UM SENTIDO ADEUS À PROFESSORA FÁTIMA

Opinião

 

* Paulo Franklin
Causou intensa comoção à comuni
dade estanciana o falecimento da 
professora Maria de Fátima Morais Silva Almeida, de 49 anos de idade, ocorrido no último dia 20 de julho. Num episódio como poucas vezes se viu em Estância, uma verdadeira multidão acompanhou o féretro no domingo seguinte, o qual teve início no velatório da OSAF e finalizou no Cemitério Nossa Senhora da Piedade, tendo sido presidida pelo bispo diocesano, Dom Giovanni Crippa, e diversos sacerdotes uma missa de corpo presente na Igreja do Rosário antes do sepultamento.
Filha de Antônio Vieira da Silva e Alzenira Morais Silva, nascida em Estância no dia 1º de junho de 1970, Maria de Fátima era graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Sergipe (1998) e em Letras/Português pela Universidade Tiradentes (2004), tendo ainda realizado, pela Universidade Católica de Salvador (núcleo da Diocese de Estância), o Curso de Extensão em Teologia (1992). Pela UFS, especializou-se em Prática de Ensino de Português e Literatura (2008) e em Gestão Escolar (2014), apresentando ao término desses cursos, respectivamente, as seguintes monografias: "A trajetória do herói no romance A Sombra do Patriarca" (obra da escritora estanciana Alina Paim) e "Gestão democrática: a escolha de diretores escolares". 
Trabalhou inicialmente no escritório do Posto Pioneiro e como agente administrativo do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Estância (SAAE). Professora concursada da rede pública estadual de educação, lecionou Língua Portuguesa, Religião e Artes no Colégio Estadual Senador Walter Franco, na Escola Estadual Gilberto Amado e no Centro de Referência em Educação de Jovens e Adultos Jorge Amado. Na Diretoria Regional de Educação (DRE-1), Fátima exerceu a função de Auxiliar e depois de Coordenadora de Inspeção Escolar, assumindo ainda a função de editora do Boletim Informativo Interagindo, meio impresso de divulgação das atividades daquele órgão. Sempre voltada à formação de educadores, participou de diversas seleções públicas para atuar nessa esfera, tendo trabalhado como professora-tutora dos seguintes programas governamentais: Programa Proletramento, Programa de Gestão Escolar (GESTAR), Programa Formação pela Escola, Pacto Nacional pelo Ensino Médio e Olimpíadas da Língua Portuguesa.
Publicou diversos artigos em revistas especializadas e pela imprensa estanciana, além de ter colaborado com seu esposo na revisão dos dois livros que este publicou. Lecionou ainda na Universidade Vale do Acaraú, em 2007, e no Seminário Propedêutico Nossa Senhora de Guadalupe, de 2003 a 2008. Uma de suas maiores alegrias foi a de ter contribuído com a formação inicial de diversos padres da Diocese de Estância e de lhe ter sido confiada, pelos seus pares, a presidência do Conselho Municipal de Educação. Cidadã consciente e participativa, sempre preocupada com o destino político do Brasil, de Sergipe e de Estância, ocupou, nos últimos meses, a função de Presidente do Diretório Municipal do Partido Rede Sustentabilidade.
Fátima era casada, há vinte e quatro anos, com o psicólogo, professor e vereador Dionísio de Almeida Neto. Era, obviamente, o seu "braço direito", sua grande companheira e incentivadora. Da união de ambos foram gerados quatro filhos: Silas, Sara, Saulo e Sofia. Nos seus últimos dias de existência terrena, recebeu de Deus muitas graças, dentre as quais a aprovação de Silas para Agente de Administração do IFS, a maioridade e aprovação de sua filha Sofia para cursar Medicina na UFS, o casamento de Sara com o jovem advogado Victor Luiz Rocha Vieira e a conquista do primeiro emprego de Saulo.
Tudo isso ainda diz muito pouco da vida frutuosa e bem vivida da querida Fátima Morais. Católica atuante e fervorosa, de missa diária quando jovem, foi coroinha, catequista, membro do Grupo Missionário Água Viva, do Grupo de Oração Ieshuah, do Movimento de Cursilhos e do Encontro de Casais com Cristo, além de integrar a Pastoral Familiar e a Pastoral do Batismo da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe.
Todos que com Fátima conviveram são unânimes em reconhecer a alegria, a simplicidade e a dedicação com que exercia suas funções e se relacionava com os amigos. A doença incurável de que foi acometida nunca lhe tirou a confiança em Deus, a esperança, a alegria e a paz de espírito. 
Cristã exemplar, esposa fiel e companheira, mãe extremosa e amorosa, deixará uma imensa lacuna na vida de seu esposo e de seus filhos, assim como na sociedade estanciana. Lacuna só preenchida pela graça de Deus, pelo belo testemunho cristão que deixa e pelos frutos de vida e de trabalho que permanecerão na memória de todos nós!
Que o bom Deus, pela intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe, conceda à querida e saudosa Maria de Fátima o descanso e a alegria eterna!
*Paulo Franklin, advogado especialista em direito previdenciário e direito administrativo e professor do Instituto Diocesano da Estância.

* Paulo Franklin

Causou intensa comoção à comuni dade estanciana o falecimento da  professora Maria de Fátima Morais Silva Almeida, de 49 anos de idade, ocorrido no último dia 20 de julho. Num episódio como poucas vezes se viu em Estância, uma verdadeira multidão acompanhou o féretro no domingo seguinte, o qual teve início no velatório da OSAF e finalizou no Cemitério Nossa Senhora da Piedade, tendo sido presidida pelo bispo diocesano, Dom Giovanni Crippa, e diversos sacerdotes uma missa de corpo presente na Igreja do Rosário antes do sepultamento.
Filha de Antônio Vieira da Silva e Alzenira Morais Silva, nascida em Estância no dia 1º de junho de 1970, Maria de Fátima era graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Sergipe (1998) e em Letras/Português pela Universidade Tiradentes (2004), tendo ainda realizado, pela Universidade Católica de Salvador (núcleo da Diocese de Estância), o Curso de Extensão em Teologia (1992). Pela UFS, especializou-se em Prática de Ensino de Português e Literatura (2008) e em Gestão Escolar (2014), apresentando ao término desses cursos, respectivamente, as seguintes monografias: "A trajetória do herói no romance A Sombra do Patriarca" (obra da escritora estanciana Alina Paim) e "Gestão democrática: a escolha de diretores escolares". 
Trabalhou inicialmente no escritório do Posto Pioneiro e como agente administrativo do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Estância (SAAE). Professora concursada da rede pública estadual de educação, lecionou Língua Portuguesa, Religião e Artes no Colégio Estadual Senador Walter Franco, na Escola Estadual Gilberto Amado e no Centro de Referência em Educação de Jovens e Adultos Jorge Amado. Na Diretoria Regional de Educação (DRE-1), Fátima exerceu a função de Auxiliar e depois de Coordenadora de Inspeção Escolar, assumindo ainda a função de editora do Boletim Informativo Interagindo, meio impresso de divulgação das atividades daquele órgão. Sempre voltada à formação de educadores, participou de diversas seleções públicas para atuar nessa esfera, tendo trabalhado como professora-tutora dos seguintes programas governamentais: Programa Proletramento, Programa de Gestão Escolar (GESTAR), Programa Formação pela Escola, Pacto Nacional pelo Ensino Médio e Olimpíadas da Língua Portuguesa.
Publicou diversos artigos em revistas especializadas e pela imprensa estanciana, além de ter colaborado com seu esposo na revisão dos dois livros que este publicou. Lecionou ainda na Universidade Vale do Acaraú, em 2007, e no Seminário Propedêutico Nossa Senhora de Guadalupe, de 2003 a 2008. Uma de suas maiores alegrias foi a de ter contribuído com a formação inicial de diversos padres da Diocese de Estância e de lhe ter sido confiada, pelos seus pares, a presidência do Conselho Municipal de Educação. Cidadã consciente e participativa, sempre preocupada com o destino político do Brasil, de Sergipe e de Estância, ocupou, nos últimos meses, a função de Presidente do Diretório Municipal do Partido Rede Sustentabilidade.
Fátima era casada, há vinte e quatro anos, com o psicólogo, professor e vereador Dionísio de Almeida Neto. Era, obviamente, o seu "braço direito", sua grande companheira e incentivadora. Da união de ambos foram gerados quatro filhos: Silas, Sara, Saulo e Sofia. Nos seus últimos dias de existência terrena, recebeu de Deus muitas graças, dentre as quais a aprovação de Silas para Agente de Administração do IFS, a maioridade e aprovação de sua filha Sofia para cursar Medicina na UFS, o casamento de Sara com o jovem advogado Victor Luiz Rocha Vieira e a conquista do primeiro emprego de Saulo.
Tudo isso ainda diz muito pouco da vida frutuosa e bem vivida da querida Fátima Morais. Católica atuante e fervorosa, de missa diária quando jovem, foi coroinha, catequista, membro do Grupo Missionário Água Viva, do Grupo de Oração Ieshuah, do Movimento de Cursilhos e do Encontro de Casais com Cristo, além de integrar a Pastoral Familiar e a Pastoral do Batismo da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe.
Todos que com Fátima conviveram são unânimes em reconhecer a alegria, a simplicidade e a dedicação com que exercia suas funções e se relacionava com os amigos. A doença incurável de que foi acometida nunca lhe tirou a confiança em Deus, a esperança, a alegria e a paz de espírito. 
Cristã exemplar, esposa fiel e companheira, mãe extremosa e amorosa, deixará uma imensa lacuna na vida de seu esposo e de seus filhos, assim como na sociedade estanciana. Lacuna só preenchida pela graça de Deus, pelo belo testemunho cristão que deixa e pelos frutos de vida e de trabalho que permanecerão na memória de todos nós!
Que o bom Deus, pela intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe, conceda à querida e saudosa Maria de Fátima o descanso e a alegria eterna!

*Paulo Franklin, advogado especialista em direito previdenciário e direito administrativo e professor do Instituto Diocesano da Estância.

 


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