Cogerp realiza curso de Identificação de Vítimas de Desastres

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Publicada em 31/07/2019 às 02:11:00

 

Cogerp realiza curso de Identificação de Vítimas de Desastres 
A Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp), em parceria com a Polícia Federal e os órgãos de perícia criminal dos estados da Bahia e de Alagoas, abriu ontem o curso de Identificação de Vítimas de Desastres. O curso é voltado para a capacitação de profissionais da perícia técnica e o treinamento será realizado na Academia de Polícia Civil (Acadepol) até a quinta-feira desta semana. 
O curso é denominado em inglês como Disaster Victim Identification (DVI) - em português, Identificação de Vítima de Desastre. Ele capacita os profissionais para atender ocorrências com um elevado número de vítimas e utiliza um material protocolado pela Interpol. "O processo de identificação sempre se inicia no local do desastre, então a maneira que se trata o corpo no local pode facilitar e acelerar o processo ou pode vir a atrapalhar ou inviabilizar a identificação de uma possível vítima, por isso é tão necessário o protocolo", explicou o perito Alexandre Deitos, coordenador de DVI da Polícia Federal e representante brasileiro da Interpol. 

A Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp), em parceria com a Polícia Federal e os órgãos de perícia criminal dos estados da Bahia e de Alagoas, abriu ontem o curso de Identificação de Vítimas de Desastres. O curso é voltado para a capacitação de profissionais da perícia técnica e o treinamento será realizado na Academia de Polícia Civil (Acadepol) até a quinta-feira desta semana. 
O curso é denominado em inglês como Disaster Victim Identification (DVI) - em português, Identificação de Vítima de Desastre. Ele capacita os profissionais para atender ocorrências com um elevado número de vítimas e utiliza um material protocolado pela Interpol. "O processo de identificação sempre se inicia no local do desastre, então a maneira que se trata o corpo no local pode facilitar e acelerar o processo ou pode vir a atrapalhar ou inviabilizar a identificação de uma possível vítima, por isso é tão necessário o protocolo", explicou o perito Alexandre Deitos, coordenador de DVI da Polícia Federal e representante brasileiro da Interpol.