PMA inicia obras de recuperaão da cidade

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 15/07/2019 às 23:07:00

 

Para recuperar todo o estrago promovido pelas chuvas fortes e rajadas de vento registradas durante toda a semana passada serão necessários, ao menos, 60 dias. Isso somente na capital sergipana, conforme prevê a Prefeitura de Aracaju. Somente nos 12 primeiros dias desse mês choveu 340 mm, volume três vezes maior do que o tradicionalmente previsto para todo o mês de julho. Esse período de reparo operacional inclui serviços de tapa buraco, limpeza de ruas e avenidas, desobstrução de canais de bueiros, além de assistência às dezenas de famílias que seguem desabrigadas e sem previsão de retornar para as respectivas casas.
Conforme contabilidade apresentada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, atualmente mais de 200 pessoas permanecem abrigadas em prédios públicos recebendo alimentação, roupas, colchões e assistência médica. Esse material tem sido repassadas por meio da iniciativa pública municipal, como também através de doações que estão sendo realizadas desde a noite da última sexta-feira, 12, quando as chuvas começaram a diminuir em todas as regiões do estado de Sergipe. Cinco bairros, sendo eles: Dom Luciano, Soledade,  Jabotiana, Atalaia e Santa Maria, estão recebendo serviços de drenagem.
Já os trabalhos de tapa-buraco estão sendo realizados nos bairros: Ponto Novo, 13 de Julho, Atalaia, Capucho e Farolândia. De acordo com o prefeito Edvaldo Nogueira, apesar de a administração pública municipal estar realizando ações unificadas em vários bairros desde o final de semana, a região habitacional do bairro Jabotiana, zona oeste da cidade, recebe uma operação tipo 'força-tarefa' mais completa. Isso ocorre em virtude de os conjuntos Santa Lúcia, Sol Nascente e Largo da Aparecida serem apontados pelos órgãos de segurança e prevenção de acidentes como a região mais atingida pelos efeitos da natureza.
Pela segunda vez em menos de dez anos milhares de moradores são diretamente prejudicados pela falta de políticas públicas envolvendo a vazão do rio Poxim. A última vez que uma enchente gerou prejuízos às famílias na zona Oeste foi em maio de 2015. Naquele episódio ao menos 60 pessoas foram obrigadas a deixar as respectivas casas e também se abrigar em prédios públicos enquanto os pertences salvos eram amontoados em galpões improvisados. Agora, o receio da população é que cenários semelhantes se repitam em curto período.(Milton Alves Júnior)

Para recuperar todo o estrago promovido pelas chuvas fortes e rajadas de vento registradas durante toda a semana passada serão necessários, ao menos, 60 dias. Isso somente na capital sergipana, conforme prevê a Prefeitura de Aracaju. Somente nos 12 primeiros dias desse mês choveu 340 mm, volume três vezes maior do que o tradicionalmente previsto para todo o mês de julho. Esse período de reparo operacional inclui serviços de tapa buraco, limpeza de ruas e avenidas, desobstrução de canais de bueiros, além de assistência às dezenas de famílias que seguem desabrigadas e sem previsão de retornar para as respectivas casas.
Conforme contabilidade apresentada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, atualmente mais de 200 pessoas permanecem abrigadas em prédios públicos recebendo alimentação, roupas, colchões e assistência médica. Esse material tem sido repassadas por meio da iniciativa pública municipal, como também através de doações que estão sendo realizadas desde a noite da última sexta-feira, 12, quando as chuvas começaram a diminuir em todas as regiões do estado de Sergipe. Cinco bairros, sendo eles: Dom Luciano, Soledade,  Jabotiana, Atalaia e Santa Maria, estão recebendo serviços de drenagem.
Já os trabalhos de tapa-buraco estão sendo realizados nos bairros: Ponto Novo, 13 de Julho, Atalaia, Capucho e Farolândia. De acordo com o prefeito Edvaldo Nogueira, apesar de a administração pública municipal estar realizando ações unificadas em vários bairros desde o final de semana, a região habitacional do bairro Jabotiana, zona oeste da cidade, recebe uma operação tipo 'força-tarefa' mais completa. Isso ocorre em virtude de os conjuntos Santa Lúcia, Sol Nascente e Largo da Aparecida serem apontados pelos órgãos de segurança e prevenção de acidentes como a região mais atingida pelos efeitos da natureza.
Pela segunda vez em menos de dez anos milhares de moradores são diretamente prejudicados pela falta de políticas públicas envolvendo a vazão do rio Poxim. A última vez que uma enchente gerou prejuízos às famílias na zona Oeste foi em maio de 2015. Naquele episódio ao menos 60 pessoas foram obrigadas a deixar as respectivas casas e também se abrigar em prédios públicos enquanto os pertences salvos eram amontoados em galpões improvisados. Agora, o receio da população é que cenários semelhantes se repitam em curto período.(Milton Alves Júnior)