Lavanderias são os principais pontos de criadouros de Dengue

Cidades

 

A Brigada Itinerante de Combate à Dengue atuará esta semana nos municípios de Areia Branca, onde está desde a segunda-feira (23), e em Ribeirópolis, na quarta, quinta e sexta-feira (24 a 26).
Em Areia Branca estão sendo visitados domicílios de três áreas da sede do município e dois povoados, pontos mais críticos em enfermidade de dengue e em infestação do mosquito, segundo informou o coordenador da brigada, Edvaldo Pereira Maciel.
Maciel salientou que em cada imóvel que chega, o agente de endemias começa pelas orientações de prevenção, segue com a eliminação dos pequenos criadouros, por último, e se necessário, aplica o tratamento químico nos locais onde não é possível destruir os criadouros, como lavanderias e caixas d'água.
O tratamento químico é a base de larvicida, que é aplicado na quantidade equivalente ao volume de água existente no reservatório. Para isso, os agentes andam com o produto e uma medida para evitar erros na aplicação. "É importante frisar que a função da brigada é desenvolver um trabalho educativo, de consciência da população em relação às endemias. E é isso que fazemos após a abordagem ao proprietário do imóvel. No entanto, vamos mais além neste momento, atuando também na interrupção do ciclo do aedes, tanto para eliminar as larvas, como para orientar como se fazer", disse Edvaldo Maciel.
É a lavanderia o reservatório de água que lidera a incidência de criadouros, segundo atesta o coordenador da força-tarefa. Em muitos imóveis a situação chega a ser crítica e aí é preciso que o agente de endemias assuma a tarefa de higienizá-la, adotar o tratamento químico e orientar sobre a manutenção da limpeza da peça. Na sequência estão as caixas d'água, como destacou Edvaldo Maciel, acrescentado que diariamente são visitados entre 1.400 e 1.500 domicílios, ficando para cada agente de endemias uma média de 30 a 35 imóveis.
Uma constatação preocupante da força-tarefa, segundo o coordenador, é que os focos do mosquito Aedes Aegypti estão dentro dos imóveis. "Terrenos baldios apresentam uma baixa incidência em relação à situação dos domicílios e isso nos preocupa porque significa dizer que o cidadão está deixando de fazer o seu papel, provavelmente por falta de informação", declarou Maciel.

A Brigada Itinerante de Combate à Dengue atuará esta semana nos municípios de Areia Branca, onde está desde a segunda-feira (23), e em Ribeirópolis, na quarta, quinta e sexta-feira (24 a 26).
Em Areia Branca estão sendo visitados domicílios de três áreas da sede do município e dois povoados, pontos mais críticos em enfermidade de dengue e em infestação do mosquito, segundo informou o coordenador da brigada, Edvaldo Pereira Maciel.
Maciel salientou que em cada imóvel que chega, o agente de endemias começa pelas orientações de prevenção, segue com a eliminação dos pequenos criadouros, por último, e se necessário, aplica o tratamento químico nos locais onde não é possível destruir os criadouros, como lavanderias e caixas d'água.
O tratamento químico é a base de larvicida, que é aplicado na quantidade equivalente ao volume de água existente no reservatório. Para isso, os agentes andam com o produto e uma medida para evitar erros na aplicação. "É importante frisar que a função da brigada é desenvolver um trabalho educativo, de consciência da população em relação às endemias. E é isso que fazemos após a abordagem ao proprietário do imóvel. No entanto, vamos mais além neste momento, atuando também na interrupção do ciclo do aedes, tanto para eliminar as larvas, como para orientar como se fazer", disse Edvaldo Maciel.
É a lavanderia o reservatório de água que lidera a incidência de criadouros, segundo atesta o coordenador da força-tarefa. Em muitos imóveis a situação chega a ser crítica e aí é preciso que o agente de endemias assuma a tarefa de higienizá-la, adotar o tratamento químico e orientar sobre a manutenção da limpeza da peça. Na sequência estão as caixas d'água, como destacou Edvaldo Maciel, acrescentado que diariamente são visitados entre 1.400 e 1.500 domicílios, ficando para cada agente de endemias uma média de 30 a 35 imóveis.
Uma constatação preocupante da força-tarefa, segundo o coordenador, é que os focos do mosquito Aedes Aegypti estão dentro dos imóveis. "Terrenos baldios apresentam uma baixa incidência em relação à situação dos domicílios e isso nos preocupa porque significa dizer que o cidadão está deixando de fazer o seu papel, provavelmente por falta de informação", declarou Maciel.

 


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