Aumenta o movimento no centro às vésperas do Dia dos Pais

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Publicada em 09/08/2019 às 22:58:00

 

Milton Alves Júnior
As últimas 48 horas fo
ram de movimento 
intenso no centro comercial de Aracaju e em outros polos econômicos da região metropolitana. Em busca de presentes para os pais, a manhã e noite de ontem e foram marcadas por milhares de esposas e filhos realizando consultas de preços, selecionando os possíveis presentes e movimentando a economia do estado. Hoje, véspera da quarta data comemorativa mais importante no ano para os lojistas, a expectativa dos vendedores é que o fluxo de consumidores seja ainda mais representativo. Este ano, a Câmara de Dirigentes Lojistas  (CDL) de Aracaju prevê alta de 3% nas vendas para o dia dos pais, a maior desde 2015.
Em meio a descontos, promoções e facilidades para pagamento o setor lojista tenta alcançar a meta de vendas e afastar o 'fantasma da crise' que foi instalada no Brasil e segue presente no dia-a-dia dos comerciários. Apesar dos investimentos publicitários e da qualificação dos vendedores a fim de conquistar a preferência dos consumidores, no último Dia das Mães, por exemplo, a CDL/Aracaju previa um aumento de sete pontos percentuais, mas, ao realizar um balanço das vendas percebeu que esse acréscimo não passou dos 2%. O setor espera que a situação atualmente seja outra. Um balanço geral das vendas deve ser apresentado até a manhã da próxima terça-feira, 13.
Enquanto a análise geral não é realizada, gestores da área optam por se apegar ao amplo movimento de clientes em lojas de departamento eletrônico, vestuário casual e lojas de artigos esportivos, cada vez mais se tornando foco dos gostos pessoais dos filhos. Esse é o caso do administrador de recursos humanos, Laércio Dias de Araújo. "Sou meio ruim de escolher um presente certo, confesso. Justamente por isso eu estou optando pela velha formação 'feijão com arroz' que nunca dá errado. Meu pai é apaixonado pelo Confiança e decidi comprar uma camisa nova do Dragão. Além de muito bonita, diretamente será possível ajudar o time local e deixá-lo feliz", disse.
No ano passado ele optou por comprar um presente diferente, porém em conjunto. Uniu o Dia das Mães com o Dia dos Pais, e deu um presente único. "Comecei a tentar fugir daquela linha de presente convencional no ano passado depois de errar um pouco (risos). No Dia das Mães comprei uma passagem para os dois para final de semana em uma praia de Alagoas, e no Dia dos Pais reservei o hotel. Um presente em conjunto que eles gostaram e puderam curtir juntos", completou. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as perspectivas nacionais são positivas.
A expectativa dos lojistas é que a data movimente R$ 5,6 bilhões, equivalente a 4,5% de todo o faturamento do mês de agosto. Se confirmada, será a terceira alta consecutiva registrada em Dia dos Pais. Em 2018, as vendas subiram 4,1%. Em 2017, 3,6%. Ainda sobre os seguimentos mais visitados, está data comemorativa deve impulsionar as vendas de televisores, calçados e bebidas alcoólicas - produtos que tiveram preços reduzidos em relação aos praticados no mesmo período do ano anterior. Por outro lado, livros, entradas para o cinema e aparelhos telefônicos estão mais caros este ano. A média de compra para este ano varia entre 150 e R$ 200.

Milton Alves Júnior

As últimas 48 horas fo ram de movimento  intenso no centro comercial de Aracaju e em outros polos econômicos da região metropolitana. Em busca de presentes para os pais, a manhã e noite de ontem e foram marcadas por milhares de esposas e filhos realizando consultas de preços, selecionando os possíveis presentes e movimentando a economia do estado. Hoje, véspera da quarta data comemorativa mais importante no ano para os lojistas, a expectativa dos vendedores é que o fluxo de consumidores seja ainda mais representativo. Este ano, a Câmara de Dirigentes Lojistas  (CDL) de Aracaju prevê alta de 3% nas vendas para o dia dos pais, a maior desde 2015.
Em meio a descontos, promoções e facilidades para pagamento o setor lojista tenta alcançar a meta de vendas e afastar o 'fantasma da crise' que foi instalada no Brasil e segue presente no dia-a-dia dos comerciários. Apesar dos investimentos publicitários e da qualificação dos vendedores a fim de conquistar a preferência dos consumidores, no último Dia das Mães, por exemplo, a CDL/Aracaju previa um aumento de sete pontos percentuais, mas, ao realizar um balanço das vendas percebeu que esse acréscimo não passou dos 2%. O setor espera que a situação atualmente seja outra. Um balanço geral das vendas deve ser apresentado até a manhã da próxima terça-feira, 13.
Enquanto a análise geral não é realizada, gestores da área optam por se apegar ao amplo movimento de clientes em lojas de departamento eletrônico, vestuário casual e lojas de artigos esportivos, cada vez mais se tornando foco dos gostos pessoais dos filhos. Esse é o caso do administrador de recursos humanos, Laércio Dias de Araújo. "Sou meio ruim de escolher um presente certo, confesso. Justamente por isso eu estou optando pela velha formação 'feijão com arroz' que nunca dá errado. Meu pai é apaixonado pelo Confiança e decidi comprar uma camisa nova do Dragão. Além de muito bonita, diretamente será possível ajudar o time local e deixá-lo feliz", disse.
No ano passado ele optou por comprar um presente diferente, porém em conjunto. Uniu o Dia das Mães com o Dia dos Pais, e deu um presente único. "Comecei a tentar fugir daquela linha de presente convencional no ano passado depois de errar um pouco (risos). No Dia das Mães comprei uma passagem para os dois para final de semana em uma praia de Alagoas, e no Dia dos Pais reservei o hotel. Um presente em conjunto que eles gostaram e puderam curtir juntos", completou. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as perspectivas nacionais são positivas.
A expectativa dos lojistas é que a data movimente R$ 5,6 bilhões, equivalente a 4,5% de todo o faturamento do mês de agosto. Se confirmada, será a terceira alta consecutiva registrada em Dia dos Pais. Em 2018, as vendas subiram 4,1%. Em 2017, 3,6%. Ainda sobre os seguimentos mais visitados, está data comemorativa deve impulsionar as vendas de televisores, calçados e bebidas alcoólicas - produtos que tiveram preços reduzidos em relação aos praticados no mesmo período do ano anterior. Por outro lado, livros, entradas para o cinema e aparelhos telefônicos estão mais caros este ano. A média de compra para este ano varia entre 150 e R$ 200.