Técnicos investigam morte de homem por \"doença do pombo\"

Cidades

 

Técnicos contratados pelo Governo do Estado de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), seguem investigando as causas da morte de um homem não identificado no último final de semana. Indícios ainda apresentados como suspeitos, levam a crer na possibilidade de o paciente internado no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), ter sido vítima de alguma das doenças transmitidas pelo pombo. Esse seria o primeiro caso deste ano em Sergipe; já no Estado de São Paulo, duas pessoas morreram nos últimos três meses em decorrência da contaminação provocada pela ave.
Estudos realizados pelo Ministério da Saúde indicam que o pombo pode ser responsável por transmitir cinco tipos de doenças, sendo elas: salmonelose: infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pela ingestão de alimentos contaminados com fezes animais; histoplasmose: provocada por fungos que se proliferam nas fezes de aves e morcegos. A contaminação ao homem ocorre pela inalação dos esporos (células reprodutoras do fungo); ornitose: doença infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pelo contato com aves portadoras da bactéria ou com seus dejetos; e meningite: inflamação das membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
O quinto tipo é apresentado pela classe médica como: criptococose. Um tipo de doença provocada por fungos que vivem no solo, em frutas secas e cereais e nas árvores; e isolado nos excrementos de aves, principalmente pombos. É justamente a criptococose quem pode ter resultado na morte de um aracajuano. Para minimizar os riscos de contrair a doença, os especialistas orientam, entre outras medidas, desinfetar as fezes dos pombos antes de varrê-las; utilizar luvas e máscara ou pano úmido para cobrir o nariz e a boca ao fazer a limpeza do local onde estão as fezes; vedar buracos ou vãos entre paredes, telhados e forros; não deixar restos de alimentos que possam servir aos pombos, como ração de cães e gatos; e nunca alimentar os pombos.
Apesar de ser apresentado como um símbolo da paz, bem como se mostrar dóceis para com as crianças e idosos, é recomendado controlar a população desses animais na comunidade, fazendo com que eles procurem locais mais adequados para viver, com alimentação correta e longe dos perigos das cidades. Um pombo na cidade vive em média quatro anos, enquanto que em seu ambiente natural pode viver até 15. A SES não oficializou quando os estudos relacionados ao óbito em análise serão apresentados. (Milton Alves Júnior)

Técnicos contratados pelo Governo do Estado de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), seguem investigando as causas da morte de um homem não identificado no último final de semana. Indícios ainda apresentados como suspeitos, levam a crer na possibilidade de o paciente internado no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), ter sido vítima de alguma das doenças transmitidas pelo pombo. Esse seria o primeiro caso deste ano em Sergipe; já no Estado de São Paulo, duas pessoas morreram nos últimos três meses em decorrência da contaminação provocada pela ave.
Estudos realizados pelo Ministério da Saúde indicam que o pombo pode ser responsável por transmitir cinco tipos de doenças, sendo elas: salmonelose: infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pela ingestão de alimentos contaminados com fezes animais; histoplasmose: provocada por fungos que se proliferam nas fezes de aves e morcegos. A contaminação ao homem ocorre pela inalação dos esporos (células reprodutoras do fungo); ornitose: doença infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pelo contato com aves portadoras da bactéria ou com seus dejetos; e meningite: inflamação das membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
O quinto tipo é apresentado pela classe médica como: criptococose. Um tipo de doença provocada por fungos que vivem no solo, em frutas secas e cereais e nas árvores; e isolado nos excrementos de aves, principalmente pombos. É justamente a criptococose quem pode ter resultado na morte de um aracajuano. Para minimizar os riscos de contrair a doença, os especialistas orientam, entre outras medidas, desinfetar as fezes dos pombos antes de varrê-las; utilizar luvas e máscara ou pano úmido para cobrir o nariz e a boca ao fazer a limpeza do local onde estão as fezes; vedar buracos ou vãos entre paredes, telhados e forros; não deixar restos de alimentos que possam servir aos pombos, como ração de cães e gatos; e nunca alimentar os pombos.
Apesar de ser apresentado como um símbolo da paz, bem como se mostrar dóceis para com as crianças e idosos, é recomendado controlar a população desses animais na comunidade, fazendo com que eles procurem locais mais adequados para viver, com alimentação correta e longe dos perigos das cidades. Um pombo na cidade vive em média quatro anos, enquanto que em seu ambiente natural pode viver até 15. A SES não oficializou quando os estudos relacionados ao óbito em análise serão apresentados. (Milton Alves Júnior)

 


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