Antônio Hora fala sobre esporte escolar no Senado

Esporte


  • A senador Leila Barros, ex-atleta da Seleção Brasileira de Voleibol, presidente da Subcomissão de Esportes do Senado, apoiando a CBDE

 

O Plano Nacional de Esporte, que pretende estabelecer as novas diretrizes do esporte nacional, foram os principais assuntos da segunda audiência do ciclo que a Subcomissão Permanente sobre Esporte, Educação Física e Formação de Categorias de Base (CEEEFCB). 
O Presidente da Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), Antônio Hora Filho foi um dos convidados para falar sobre o desporto escolar no Brasil. Foi a segunda audiência pública interativa daquela subcomissão e contou com gestores de diversas modalidades esportivas. 
No momento em que o esporte escolar brasileiro ganha lugar de destaque nas competições internacionais, Antônio Hora mostrou o porquê dessa evolução do desporto escolar no Brasil, destacando os títulos conquistados em competições internacionais. Hoje, o Brasil já pode ser considerado como uma potência no cenário desporto escolar, com a conquista de títulos de campeão mundial em várias modlaides. 
O valor do esporte na escola foi ressaltado pelo presidente da Confederação Brasileira de Desporto Escolar, Antônio Hora Filho. Segundo ele, é necessário desenvolver o conceito de que se deve evitar a hipercompetitividade e a seletividade no esporte. 
De acordo com Hora Filho, é preciso desenvolver o indivíduo de forma integral e a sua formação, para o exercício da cidadania e a prática do lazer. O objetivo é fomentar o esporte escolar, contribuir para a formação dos alunos e ser a base inicial de formação esportiva no Brasil. Ele ressaltou a importância da aprovação da Medida Provisória 846/2018, sobre o repasse de verbas de loterias para setores do esporte, transformada na Lei 13.756, de 2018.
- Com aplicação de recursos, facilmente o nosso esporte escolar, com o apoio de todos e a estrutura da CBDE, alcança resultados expressivos - disse o dirigente, apresentando os resultados do país na última Gimnasíade [as Olimpíadas do esporte escolar], em Marrakesh, Marrocos, quando o Brasil alcançou a terceira colocação no quadro de medalhas.

O Plano Nacional de Esporte, que pretende estabelecer as novas diretrizes do esporte nacional, foram os principais assuntos da segunda audiência do ciclo que a Subcomissão Permanente sobre Esporte, Educação Física e Formação de Categorias de Base (CEEEFCB). 
O Presidente da Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), Antônio Hora Filho foi um dos convidados para falar sobre o desporto escolar no Brasil. Foi a segunda audiência pública interativa daquela subcomissão e contou com gestores de diversas modalidades esportivas. 
No momento em que o esporte escolar brasileiro ganha lugar de destaque nas competições internacionais, Antônio Hora mostrou o porquê dessa evolução do desporto escolar no Brasil, destacando os títulos conquistados em competições internacionais. Hoje, o Brasil já pode ser considerado como uma potência no cenário desporto escolar, com a conquista de títulos de campeão mundial em várias modlaides. 
O valor do esporte na escola foi ressaltado pelo presidente da Confederação Brasileira de Desporto Escolar, Antônio Hora Filho. Segundo ele, é necessário desenvolver o conceito de que se deve evitar a hipercompetitividade e a seletividade no esporte. 
De acordo com Hora Filho, é preciso desenvolver o indivíduo de forma integral e a sua formação, para o exercício da cidadania e a prática do lazer. O objetivo é fomentar o esporte escolar, contribuir para a formação dos alunos e ser a base inicial de formação esportiva no Brasil. Ele ressaltou a importância da aprovação da Medida Provisória 846/2018, sobre o repasse de verbas de loterias para setores do esporte, transformada na Lei 13.756, de 2018.
- Com aplicação de recursos, facilmente o nosso esporte escolar, com o apoio de todos e a estrutura da CBDE, alcança resultados expressivos - disse o dirigente, apresentando os resultados do país na última Gimnasíade [as Olimpíadas do esporte escolar], em Marrakesh, Marrocos, quando o Brasil alcançou a terceira colocação no quadro de medalhas.

 


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