Caso Ana Paula: acusado é transferido para o Copemcan

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Publicada em 13/08/2019 às 23:02:00

 

A Secretaria Estadual de Justiça (Sejuc) confirmou ontem que o preso Vitor Aragão da Silva, acusado pelo assassinato da vendedora Ana Paula de Jesus Santos, foi transferido para o Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão (Grande Aracaju). Ele cumpre prisão preventiva desde o dia 22 de julho e estava detido no Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul de Aracaju). Vítor é apontado como responsável pela morte de Ana Paula, que foi atingida com golpes de marreta na cabeça enquanto dormia, na madrugada do dia 11 de maio deste ano, em sua residência no bairro José Conrado de Araújo (zona sul). 
Ele era casado com a vítima, mas, segundo as informações apuradas pela Polícia Civil, estava em processo de separação e não aceitava a decisão tomada pela vendedora. Em sua defesa, o acusado nega o crime e alega que a casa foi invadida naquela noite por assaltantes armados, mas laudos do Instituto Médico Legal (IML) descartou a presença de uma terceira pessoa no local do assassinato. Vítor foi indiciado pelo crime de feminicídio (morte de mulheres pela condição do gênero ou em contexto de violência doméstica). 

A Secretaria Estadual de Justiça (Sejuc) confirmou ontem que o preso Vitor Aragão da Silva, acusado pelo assassinato da vendedora Ana Paula de Jesus Santos, foi transferido para o Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão (Grande Aracaju). Ele cumpre prisão preventiva desde o dia 22 de julho e estava detido no Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul de Aracaju). Vítor é apontado como responsável pela morte de Ana Paula, que foi atingida com golpes de marreta na cabeça enquanto dormia, na madrugada do dia 11 de maio deste ano, em sua residência no bairro José Conrado de Araújo (zona sul). 
Ele era casado com a vítima, mas, segundo as informações apuradas pela Polícia Civil, estava em processo de separação e não aceitava a decisão tomada pela vendedora. Em sua defesa, o acusado nega o crime e alega que a casa foi invadida naquela noite por assaltantes armados, mas laudos do Instituto Médico Legal (IML) descartou a presença de uma terceira pessoa no local do assassinato. Vítor foi indiciado pelo crime de feminicídio (morte de mulheres pela condição do gênero ou em contexto de violência doméstica).