Centrais protestam contra reforma da Previdência

Política

 

Centrais sindicais e movimentos estudantis voltaram a se mobilizar na manhã de ontem em Aracaju para reiniciar o ciclo de mobilizações contrárias ao projeto de reforma previdenciária apresentada e defendida pelo Governo Federal. Além da imagem do presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL), os manifestantes criticaram ainda os cinco deputados federais eleitos por Sergipe, os quais votaram à favor da mudança. Em frente ao Terminal de Integração do Distrito Industrial de Aracaju (DIA), os trabalhadores dialogaram com passageiros, motoristas, pedestres e servidores do espaço a fim de enaltecer a necessidade de o povo ir às ruas e pressionar os parlamentares com atuação no Congresso Nacional, em Brasília.
Para o presidente regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rubem Marques, o Professor Dudu, é inadmissível que deputados apresentados como defensores dos anseios populares estejam cedendo aos discursos apresentados por Jair Bolsonaro ou seus respectivos ministros. Segundo Dudu, para que a população não seja novamente prejudicada com um suposto 'discurso enganador' por parte do Governo Federal, é preciso que as mobilizações continuem cada vez mais representativas. Ao longo deste ano foram dois atos unificados reunindo 12 mil e 18 mil pessoas respectivamente. Os dois atos foram realizados com ponto de partida no centro de Aracaju.
 "Não podemos permitir que tamanha ignorância administrativa atinja os trabalhadores deste país. Uma gestão federal que infelizmente age contrariamente aos interesses dos brasileiros, sem diálogo, mas com muito autoritarismo ao pondo de o seu povo não ter vez de voz. O que nos deixa realmente indignados é que deputados federais até então apresentados como defensores do povo sergipano, na realidade estão votando à favor do que deseja Jair Bolsonaro e sua trupe de ministros", lamentou. Com exceção dos deputados: Fábio Henrique (PDT), João Daniel (PT) e Valdervan Noventa (PSC), os demais cinco parlamentares votaram pela aplicação da mudança.
De acordo com a CUT a mobilização de ontem foi uma construção coletiva provocada por movimentos sociais, partidos e sindicatos: SINTELL, Sindiserve Glória, Sindacsei, CSP-CONLUTAS, CTB, CUT, SINASEFE, SINDIFISCO, SINDIJUS, SINDIMARKETING, SINDIMINA, SINDIPEMA, SINDIPETRO, SINDISCOSE, SINDUSCOM, SINTESE, SINDASSE, SINTUFS, SENGE, ADUFS, ANDES, SEEB/SE, SEESE, MTST, MST, Resistência, RUA, AMOSERTRANS, Frente Brasil Popular, FETAM, FETASE, FPSM - Frente Povo Sem Medo, MML - Movimento Mulheres de Luta, MMM - Marcha Mundial das Mulheres, MMTR - Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais, MNU - Movimento Negro Unificado, MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores, e ASA Sergipe.
 "Se parar para observar, mais de 70% dos parlamentares que seguiam votando contra os interesses das classes trabalhadoras e estudantis não foram reeleitos. A população está de olho e nós não iremos deixar esquecer essa traição. Quem vota contra os interesses do povo não merece receber mais nenhum voto de confiança", declarou Rubens. Questionado sobre a possibilidade de novos atos públicos, o líder sindical informou que as bases classistas estão se reunindo para intensificar as mobilizações. Essa organização conta com a intensidade do Grito dos Excluídos a ser realizado no próximo dia 07 de setembro logo após o desfile cívico tradicionalmente realizado na Avenida Desembargador Maynard, em Aracaju. (Milton Alves Júnior)

Centrais sindicais e movimentos estudantis voltaram a se mobilizar na manhã de ontem em Aracaju para reiniciar o ciclo de mobilizações contrárias ao projeto de reforma previdenciária apresentada e defendida pelo Governo Federal. Além da imagem do presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL), os manifestantes criticaram ainda os cinco deputados federais eleitos por Sergipe, os quais votaram à favor da mudança. Em frente ao Terminal de Integração do Distrito Industrial de Aracaju (DIA), os trabalhadores dialogaram com passageiros, motoristas, pedestres e servidores do espaço a fim de enaltecer a necessidade de o povo ir às ruas e pressionar os parlamentares com atuação no Congresso Nacional, em Brasília.
Para o presidente regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rubem Marques, o Professor Dudu, é inadmissível que deputados apresentados como defensores dos anseios populares estejam cedendo aos discursos apresentados por Jair Bolsonaro ou seus respectivos ministros. Segundo Dudu, para que a população não seja novamente prejudicada com um suposto 'discurso enganador' por parte do Governo Federal, é preciso que as mobilizações continuem cada vez mais representativas. Ao longo deste ano foram dois atos unificados reunindo 12 mil e 18 mil pessoas respectivamente. Os dois atos foram realizados com ponto de partida no centro de Aracaju.
 "Não podemos permitir que tamanha ignorância administrativa atinja os trabalhadores deste país. Uma gestão federal que infelizmente age contrariamente aos interesses dos brasileiros, sem diálogo, mas com muito autoritarismo ao pondo de o seu povo não ter vez de voz. O que nos deixa realmente indignados é que deputados federais até então apresentados como defensores do povo sergipano, na realidade estão votando à favor do que deseja Jair Bolsonaro e sua trupe de ministros", lamentou. Com exceção dos deputados: Fábio Henrique (PDT), João Daniel (PT) e Valdervan Noventa (PSC), os demais cinco parlamentares votaram pela aplicação da mudança.
De acordo com a CUT a mobilização de ontem foi uma construção coletiva provocada por movimentos sociais, partidos e sindicatos: SINTELL, Sindiserve Glória, Sindacsei, CSP-CONLUTAS, CTB, CUT, SINASEFE, SINDIFISCO, SINDIJUS, SINDIMARKETING, SINDIMINA, SINDIPEMA, SINDIPETRO, SINDISCOSE, SINDUSCOM, SINTESE, SINDASSE, SINTUFS, SENGE, ADUFS, ANDES, SEEB/SE, SEESE, MTST, MST, Resistência, RUA, AMOSERTRANS, Frente Brasil Popular, FETAM, FETASE, FPSM - Frente Povo Sem Medo, MML - Movimento Mulheres de Luta, MMM - Marcha Mundial das Mulheres, MMTR - Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais, MNU - Movimento Negro Unificado, MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores, e ASA Sergipe.
 "Se parar para observar, mais de 70% dos parlamentares que seguiam votando contra os interesses das classes trabalhadoras e estudantis não foram reeleitos. A população está de olho e nós não iremos deixar esquecer essa traição. Quem vota contra os interesses do povo não merece receber mais nenhum voto de confiança", declarou Rubens. Questionado sobre a possibilidade de novos atos públicos, o líder sindical informou que as bases classistas estão se reunindo para intensificar as mobilizações. Essa organização conta com a intensidade do Grito dos Excluídos a ser realizado no próximo dia 07 de setembro logo após o desfile cívico tradicionalmente realizado na Avenida Desembargador Maynard, em Aracaju. (Milton Alves Júnior)

 


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