Inovação em Saúde e Medicina: Novas Possibilidades para o Brasil

Opinião

 

Foi lançado no último dia 24 de 
julho na Índia a 12ª edição do 
Índice Global de Inovação tendo como tema especial: Inovação em Saúde - o futuro da inovação médica.
A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO), uma das organizadoras do evento, apontou em seu relatório do índice global de inovação que nos últimos dois séculos, as melhorias na área da saúde provocou um aumento sustentado na expectativa de vida e na qualidade de vida, resultando em contribuições substanciais para o crescimento da economia, sendo que a inovação médica contribuiu largamente para esse progresso.
Neste sentido, abordarei adiante o que foi anotado no referido relatório sobre as possibilidades para o Brasil, pois entendo que a saúde é um campo abrangente de uso de inovações tecnológicas, na lógica de termos serviços mais eficazes e qualificados. Penso que o Brasil pode ser um ator importante no mercado internacional de cuidados de saúde, pois a maioria da população - aproximadamente 210 milhões pessoas é coberta pelo sistema de saúde público e o país gasta mais de 9% do seu PIB em saúde e, com o envelhecimento da população esta demanda tende a crescer.
Espera-se que esse percentual aumente, pois com ciência políticas de tecnologia, o país desenvolveu políticas de saúde, como a Política Nacional de Inovação em Saúde, que encoraja a utilização de contratos públicos para promover a inovação no setor.
O Brasil está atualmente buscando inovação em várias áreas, incluindo produtos biofarmacêuticos e o uso de tecnologias digitais para melhorar os cuidados de saúde.
Hoje, inovar em saúde significa muito mais do que apenas desenvolvimento de novos medicamentos. Significa criar equipamentos capazes de auxiliar no diagnóstico de doenças, desenvolvendo dispositivos para monitoramento e tratamento da saúde, e conceber tratamentos personalizados e protocolos para cada paciente.
Inovação vai além da inovação tecnológica - assumindo múltiplas formas que melhoram medicamentos, vacinas e dispositivos médicos e que consideram a prevenção, o tratamento e os cuidados de saúde mais amplos entrega e organização.
Essa visão ampla da inovação em saúde e medicina impulsiona a Confederação Nacional da Indústria - Brasil (CNI), Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Micro e Pequenas Empresas do Brasil vi o Serviço de Apoio Social (SEBRAE) e Mobilização Empresarial para o Inovação (MEI). O MEI é composto por líderes empresariais brasileiros, incluindo líderes de indústrias que servem a saúde e medicina setor, que têm promovido a inovação como centro de estratégia de negócios forte e com o objetivo de aumentar a força e eficiência das políticas de inovação no Brasil. CNI, SESI, SENAI, IEL, SEBRAE e MEI estão confiantes de que o surgimento de dispositivos inteligentes interconectados, sensores e rastreadores móveis são essenciais para o país desenvolver a telemedicina, que é uma das tecnologias emergentes neste campo.
A Inteligência Artificial é outra tecnologia promissora em saúde que está ganhando impulso devido à expansão do processamento de informações capacidade e disponibilidade de dados.  A Inteligência Artificial pode ser usada em diversas atividades médicas e auxiliar na redução dos erros médicos.
Em países como o Brasil, onde é difícil para os médicos chegarem a todas as regiões do país, a telemedicina e a inteligência artificial  pode ser útil no avanço dos cuidados médicos.
CNI, SESI, SENAI, IEL e SEBRAE estão se empenhando no estímulo a pesquisa e inovação e promoção da competitividade do mercado brasileiro, seja n meio industrial e na economia de uma forma geral, agora ganhando destaque na medicina.
De estudos acadêmicos para trabalhar em colaboração com poderes legislativo e executivo no Brasil para defender políticas de inovação amplas e bem informadas, CNI, SESI, SENAI, IEL e SEBRAE fizeram importantes contribuições e construíram um ecossistema dinâmico para a inovação em saúde e medicina no Brasil.
Nesta linha de inovação na saúde e na medicina brasileira, cabe destacar o importante papel que tem sido desempenhado pelo Global Innovation Index (GII), influenciando na ampliação dos esforços de busca de novas tecnologias e incentivando o compartilhamento de dados e insights que guiam os países sobre como construir uma economia mais inovadora.

Saumíneo Nascimento

Foi lançado no último dia 24 de  julho na Índia a 12ª edição do  Índice Global de Inovação tendo como tema especial: Inovação em Saúde - o futuro da inovação médica.
A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO), uma das organizadoras do evento, apontou em seu relatório do índice global de inovação que nos últimos dois séculos, as melhorias na área da saúde provocou um aumento sustentado na expectativa de vida e na qualidade de vida, resultando em contribuições substanciais para o crescimento da economia, sendo que a inovação médica contribuiu largamente para esse progresso.
Neste sentido, abordarei adiante o que foi anotado no referido relatório sobre as possibilidades para o Brasil, pois entendo que a saúde é um campo abrangente de uso de inovações tecnológicas, na lógica de termos serviços mais eficazes e qualificados. Penso que o Brasil pode ser um ator importante no mercado internacional de cuidados de saúde, pois a maioria da população - aproximadamente 210 milhões pessoas é coberta pelo sistema de saúde público e o país gasta mais de 9% do seu PIB em saúde e, com o envelhecimento da população esta demanda tende a crescer.
Espera-se que esse percentual aumente, pois com ciência políticas de tecnologia, o país desenvolveu políticas de saúde, como a Política Nacional de Inovação em Saúde, que encoraja a utilização de contratos públicos para promover a inovação no setor.
O Brasil está atualmente buscando inovação em várias áreas, incluindo produtos biofarmacêuticos e o uso de tecnologias digitais para melhorar os cuidados de saúde.
Hoje, inovar em saúde significa muito mais do que apenas desenvolvimento de novos medicamentos. Significa criar equipamentos capazes de auxiliar no diagnóstico de doenças, desenvolvendo dispositivos para monitoramento e tratamento da saúde, e conceber tratamentos personalizados e protocolos para cada paciente.
Inovação vai além da inovação tecnológica - assumindo múltiplas formas que melhoram medicamentos, vacinas e dispositivos médicos e que consideram a prevenção, o tratamento e os cuidados de saúde mais amplos entrega e organização.
Essa visão ampla da inovação em saúde e medicina impulsiona a Confederação Nacional da Indústria - Brasil (CNI), Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Micro e Pequenas Empresas do Brasil vi o Serviço de Apoio Social (SEBRAE) e Mobilização Empresarial para o Inovação (MEI). O MEI é composto por líderes empresariais brasileiros, incluindo líderes de indústrias que servem a saúde e medicina setor, que têm promovido a inovação como centro de estratégia de negócios forte e com o objetivo de aumentar a força e eficiência das políticas de inovação no Brasil. CNI, SESI, SENAI, IEL, SEBRAE e MEI estão confiantes de que o surgimento de dispositivos inteligentes interconectados, sensores e rastreadores móveis são essenciais para o país desenvolver a telemedicina, que é uma das tecnologias emergentes neste campo.
A Inteligência Artificial é outra tecnologia promissora em saúde que está ganhando impulso devido à expansão do processamento de informações capacidade e disponibilidade de dados.  A Inteligência Artificial pode ser usada em diversas atividades médicas e auxiliar na redução dos erros médicos.
Em países como o Brasil, onde é difícil para os médicos chegarem a todas as regiões do país, a telemedicina e a inteligência artificial  pode ser útil no avanço dos cuidados médicos.
CNI, SESI, SENAI, IEL e SEBRAE estão se empenhando no estímulo a pesquisa e inovação e promoção da competitividade do mercado brasileiro, seja n meio industrial e na economia de uma forma geral, agora ganhando destaque na medicina.
De estudos acadêmicos para trabalhar em colaboração com poderes legislativo e executivo no Brasil para defender políticas de inovação amplas e bem informadas, CNI, SESI, SENAI, IEL e SEBRAE fizeram importantes contribuições e construíram um ecossistema dinâmico para a inovação em saúde e medicina no Brasil.
Nesta linha de inovação na saúde e na medicina brasileira, cabe destacar o importante papel que tem sido desempenhado pelo Global Innovation Index (GII), influenciando na ampliação dos esforços de busca de novas tecnologias e incentivando o compartilhamento de dados e insights que guiam os países sobre como construir uma economia mais inovadora.

 


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