Cuidado com Medicamentos Falsificados

Opinião

 

A Agência Nacional de Vigilância Sani
tária (ANVISA) está alertando aos con
sumidores, que devido à falta de informação e diante da possibilidade de pagar mais barato, há quem adquira medicamentos em feiras e bancas de vendedores ambulantes. Este é um problema bastante sério. Isso porque, segundo a ANVISA, os requisitos que garantem a qualidade e a eficácia dos medicamentos incluem condições de armazenamento e transporte.
Segundo a ANVISA, medicamentos furtados ou roubados não têm os padrões de conservação necessários para assegurar sua qualidade. Além de o consumidor correr o risco de que esses medicamentos causem danos à sua saúde, pode ficar sem o tratamento adequado e, a depender do caso, as consequências são bastante graves. Ou seja, é um exemplo clássico do dito popular de que o barato sai caro.
A definição da ANVISA é simples: quaisquer produtos que não atendam as regras definidas pela Agência estão irregulares e, portanto, não oferecem ao consumidor garantias de eficácia, segurança e qualidade exigidas para produtos sob vigilância sanitária. Na prática, isso representa elevado risco de dano e ameaça à saúde.
Conforme a ANVISA, as exigências para regularização variam de acordo com o tipo de produto. O conjunto de produtos irregulares inclui, entre outros, produtos sem registro ou notificação na Agência, produtos falsificados, roubados ou contrabandeados, produtos cuja propaganda é considerada inadequada e aqueles que apresentam desvios de qualidade em seu processo de fabricação.
Desvio de qualidade é quando o produto não cumpre algum dos parâmetros de qualidade estabelecidos em seu registro na ANVISA. São exemplos de desvios de qualidade, no caso de medicamentos: alterações de aspecto, cor, odor, sabor e volume ou presença de corpo estranho.
Assim, a ANVISA recomenda adquirir medicamentos somente em farmácias e drogarias autorizadas pela referida Agência. No caso do comércio pela internet, somente farmácias que existem fisicamente estão habilitadas a fazer o comércio online. E atenção: mesmo essas farmácias podem comercializar pela internet somente medicamentos que não sejam de controle especial.

Saumíneo Nascimento

A Agência Nacional de Vigilância Sani tária (ANVISA) está alertando aos con sumidores, que devido à falta de informação e diante da possibilidade de pagar mais barato, há quem adquira medicamentos em feiras e bancas de vendedores ambulantes. Este é um problema bastante sério. Isso porque, segundo a ANVISA, os requisitos que garantem a qualidade e a eficácia dos medicamentos incluem condições de armazenamento e transporte.
Segundo a ANVISA, medicamentos furtados ou roubados não têm os padrões de conservação necessários para assegurar sua qualidade. Além de o consumidor correr o risco de que esses medicamentos causem danos à sua saúde, pode ficar sem o tratamento adequado e, a depender do caso, as consequências são bastante graves. Ou seja, é um exemplo clássico do dito popular de que o barato sai caro.
A definição da ANVISA é simples: quaisquer produtos que não atendam as regras definidas pela Agência estão irregulares e, portanto, não oferecem ao consumidor garantias de eficácia, segurança e qualidade exigidas para produtos sob vigilância sanitária. Na prática, isso representa elevado risco de dano e ameaça à saúde.
Conforme a ANVISA, as exigências para regularização variam de acordo com o tipo de produto. O conjunto de produtos irregulares inclui, entre outros, produtos sem registro ou notificação na Agência, produtos falsificados, roubados ou contrabandeados, produtos cuja propaganda é considerada inadequada e aqueles que apresentam desvios de qualidade em seu processo de fabricação.
Desvio de qualidade é quando o produto não cumpre algum dos parâmetros de qualidade estabelecidos em seu registro na ANVISA. São exemplos de desvios de qualidade, no caso de medicamentos: alterações de aspecto, cor, odor, sabor e volume ou presença de corpo estranho.
Assim, a ANVISA recomenda adquirir medicamentos somente em farmácias e drogarias autorizadas pela referida Agência. No caso do comércio pela internet, somente farmácias que existem fisicamente estão habilitadas a fazer o comércio online. E atenção: mesmo essas farmácias podem comercializar pela internet somente medicamentos que não sejam de controle especial.

Surtos de Doenças no Brasil (2019)

Conforme a Organização Mundial de Saúde - OMS, o Brasil teve neste ano de 2019 até o momento,  um surto de febre amarela.

Febre Amarela - No Brasil, os aumentos sazonais da febre amarela ocorreram historicamente entre dezembro e maio. Durante as safras 2016-2017 e 2017-2018, o número de casos de febre amarela foi muito maior do que nos anos anteriores. O aumento nos casos foi em parte devido a uma expansão geográfica das áreas afetadas pela febre amarela para incluir áreas anteriormente consideradas livres de risco.

Na atual temporada 2018-2019 (julho de 2018 a março de 2019), um total de 75 casos humanos confirmados, incluindo 17 mortes (taxa de casos fatais = 23%), foram relatados no Brasil nos estados de São Paulo (62), Paraná (12) e Santa Catarina (1). Destes casos, 88% (66/75) são do sexo masculino, a idade mediana é de 43 anos e 71% (53/75) são trabalhadores rurais.

A avaliação de risco da OMS é que espera-se mais transmissão nos próximos meses com base em padrões sazonais. Recentes casos humanos de febre amarela durante o atual ciclo sazonal foram relatados nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina no Sudeste do Brasil.

A avaliação preliminar da cobertura vacinal em municípios dos estados do Paraná, do Rio Grande do Sul, de São Paulo e de Santa Catarina sugere alta proporção de pessoas que permanecem suscetíveis e necessidade de intensificar a comunicação para estimular a captação de vacina entre os grupos de risco.

A Importância da Vacinação

De acordo com o Ministério da Saúde, muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. Poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche são só alguns exemplos de doenças comuns no passado e que as novas gerações só ouvem falar em histórias.

Por isso, o Ministério da Saúde recomenda que não podemos deixar de buscar as vacinas disponíveis nas salas de vacinação, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Segundo o Ministério da Saúde, são 300 milhões de doses das vacinas incluídas no Calendário Nacional de Vacinação.

A recomendação básica do Ministério da Saúde é a de que todos nós mantenhamos os nossos cartões de vacinas atualizados.

Informa ainda, o Ministério da Saúde que o calendário nacional de vacinação contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas 19 vacinas para mais de 20 doenças, cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida.

 


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