Morre João Oliva, o mais antigo jornalista do Estado

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JOÃO OLIVA ERA MEMBRO DA ASL E TINHA 96 ANOS
JOÃO OLIVA ERA MEMBRO DA ASL E TINHA 96 ANOS

Familiares e amigos participaram do velório do jornalista e escritor
Familiares e amigos participaram do velório do jornalista e escritor

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Publicada em 03/07/2019 às 23:12:00

 

Vítima de insuficiência respiratória, foi sepultado na tarde de ontem o corpo do jornalista e escritor sergipano João Oliva Alves. Aos 96 anos de idade, o comunicador que ocupava a cadeira de número 24 na Academia Sergipana de Letras (ASL), reclamou de fortes dores na noite da última terça-feira (2), quando foi encaminhado às pressas para uma unidade hospitalar. No início da manhã, por volta das 5h o quadro clínico se agravou e a equipe mesédica oficializou o óbito. O corpo inicialmente foi velado na sede da ASL, e, no final da tarde, encaminhado em cortejo fúnebre para a cidade de Riachão do Dantas, interior sergipano, cidade onde nasceu em 1922.
Ao longo das suas décadas de dedicação à leitura e escrita, Oliva ocupou o cargo de repórter, redator-chefe e editorialista nos impressos Gazeta de Sergipe, A Cruzada e Diário de Aracaju, além de ter produzido e escrito crônicas para programas da Rádio Cultura de Sergipe. Foi ainda secretário de imprensa do Governo do Estado na gestão do ex-governador Seixas Dória, bem como assessor de comunicação da Associação Comercial e da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Como assessor de Relações Públicas da instituição federal de ensino foi um dos criadores do Festival de Artes de São Cristóvão.
Apresentado pela Associação Sergipana de Imprensa como o jornalista mais idoso no estado, João Oliva deixa 11 filhos, 15 netos e 9 bisnetos. Antes de optar por morar em Aracaju, o jornalista se dividia entre encaminhar artigos para os jornais impressos rodados na capital sergipana, e o cargo de agente de Estatística do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas cidades de Riachão e Estância. Luiz Eduardo Oliva, filho do jornalista com a também riachãoense, Maria Oliva, se pronunciou sobre a perda do pai e destacou que ele tratava-se de um homem puro, sempre entusiasmado em viver de forma intensa e reunir a família.
"Triste dia em que nos despedimos sobretudo de um jornalista, um escritor. Um membro da Academia Sergipana de Letras que inúmeras vezes escreveu crônicas de Sergipe e do Brasil. Amou as pessoas, a vida, a democracia. Era um homem de fé... Partiu dessa vida que tanto amou. Foi-se o mais velho jornalista vivo de Sergipe encontrar a sua amada Maria". Na manhã de ontem, assim que familiares confirmaram a notícia, a Assembleia Legislativa de Sergipe, em nome do presidente deputado Luciano Bispo e de todos os parlamentares, lamentou o falecimento do jornalista e escritor.
A Prefeitura de Aracaju decretou três dias de luto. O prefeito Edvaldo Nogueira enalteceu que: "diante do legado de contribuições para Aracaju e para Sergipe, na sua atuação brilhante como escritor e como jornalista, é muito justo decretarmos luto oficial como sinal de pesar e em reconhecimento à importância do trabalho que João Oliva desenvolveu em sua trajetória neste mundo. A todos os familiares, amigos e admiradores, presto a minha solidariedade". (Milton Alves Júnior)

Vítima de insuficiência respiratória, foi sepultado na tarde de ontem o corpo do jornalista e escritor sergipano João Oliva Alves. Aos 96 anos de idade, o comunicador que ocupava a cadeira de número 24 na Academia Sergipana de Letras (ASL), reclamou de fortes dores na noite da última terça-feira (2), quando foi encaminhado às pressas para uma unidade hospitalar. No início da manhã, por volta das 5h o quadro clínico se agravou e a equipe mesédica oficializou o óbito. O corpo inicialmente foi velado na sede da ASL, e, no final da tarde, encaminhado em cortejo fúnebre para a cidade de Riachão do Dantas, interior sergipano, cidade onde nasceu em 1922.
Ao longo das suas décadas de dedicação à leitura e escrita, Oliva ocupou o cargo de repórter, redator-chefe e editorialista nos impressos Gazeta de Sergipe, A Cruzada e Diário de Aracaju, além de ter produzido e escrito crônicas para programas da Rádio Cultura de Sergipe. Foi ainda secretário de imprensa do Governo do Estado na gestão do ex-governador Seixas Dória, bem como assessor de comunicação da Associação Comercial e da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Como assessor de Relações Públicas da instituição federal de ensino foi um dos criadores do Festival de Artes de São Cristóvão.
Apresentado pela Associação Sergipana de Imprensa como o jornalista mais idoso no estado, João Oliva deixa 11 filhos, 15 netos e 9 bisnetos. Antes de optar por morar em Aracaju, o jornalista se dividia entre encaminhar artigos para os jornais impressos rodados na capital sergipana, e o cargo de agente de Estatística do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas cidades de Riachão e Estância. Luiz Eduardo Oliva, filho do jornalista com a também riachãoense, Maria Oliva, se pronunciou sobre a perda do pai e destacou que ele tratava-se de um homem puro, sempre entusiasmado em viver de forma intensa e reunir a família.
"Triste dia em que nos despedimos sobretudo de um jornalista, um escritor. Um membro da Academia Sergipana de Letras que inúmeras vezes escreveu crônicas de Sergipe e do Brasil. Amou as pessoas, a vida, a democracia. Era um homem de fé... Partiu dessa vida que tanto amou. Foi-se o mais velho jornalista vivo de Sergipe encontrar a sua amada Maria". Na manhã de ontem, assim que familiares confirmaram a notícia, a Assembleia Legislativa de Sergipe, em nome do presidente deputado Luciano Bispo e de todos os parlamentares, lamentou o falecimento do jornalista e escritor.
A Prefeitura de Aracaju decretou três dias de luto. O prefeito Edvaldo Nogueira enalteceu que: "diante do legado de contribuições para Aracaju e para Sergipe, na sua atuação brilhante como escritor e como jornalista, é muito justo decretarmos luto oficial como sinal de pesar e em reconhecimento à importância do trabalho que João Oliva desenvolveu em sua trajetória neste mundo. A todos os familiares, amigos e admiradores, presto a minha solidariedade". (Milton Alves Júnior)