Polícia cumpre dois mandados contra fraudes no BPC

Cidades

 

A Polícia Federal deflagrou ontem, em Lagarto (Centro-Sul), a Operação Dublê, que investiga o uso de documentos falsos para fraudar o recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 8ª Vara da Justiça Federal. Calcula-se que o prejuízo causado aos cofres da Previdência Social, até o momento, é de R$ 101.876,68.
A investigação identificou que após o falecimento de uma pessoa que usufruía de BPC, da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), em 2009, seus familiares continuaram recebendo indevidamente o benefício até 2017. O INSS, quando detectou o óbito, suspendeu o pagamento do benefício. No entanto, uma irmã da falecida teria falsificado documentos pessoais e, passando-se pela finada, tentou reativar o pagamento junto ao INSS, o qual indeferiu o pedido. 
Contudo, a investigada ingressou com uma ação judicial, ainda fazendo uso dos documentos supostamente falsificados, pleiteando a concessão do benefício. O pedido foi indeferido em primeira instância, porém deferido em grau recursal, em razão dos documentos falsos apresentados e detectados. Não houve prisões, mas a responsável pela fraude deve ser indiciada pelos crimes de crimes de estelionato previdenciário e de uso de documento falso. 

A Polícia Federal deflagrou ontem, em Lagarto (Centro-Sul), a Operação Dublê, que investiga o uso de documentos falsos para fraudar o recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 8ª Vara da Justiça Federal. Calcula-se que o prejuízo causado aos cofres da Previdência Social, até o momento, é de R$ 101.876,68.
A investigação identificou que após o falecimento de uma pessoa que usufruía de BPC, da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), em 2009, seus familiares continuaram recebendo indevidamente o benefício até 2017. O INSS, quando detectou o óbito, suspendeu o pagamento do benefício. No entanto, uma irmã da falecida teria falsificado documentos pessoais e, passando-se pela finada, tentou reativar o pagamento junto ao INSS, o qual indeferiu o pedido. 
Contudo, a investigada ingressou com uma ação judicial, ainda fazendo uso dos documentos supostamente falsificados, pleiteando a concessão do benefício. O pedido foi indeferido em primeira instância, porém deferido em grau recursal, em razão dos documentos falsos apresentados e detectados. Não houve prisões, mas a responsável pela fraude deve ser indiciada pelos crimes de crimes de estelionato previdenciário e de uso de documento falso. 

 


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