A Lava Jato em desespero

Opinião

 

* Rômulo Rodrigues
Olhando pela fresta da janela em que 
se vê a balança onde está sendo pe
sada a correlação de forças na disputa entre os times do Brasil Soberano, em crescimento, e o da Republiqueta de Bananas, dá para enxergar que o Moro e sua quadrilha de procuradores da Vaza Jato mais o Bozo e sua gangue de milicianos, em declínio, ao mesmo tempo em que o "Lula Livre" resiste e se fortalece.
O próximo momento de embate está marcado para início de Agosto onde; espera-se que a Sociedade Civil tenha acumulado mais força para recuperar o Brasil para os brasileiros.
Neste intervalo de coisa de 40 dias, ou pouco mais, a conjuntura tende a ser, cada vez mais, a favor da Democracia.
Nas gerais e arquibancadas do imenso Estádio chamado "La Bombonera Brasil", o grito da imensa torcida será; "Eu não confio no Moro".
Durante o longo intervalo, os telões do Estádio vão preencher o tempo exibindo as falcatruas feitas para que o time dos EUA, com ajuda do VAR, seja um vencedor imbatível.
Uma das enormes falcatruas propagandística, que vai completar dois anos é o fracasso de bilheteria com o nome pomposo e pré-estreia digna de "Cine Holliúdy", cheia de puxa-sacos  e conspiradores; "Polícia Federal"- a lei é para todos"; protagonizado por canastrões da Globo e custo enorme com dinheiro de origem duvidosa.
Sob o competente trabalho de jornalismo investigativo de The Intercept, vai aparecendo - para espanto da torcida - todo o engodo que fez com que; através de jogos manipulados por um Juiz, Promotores e a mídia amiga, o time dos canalhas ainda esteja na disputa final.
No momento, aparecem denúncias comprovadas de jogos roubados, ou seja, ganhos no tapetão como as provas irrefutáveis de que o depoimento de Léo Pinheiro foi uma armação medonha, entre as quais a do VAR, Rodrigo Janot, que arquivou pedido da defesa de Lula, deixando correr solta a farsa da delação fabricada, mesmo diante das reclamações de um grupo de Procuradores isentos afirmando que o Juiz violava o sistema acusatório, agindo como Presidente da Confederação.
O Juiz e toda sua quadrilha não contavam com o trunfo do grande Jornalista investigativo, premiado nos EUA, com o Pulitzer, respeitado no mundo todo, conquistasse a colaboração de outros Procuradores insatisfeitos na tramoia, para a fazerem denúncias na perspectiva de se salvarem lá na frente.
É aí que o método do chefe está vindo a público; ele recebia ordens do DEA, escolhia alguém para ser sacrificado, dava ênfase ao que devia ser atacado, identificava para os Procuradores quem devia ser incriminado, recebia a denúncia encomendada, selecionava os delatores, decretava as penas, estabelecia as multas e, somente depois soltava o delator e partilhava o Botim.
Esta brincadeira perversa já custou a quebra das oito maiores empresas do setor da construção pesada que respondiam por metade de toda a parcela da formação do capital no Brasil.
Nas conversas captadas entre os membros da gangue, uma frase do Procurador lavajatista Januário Paludo, dá bem o tom da trama. "só haveria beneficio para o mais incriminado, Léo Pinheiro, se este denunciasse Lula". Foi assim que Moro mandou prendê-lo e forçou que fizesse a denúncia do Triplex.
Para complicar e desacreditar mais a trama, veio a reunião do G-20, no Japão e, mesmo sabendo não ser levado a sério o imbecil, para Moro, e Ameba para Dallagnol, resolveu ir nos envergonhar, para delírio dos imbecis que o tem como mito.
Foi aí, que um dos mais inteligente membro de sua tripulação entendeu que ninguém iria perceber uma mala pessoal com 39 Kg de pasta de cocaína prensada, na vistoria do desembarque.
Lá fora do Estádio, no primeiro domingo do intervalo, jogaram nas ruas sua torcida patrocinada, composta totalmente de gente branca, portadora do Mal de Alzimer, que por isso mesmo, perdeu a oportunidade de perguntar pelo Queiroz e de quem é a cocaína?
Esperto, Queiroz ficou de butuca vendo o Sargento ser algemado e levado preso pela polícia espanhola.
A bomba de efeito mais letal veio na manhã de Domingo, em reportagem da Folha de São Paulo, tornando público os diálogos da estranha e providencial mudança no depoimento de Léo Pinheiro, acusando Lula no caso do Triplex; sem esquecer o pedido de Dallagnol para fazer uma busca e apreensão "simbólica" contra o Senador eleito Jaques Wagner, faltando três dias para o segundo turno da eleição de Presidente.
Num outro trecho, Deltan diz a Moro: "Não temos provas quanto ao Triplex. Moro responde: não se preocupe, faz a denúncia que eu aceito e condeno.
Quem quiser ver com isenção quanto o "Zun, Zun, Zun," do ataque a Wagner influenciou no resultado das urnas, é só olhar a variação dos números entre Bolsonaro e Haddad do primeiro para o segundo turno.
Pior que isso, só ver e ouvir o grande Heleno em cima de um Trio Elétrico pedindo o fechamento do Congresso e do STF.
Que falta fizeram faixas lembrando o massacre de 66 haitianos e os R$ 22 milhões surrupiados no COI quando ele era o braço direito do Nuzman.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Olhando pela fresta da janela em que  se vê a balança onde está sendo pe sada a correlação de forças na disputa entre os times do Brasil Soberano, em crescimento, e o da Republiqueta de Bananas, dá para enxergar que o Moro e sua quadrilha de procuradores da Vaza Jato mais o Bozo e sua gangue de milicianos, em declínio, ao mesmo tempo em que o "Lula Livre" resiste e se fortalece.
O próximo momento de embate está marcado para início de Agosto onde; espera-se que a Sociedade Civil tenha acumulado mais força para recuperar o Brasil para os brasileiros.
Neste intervalo de coisa de 40 dias, ou pouco mais, a conjuntura tende a ser, cada vez mais, a favor da Democracia.
Nas gerais e arquibancadas do imenso Estádio chamado "La Bombonera Brasil", o grito da imensa torcida será; "Eu não confio no Moro".
Durante o longo intervalo, os telões do Estádio vão preencher o tempo exibindo as falcatruas feitas para que o time dos EUA, com ajuda do VAR, seja um vencedor imbatível.
Uma das enormes falcatruas propagandística, que vai completar dois anos é o fracasso de bilheteria com o nome pomposo e pré-estreia digna de "Cine Holliúdy", cheia de puxa-sacos  e conspiradores; "Polícia Federal"- a lei é para todos"; protagonizado por canastrões da Globo e custo enorme com dinheiro de origem duvidosa.
Sob o competente trabalho de jornalismo investigativo de The Intercept, vai aparecendo - para espanto da torcida - todo o engodo que fez com que; através de jogos manipulados por um Juiz, Promotores e a mídia amiga, o time dos canalhas ainda esteja na disputa final.
No momento, aparecem denúncias comprovadas de jogos roubados, ou seja, ganhos no tapetão como as provas irrefutáveis de que o depoimento de Léo Pinheiro foi uma armação medonha, entre as quais a do VAR, Rodrigo Janot, que arquivou pedido da defesa de Lula, deixando correr solta a farsa da delação fabricada, mesmo diante das reclamações de um grupo de Procuradores isentos afirmando que o Juiz violava o sistema acusatório, agindo como Presidente da Confederação.
O Juiz e toda sua quadrilha não contavam com o trunfo do grande Jornalista investigativo, premiado nos EUA, com o Pulitzer, respeitado no mundo todo, conquistasse a colaboração de outros Procuradores insatisfeitos na tramoia, para a fazerem denúncias na perspectiva de se salvarem lá na frente.
É aí que o método do chefe está vindo a público; ele recebia ordens do DEA, escolhia alguém para ser sacrificado, dava ênfase ao que devia ser atacado, identificava para os Procuradores quem devia ser incriminado, recebia a denúncia encomendada, selecionava os delatores, decretava as penas, estabelecia as multas e, somente depois soltava o delator e partilhava o Botim.
Esta brincadeira perversa já custou a quebra das oito maiores empresas do setor da construção pesada que respondiam por metade de toda a parcela da formação do capital no Brasil.
Nas conversas captadas entre os membros da gangue, uma frase do Procurador lavajatista Januário Paludo, dá bem o tom da trama. "só haveria beneficio para o mais incriminado, Léo Pinheiro, se este denunciasse Lula". Foi assim que Moro mandou prendê-lo e forçou que fizesse a denúncia do Triplex.
Para complicar e desacreditar mais a trama, veio a reunião do G-20, no Japão e, mesmo sabendo não ser levado a sério o imbecil, para Moro, e Ameba para Dallagnol, resolveu ir nos envergonhar, para delírio dos imbecis que o tem como mito.
Foi aí, que um dos mais inteligente membro de sua tripulação entendeu que ninguém iria perceber uma mala pessoal com 39 Kg de pasta de cocaína prensada, na vistoria do desembarque.
Lá fora do Estádio, no primeiro domingo do intervalo, jogaram nas ruas sua torcida patrocinada, composta totalmente de gente branca, portadora do Mal de Alzimer, que por isso mesmo, perdeu a oportunidade de perguntar pelo Queiroz e de quem é a cocaína?
Esperto, Queiroz ficou de butuca vendo o Sargento ser algemado e levado preso pela polícia espanhola.
A bomba de efeito mais letal veio na manhã de Domingo, em reportagem da Folha de São Paulo, tornando público os diálogos da estranha e providencial mudança no depoimento de Léo Pinheiro, acusando Lula no caso do Triplex; sem esquecer o pedido de Dallagnol para fazer uma busca e apreensão "simbólica" contra o Senador eleito Jaques Wagner, faltando três dias para o segundo turno da eleição de Presidente.
Num outro trecho, Deltan diz a Moro: "Não temos provas quanto ao Triplex. Moro responde: não se preocupe, faz a denúncia que eu aceito e condeno.
Quem quiser ver com isenção quanto o "Zun, Zun, Zun," do ataque a Wagner influenciou no resultado das urnas, é só olhar a variação dos números entre Bolsonaro e Haddad do primeiro para o segundo turno.
Pior que isso, só ver e ouvir o grande Heleno em cima de um Trio Elétrico pedindo o fechamento do Congresso e do STF.
Que falta fizeram faixas lembrando o massacre de 66 haitianos e os R$ 22 milhões surrupiados no COI quando ele era o braço direito do Nuzman.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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