Moradores da Jabotiana voltam a protestar contra inundações

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  • Os moradores da Jabotiana em novo protesto, agora na Tancredo Neves

 

Em nova rodada de atos públicos, moradores da zona Oeste de Aracaju voltaram a ocupar parte da Avenida Tancredo Neves e dialogar com motoristas e pedestres a respeito das consequências do aterro de manguezais e da Lagoa Doce, localizada no bairro Jabotiana. O ato contou novamente com a participação de moradores dos conjuntos Santa Lúcia, JK, Sol Nascente e Jabotiana, região amplamente atingida pelas fortes chuvas e rajadas de vento registrado nos dez primeiros dias desse mês. O manifesto faz parte do plano de ações democráticas, as quais visam pressionar a Prefeitura de Aracaju e o Governo de Sergipe para que se promovam melhorias na região e minimizem os riscos de novas enchentes.
Deliberado em reunião comunitária realizada na última sexta-feira, 22, a rotina de manifestações segue sem alteração mesmo diante da reunião prevista para a próxima segunda-feira, 29, com o prefeito da capital sergipana, Edvaldo Nogueira. Esse encontro está previsto para ocorrer no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, sede da PMA. Já na quarta-feira, 01 de agosto, um grupo de representantes dessas comunidades segue para o Palácio Governador Augusto Franco - o Palácio dos Despachos -, para se reunir com o governador Belivaldo Chagas. O desejo dos manifestantes é que o prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana, também participe do diálogo.
A solicitação tem sido feita já que a quarta cidade mais antiga do país também responde por parte do conjunto Santa Lúcia. Antes dessa maratona de reuniões serem realizadas na semana que vem, amanhã, sexta-feira, 26, os contribuintes voltam a se reunir em nova rodada de conversas com os moradores. Coordenado pelo Movimento Lagoa Doce, a ação está marcada para acontecer na saída do Sol Nascente. De acordo com o morador Flávio Marcel, o objetivo do grupo segue a missão de exigir que o poder público estadual e municipal realizem obras emergenciais as quais evitem que enchentes voltem a desabrigar dezenas de famílias.
 "Será que é pedir demais? Em 2015 uma outra enchente tirou do lar centenas de pessoas. Agora em julho mais de 50 famílias ficaram desabrigadas e muitas outras, digo inúmeras, tiveram vários prejuízos. O rio transbordou, o sistema de escoamento mais uma vez não foi suficiente e as casas voltaram a ser invadidas pela água que chegou a subir quase um metro e meio em alguns locais. A impressão que passa é que os órgãos públicos, independentemente de quem estivesse sendo o gestor há quatro anos, não fez absolutamente nada para reverter a situação e cá estamos nós, lutando por direito e sonhando com paz no próximo temporal", reclamou.
Soluções - A respeito do último episódio de enchente na região citada por Flávio, o fato ocorreu no mês de maio de quando ao menos 60 pessoas foram obrigadas a deixar as respectivas casas e também se abrigar em prédios públicos enquanto os pertences salvos eram amontoados em galpões improvisados. Desta vez, na semana passada o prefeito Edvaldo Nogueira anunciou em praça pública que 400 profissionais de diversas áreas estão trabalhando na região com o objetivo de reparar os estragos feitos pela intensidade das chuvas e vento. Um novo pacote de ações deve ser apresentado durante a reunião da próxima semana.
Esse trabalho coletivo destacado pelo chefe do poder executivo municipal envolve, sobretudo, servidores da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), e das secretarias municipais da Saúde e da Assistência Social. (Milton Alves Júnior)

Em nova rodada de atos públicos, moradores da zona Oeste de Aracaju voltaram a ocupar parte da Avenida Tancredo Neves e dialogar com motoristas e pedestres a respeito das consequências do aterro de manguezais e da Lagoa Doce, localizada no bairro Jabotiana. O ato contou novamente com a participação de moradores dos conjuntos Santa Lúcia, JK, Sol Nascente e Jabotiana, região amplamente atingida pelas fortes chuvas e rajadas de vento registrado nos dez primeiros dias desse mês. O manifesto faz parte do plano de ações democráticas, as quais visam pressionar a Prefeitura de Aracaju e o Governo de Sergipe para que se promovam melhorias na região e minimizem os riscos de novas enchentes.
Deliberado em reunião comunitária realizada na última sexta-feira, 22, a rotina de manifestações segue sem alteração mesmo diante da reunião prevista para a próxima segunda-feira, 29, com o prefeito da capital sergipana, Edvaldo Nogueira. Esse encontro está previsto para ocorrer no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, sede da PMA. Já na quarta-feira, 01 de agosto, um grupo de representantes dessas comunidades segue para o Palácio Governador Augusto Franco - o Palácio dos Despachos -, para se reunir com o governador Belivaldo Chagas. O desejo dos manifestantes é que o prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana, também participe do diálogo.
A solicitação tem sido feita já que a quarta cidade mais antiga do país também responde por parte do conjunto Santa Lúcia. Antes dessa maratona de reuniões serem realizadas na semana que vem, amanhã, sexta-feira, 26, os contribuintes voltam a se reunir em nova rodada de conversas com os moradores. Coordenado pelo Movimento Lagoa Doce, a ação está marcada para acontecer na saída do Sol Nascente. De acordo com o morador Flávio Marcel, o objetivo do grupo segue a missão de exigir que o poder público estadual e municipal realizem obras emergenciais as quais evitem que enchentes voltem a desabrigar dezenas de famílias.
 "Será que é pedir demais? Em 2015 uma outra enchente tirou do lar centenas de pessoas. Agora em julho mais de 50 famílias ficaram desabrigadas e muitas outras, digo inúmeras, tiveram vários prejuízos. O rio transbordou, o sistema de escoamento mais uma vez não foi suficiente e as casas voltaram a ser invadidas pela água que chegou a subir quase um metro e meio em alguns locais. A impressão que passa é que os órgãos públicos, independentemente de quem estivesse sendo o gestor há quatro anos, não fez absolutamente nada para reverter a situação e cá estamos nós, lutando por direito e sonhando com paz no próximo temporal", reclamou.

Soluções - A respeito do último episódio de enchente na região citada por Flávio, o fato ocorreu no mês de maio de quando ao menos 60 pessoas foram obrigadas a deixar as respectivas casas e também se abrigar em prédios públicos enquanto os pertences salvos eram amontoados em galpões improvisados. Desta vez, na semana passada o prefeito Edvaldo Nogueira anunciou em praça pública que 400 profissionais de diversas áreas estão trabalhando na região com o objetivo de reparar os estragos feitos pela intensidade das chuvas e vento. Um novo pacote de ações deve ser apresentado durante a reunião da próxima semana.
Esse trabalho coletivo destacado pelo chefe do poder executivo municipal envolve, sobretudo, servidores da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), e das secretarias municipais da Saúde e da Assistência Social. (Milton Alves Júnior)

 


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