Edvaldo se reúne com moradores do Jabotiana e apresenta projeto que soluciona alagamentos

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LIDERANÇAS FORAM COBRAR AÇÕES CONTRA ENCHENTES
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Publicada em 29/07/2019 às 23:24:00

 

O prefeito Edvaldo No
gueira se reuniu, nes
ta terça-feira, com representantes dos moradores do bairro Jabotiana, a região que mais sofreu as consequências das fortes chuvas que ocorreram em Aracaju no início do mês. No encontro, o gestor municipal apresentou um estudo sobre as causas dos alagamentos e as alternativas para soluções efetivas para o problema. Edvaldo se comprometeu em lutar para conquistar os recursos necessários para viabilizar a realização das obras. Os moradores se mostraram muito satisfeitos com a iniciativa.
 "Esta foi uma reunião muito importante, fundamentalmente porque mostramos o estudo que contratamos desde o início do ano para entender a problemática que envolve os alagamentos do bairro Jabotiana. Apresentamos aos moradores os pontos críticos e as propostas de resolução definitiva das enchentes. É importante frisar que os alagamentos do Jabotiana são decorrentes do assoreamento do rio Poxim e o estudo deixou isso ainda mais claro. As soluções passam por um conjunto de obras de médio e longo prazo que demandam muitos recursos, mas eu me comprometi em buscar alternativas para que possamos concretizá-las", declarou o prefeito.
Edvaldo destacou que espera contar com o apoio e a participação da população na resolução do problema. "A questão central é o assoreamento do rio. Em segundo lugar, há vários canais que precisam ser revistos. Serão necessárias obras que vão desde São Cristóvão até Aracaju, como drenagem e a construção de lagoas de contenção. São obras grandiosas. Apresentamos aos moradores e estabelecemos um consenso que é a participação de cinco pessoas da comunidade em uma comissão que estamos formando para  estudar esses projetos e, a partir daí, ir em busca de recursos. Estas obras vão exigir a presença dos entes estadual e federal. A Prefeitura está disposta a liderar esse trabalho, mas sozinha a gente não consegue. Iremos trabalhar muito para conseguir esta verba. É um projeto de longo prazo, mas que precisa começar logo", disse.
Ainda na reunião, o prefeito, atendendo ao apelo dos moradores, anunciou que solicitou à Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) a realização de estudos sobre a lagoa do conjunto Santa Lúcia. "Combinamos com os moradores que vamos nos reunir com o governador do Estado para que a gente  possa ouvir dos técnicos do governo o que está acontecendo, porque a população  acredita que a questão da lagoa interfere nos alagamentos e o Estado não, então precisamos de um terceiro estudo para verificar e chegar a uma conclusão definitiva. Se for comprovado que a lagoa influencia no alagamento, vou procurar o governador e buscar uma solução", explicou Edvaldo. 
Moradores - Presidente da Associação de Moradores dos conjuntos Sol Nascente e JK, Victor Fontes definiu a reunião como um "movimento inovador". "O prefeito abriu as portas da prefeitura para as comunidades do JK, Santa Lúcia, Largo da Aparecida, Santa Lúcia, Aloque, Várzea Grande e todas as áreas que circundam o rio Poxim para dialogar sobre este problema. Sabemos que a solução é de longo prazo, que tem que envolver o município, o Estado e o governo federal. É uma obra cara, mas é necessária. A comunidade carece", disse.
Da mesma forma, a presidente da Associação de Moradores do conjunto Santa Lúcia, Cláudia Souza, considerou a reunião "bastante produtiva e satisfatória". "O prefeito deixou bem claro seu interesse em dar uma resposta para a comunidade e dar início a busca de uma solução para os problemas", afirmou.
Representante do Movimento em Defesa da Lagoa Doce, Flávio Menezes concordou que o encontro foi "proveitoso". "A reunião foi importante para garantir os encaminhamentos para se buscar uma solução para o problema no que cabe à prefeitura. Agora esperamos que o governo e as prefeituras de São Cristóvão e Socorro se envolvam também", salientou.
O estudo - O estudo desenvolvido pela Viatec Engenharia identificou sete pontos críticos no bairro Jabotiana, estabelecendo a necessidade de obras de microdrenagem, construção de lagoas de recepção, além da dragagem do rio Poxim. "Desenvolvemos um estudo de macrodrenagem de toda a cidade, um trabalho muito bem feito. Identificamos vários pontos com subdimensionamento da rede de de drenagem, com demanda por ampliação do diâmetro, além da necessidade de aumentar a cessão de canais e criar lagoas de retenção. É um mix de soluções, sendo a principal delas a desobstrução do rio, que vai demandar mais tempo e recursos. São obras que podem durar até quatro anos. Vamos estudar agora a quantidade de recursos para poder definir depois disso como será o financiamento", afirmou o presidente da Emurb, Sérgio Ferrari.

O prefeito Edvaldo No gueira se reuniu, nes ta terça-feira, com representantes dos moradores do bairro Jabotiana, a região que mais sofreu as consequências das fortes chuvas que ocorreram em Aracaju no início do mês. No encontro, o gestor municipal apresentou um estudo sobre as causas dos alagamentos e as alternativas para soluções efetivas para o problema. Edvaldo se comprometeu em lutar para conquistar os recursos necessários para viabilizar a realização das obras. Os moradores se mostraram muito satisfeitos com a iniciativa.
 "Esta foi uma reunião muito importante, fundamentalmente porque mostramos o estudo que contratamos desde o início do ano para entender a problemática que envolve os alagamentos do bairro Jabotiana. Apresentamos aos moradores os pontos críticos e as propostas de resolução definitiva das enchentes. É importante frisar que os alagamentos do Jabotiana são decorrentes do assoreamento do rio Poxim e o estudo deixou isso ainda mais claro. As soluções passam por um conjunto de obras de médio e longo prazo que demandam muitos recursos, mas eu me comprometi em buscar alternativas para que possamos concretizá-las", declarou o prefeito.
Edvaldo destacou que espera contar com o apoio e a participação da população na resolução do problema. "A questão central é o assoreamento do rio. Em segundo lugar, há vários canais que precisam ser revistos. Serão necessárias obras que vão desde São Cristóvão até Aracaju, como drenagem e a construção de lagoas de contenção. São obras grandiosas. Apresentamos aos moradores e estabelecemos um consenso que é a participação de cinco pessoas da comunidade em uma comissão que estamos formando para  estudar esses projetos e, a partir daí, ir em busca de recursos. Estas obras vão exigir a presença dos entes estadual e federal. A Prefeitura está disposta a liderar esse trabalho, mas sozinha a gente não consegue. Iremos trabalhar muito para conseguir esta verba. É um projeto de longo prazo, mas que precisa começar logo", disse.
Ainda na reunião, o prefeito, atendendo ao apelo dos moradores, anunciou que solicitou à Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) a realização de estudos sobre a lagoa do conjunto Santa Lúcia. "Combinamos com os moradores que vamos nos reunir com o governador do Estado para que a gente  possa ouvir dos técnicos do governo o que está acontecendo, porque a população  acredita que a questão da lagoa interfere nos alagamentos e o Estado não, então precisamos de um terceiro estudo para verificar e chegar a uma conclusão definitiva. Se for comprovado que a lagoa influencia no alagamento, vou procurar o governador e buscar uma solução", explicou Edvaldo. 

Moradores - Presidente da Associação de Moradores dos conjuntos Sol Nascente e JK, Victor Fontes definiu a reunião como um "movimento inovador". "O prefeito abriu as portas da prefeitura para as comunidades do JK, Santa Lúcia, Largo da Aparecida, Santa Lúcia, Aloque, Várzea Grande e todas as áreas que circundam o rio Poxim para dialogar sobre este problema. Sabemos que a solução é de longo prazo, que tem que envolver o município, o Estado e o governo federal. É uma obra cara, mas é necessária. A comunidade carece", disse.
Da mesma forma, a presidente da Associação de Moradores do conjunto Santa Lúcia, Cláudia Souza, considerou a reunião "bastante produtiva e satisfatória". "O prefeito deixou bem claro seu interesse em dar uma resposta para a comunidade e dar início a busca de uma solução para os problemas", afirmou.
Representante do Movimento em Defesa da Lagoa Doce, Flávio Menezes concordou que o encontro foi "proveitoso". "A reunião foi importante para garantir os encaminhamentos para se buscar uma solução para o problema no que cabe à prefeitura. Agora esperamos que o governo e as prefeituras de São Cristóvão e Socorro se envolvam também", salientou.

O estudo - O estudo desenvolvido pela Viatec Engenharia identificou sete pontos críticos no bairro Jabotiana, estabelecendo a necessidade de obras de microdrenagem, construção de lagoas de recepção, além da dragagem do rio Poxim. "Desenvolvemos um estudo de macrodrenagem de toda a cidade, um trabalho muito bem feito. Identificamos vários pontos com subdimensionamento da rede de de drenagem, com demanda por ampliação do diâmetro, além da necessidade de aumentar a cessão de canais e criar lagoas de retenção. É um mix de soluções, sendo a principal delas a desobstrução do rio, que vai demandar mais tempo e recursos. São obras que podem durar até quatro anos. Vamos estudar agora a quantidade de recursos para poder definir depois disso como será o financiamento", afirmou o presidente da Emurb, Sérgio Ferrari.