IVA dual.
O secretário voltou a alegar que a proposta de reforma tributária a ser encaminhada pelo governo federal ao Congresso busca uma conciliação com as demais ideias em discussão na Casa. Sobre o consumo, a ideia é criar um IVA inicialmente apenas com contribuições federais como o PIS e o Cofins para não mexer nos tributos estaduais e municipais, difíceis de mexer no Congresso por mexer no pacto federativo. "O PIS e o Cofins são dois tributos deformados, descaracterizados e com enorme margem de contencioso. Ao mexer nisso a esperança é melhorar o ambiente de negócios muito significativamente", disse Cintra.