Deltan Lecter Dallagonal

Opinião

 

* Rômulo Rodrigues
Tudo indica que não vai ser preciso pedir ajuda à detective Clarice Starling para, através da mente doentia do Dr. Hannibal Lecter, para chegar ao esconderijo de Búffalo Bill e libertar a filha da senadora Ruth Martin.
Fazendo uma inversão de enredo, a La Samba do Crioulo Doido, descobre-se que é a partir da trama de um sequestro político é que se chega ao inicio do enredo e se descobre a origem de todo o mal.
O mal, como o mundo inteiro já sabe e parece que o STF está começando a saber foi a decretação de um golpe de Estado para tirar as peles do Brasil e do Povo brasileiro, para servirem de vestimentas permanentes dos Estados Unidos e dos Rentistas do Mercado.
Parece que o jeito vai ser o confronto entre a Detective do FBI, incorporada pelo Jornalista do The Intercept e o Psicopata Lecter incorporado por Deltan Dallagnol para encurtar o caminho e descobrir quem, verdadeiramente lá do DEA, dá as ordens para o ex-juiz e, ainda Ministro, Sergio Moro.
O certo é que o enigma da trama está concentrado na personalidade criminosa do Procurador Dallagnol e ele tem o mapa da mina para desvendar para o Brasil o que verdadeiramente aconteceu. A espécie de Casulo colocada nas gargantas das vítimas foi descoberta no porão da casa dele.
As peripécias de Deltan estão estampadas nas mídias independentes e são inquestionáveis. Ele sabe e vai ter e vai ter que denunciar que Moro é o Búfalo Bill.
O fato mais gritante até agora revelado é o grande laranjal de Deltan, composto pelo Vem Pra Rua e o Mude surgidos depois da Lava Jato que agiam como porta-vozes do Procurador.
As denúncias dão conta que ele pautava os atos públicos pró-golpe, as publicações em rede e as manifestações de massa.
Quando destamparem a cabeça do "geniozinho de Curitiba", será possível achar pistas claras  das não coincidências com os movimentos ultra-direitistas para pressionar o Supremo para não colocar Gilmar, ou Lewandouski, ou Dias Toffoli no lugar de Teori Zavaski, no dia seguinte à sua morte.
Como mobilização de massa exige algum tempo para preparar com antecedência, fica a impressão que a morte de Teori já estava acertada.
Dallagnol, como todo covarde, é frouxo e já começou a dar sinais de sucumbir às pressões com ameaça de afastamento e disse: são reais os diálogos da vaza jato; queríamos derrubar o Gilmar.
É preciso entender que a personalidade dupla do menino que queria ser bilionário, desliza do topo da genialidade psicótica ao rés do chão de um cultivador de Laranjas, quando propõe à Procuradora Thaméa Danelon a possibilidade de impulsionarem uma campanha de abaixo assinados em favor das 10 medidas contra a corrupção. A proposta indecorosa; se você topar ser nossa Laranja é só começar um pelos nossos movimentos que depois a gente engrossa as fileiras. Ela topou.
A estratégia do pessoal do The Intercept de ir soltando os vazamentos aos poucos, em doses homeopáticas, é corretíssimas, em que pese as inquietações de muitos militantes da Democracia que querem ver logo, tudo de vez.
Se acontecer como querem os inquietos, o assunto será abafado em no máximo uma semana e o foco será perdido.
Como toda unanimidade é burra, há suspeitas de que os vazamentos saíram de dentro do próprio covil da Lava Jato, feitos por quem trabalha lá mas não é conivente com tantas falcatruas e, principalmente com a prisão de um inocente para que este não ganhasse a eleição.
O método aplicado pelo The Intercept faz os criminosos irem gastando seus estoques de factoides e mentiras e cada vez mais se enrolando nos novelos de linhas da criminalidade.
Como tudo indica que o lamaçal é oceânico, o mais inteligente é manter a calma e intensificar as lutas de rua como as que aconteceram dia 13 em todo o País.
Por mais estarrecedoras que sejam as notícias como os privilégios de Eduardo Cunha e o acobertamento dos crimes de Ônix Lorenzoni, ainda vai passar muita água por debaixo dessa ponte.
O método lavajatista de arrancar delações premiadas contra Lula ainda vai ser revelado em todo o seu grau de terrorismo, praticado por Procuradores, a mando de Sergio Moro.
Veio à tona que a doleira Nelma Kodama, presa pela Lava Jato em 2014, ficou vários dias em uma cela sem luz, com um colchão fedendo a xixi e alguns dias sem água e sem comida, porque a PF queria que ela fizesse uma delação premiada contra Lula.
Por sua vez, o dono do Posto Torre, o da Lava Jato, afirma ter sido ameaçado pelo chefe da PF para delatar Lula ou seria envolvido com o narcotráfico e ficaria preso por 20 anos.
O posto, tido como caixa eletrônico da propina, começou a ser investigado em 2008. A Orcrim de Curitiba demorou 8 anos municiando o golpe. O resultado é o que está aí.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Tudo indica que não vai ser preciso pedir ajuda à detective Clarice Starling para, através da mente doentia do Dr. Hannibal Lecter, para chegar ao esconderijo de Búffalo Bill e libertar a filha da senadora Ruth Martin.
Fazendo uma inversão de enredo, a La Samba do Crioulo Doido, descobre-se que é a partir da trama de um sequestro político é que se chega ao inicio do enredo e se descobre a origem de todo o mal.
O mal, como o mundo inteiro já sabe e parece que o STF está começando a saber foi a decretação de um golpe de Estado para tirar as peles do Brasil e do Povo brasileiro, para servirem de vestimentas permanentes dos Estados Unidos e dos Rentistas do Mercado.
Parece que o jeito vai ser o confronto entre a Detective do FBI, incorporada pelo Jornalista do The Intercept e o Psicopata Lecter incorporado por Deltan Dallagnol para encurtar o caminho e descobrir quem, verdadeiramente lá do DEA, dá as ordens para o ex-juiz e, ainda Ministro, Sergio Moro.
O certo é que o enigma da trama está concentrado na personalidade criminosa do Procurador Dallagnol e ele tem o mapa da mina para desvendar para o Brasil o que verdadeiramente aconteceu. A espécie de Casulo colocada nas gargantas das vítimas foi descoberta no porão da casa dele.
As peripécias de Deltan estão estampadas nas mídias independentes e são inquestionáveis. Ele sabe e vai ter e vai ter que denunciar que Moro é o Búfalo Bill.
O fato mais gritante até agora revelado é o grande laranjal de Deltan, composto pelo Vem Pra Rua e o Mude surgidos depois da Lava Jato que agiam como porta-vozes do Procurador.
As denúncias dão conta que ele pautava os atos públicos pró-golpe, as publicações em rede e as manifestações de massa.
Quando destamparem a cabeça do "geniozinho de Curitiba", será possível achar pistas claras  das não coincidências com os movimentos ultra-direitistas para pressionar o Supremo para não colocar Gilmar, ou Lewandouski, ou Dias Toffoli no lugar de Teori Zavaski, no dia seguinte à sua morte.
Como mobilização de massa exige algum tempo para preparar com antecedência, fica a impressão que a morte de Teori já estava acertada.
Dallagnol, como todo covarde, é frouxo e já começou a dar sinais de sucumbir às pressões com ameaça de afastamento e disse: são reais os diálogos da vaza jato; queríamos derrubar o Gilmar.
É preciso entender que a personalidade dupla do menino que queria ser bilionário, desliza do topo da genialidade psicótica ao rés do chão de um cultivador de Laranjas, quando propõe à Procuradora Thaméa Danelon a possibilidade de impulsionarem uma campanha de abaixo assinados em favor das 10 medidas contra a corrupção. A proposta indecorosa; se você topar ser nossa Laranja é só começar um pelos nossos movimentos que depois a gente engrossa as fileiras. Ela topou.
A estratégia do pessoal do The Intercept de ir soltando os vazamentos aos poucos, em doses homeopáticas, é corretíssimas, em que pese as inquietações de muitos militantes da Democracia que querem ver logo, tudo de vez.
Se acontecer como querem os inquietos, o assunto será abafado em no máximo uma semana e o foco será perdido.
Como toda unanimidade é burra, há suspeitas de que os vazamentos saíram de dentro do próprio covil da Lava Jato, feitos por quem trabalha lá mas não é conivente com tantas falcatruas e, principalmente com a prisão de um inocente para que este não ganhasse a eleição.
O método aplicado pelo The Intercept faz os criminosos irem gastando seus estoques de factoides e mentiras e cada vez mais se enrolando nos novelos de linhas da criminalidade.
Como tudo indica que o lamaçal é oceânico, o mais inteligente é manter a calma e intensificar as lutas de rua como as que aconteceram dia 13 em todo o País.
Por mais estarrecedoras que sejam as notícias como os privilégios de Eduardo Cunha e o acobertamento dos crimes de Ônix Lorenzoni, ainda vai passar muita água por debaixo dessa ponte.
O método lavajatista de arrancar delações premiadas contra Lula ainda vai ser revelado em todo o seu grau de terrorismo, praticado por Procuradores, a mando de Sergio Moro.
Veio à tona que a doleira Nelma Kodama, presa pela Lava Jato em 2014, ficou vários dias em uma cela sem luz, com um colchão fedendo a xixi e alguns dias sem água e sem comida, porque a PF queria que ela fizesse uma delação premiada contra Lula.
Por sua vez, o dono do Posto Torre, o da Lava Jato, afirma ter sido ameaçado pelo chefe da PF para delatar Lula ou seria envolvido com o narcotráfico e ficaria preso por 20 anos.
O posto, tido como caixa eletrônico da propina, começou a ser investigado em 2008. A Orcrim de Curitiba demorou 8 anos municiando o golpe. O resultado é o que está aí.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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