Prefeitura inicia ampliação das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti

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AGENTES DE ENDEMIAS DURANTE A APLICAÇÃO DE FUMACÊ NO BAIRRO SANTOS DUMONT, EM ARACAJU; OUTROS BAIRROS SERÃO ATENDIDOS
AGENTES DE ENDEMIAS DURANTE A APLICAÇÃO DE FUMACÊ NO BAIRRO SANTOS DUMONT, EM ARACAJU; OUTROS BAIRROS SERÃO ATENDIDOS

Agentes iniciaram a aplicação de fumacê pelo bairro Santos Dumont
Agentes iniciaram a aplicação de fumacê pelo bairro Santos Dumont

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Publicada em 02/07/2019 às 22:58:00

 

Por intermédio da Secre
taria Municipal da Saú
de (SMS), a Prefeitura de Aracaju começou a ampliação das ações do Plano de Intensificação de Combate ao mosquito Aedes aegypti. Na última segunda-feira, no bairro São Dumont, foram mobilizados agentes de endemias para aplicação do fumacê, bairro definido a partir do mapeamento feito pela Vigilância Epidemiológica, de modo a priorizar as regiões com notificações de casos de dengue, zika ou chikungunya.
De acordo com a secretária da Saúde, Waneska Barboza, o objetivo principal do Plano é prevenir e controlar processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Todo o processo de prevenção faz parte do Planejamento Estratégico da gestão.
"Designamos duas equipes de agentes durante a noite, das 19h às 22h, para visitar casas que estavam fechadas durante o dia; visitação de todas as escolas para eliminação dos focos; trabalho de campo em quatro sábados por mês; aplicação do fumacê costal; realização do Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti [LIRAa] a cada dois meses, realização de mutirões de limpeza; e o  monitoramento quinzenal estratégico dos pontos de proliferação", esclareceu a secretária.
O fumacê foi aplicado no final da tarde, entre 17h e 19h, quando as atividades dos mosquitos são maiores. Resguardados pelos equipamentos de proteção, os agentes percorreram as ruas do bairro Santos Dumont, borrifando o inseticida. Segundo o gerente do Programa de Controle do Aedes, Jeferson Santana, esse método de aplicação manual permite aos agentes alcançar áreas de difícil acesso e possibilita um cuidado maior quanto ao lançamento do veneno.
"Vale ressaltar que a substância utilizada no fumacê não apresenta riscos à saúde da população, nem aos animais domésticos, a menos que seja ingerida. Aconselhamos que as pessoas abram suas casas para ampliar o alcance do inseticida. A aplicação do fumacê é importante de acordo com a situação epidemiológica do município. É um método de bloqueio de transmissão, utilizado, sobretudo, entre momentos de picos das doenças, que permite combater um número maior de casos. É um aliado, uma intensificação do cuidado contra uma possível epidemia", ressaltou.
Engajamento da população -  A população é parte fundamental nesse plano de intensificação. A Prefeitura realiza o seu papel, mas, as pessoas precisam colaborar no combate à proliferação de focos do mosquito. "O trabalho principal é fiscalização e a orientação sobre os reservatórios que devem ser bem vedados, vasos de plantas que devem sempre conter areia para não acumular água, entre outros cuidados básicos para que não existam nas casas os focos do mosquito. Das 19h ás 22h outra equipe foi de casa em casa, vendo se eram encontrados focos do mosquito. Visitamos 76 casas e em 12 foram encontradas focos em ralos, baldes, brinquedos, lavanderia e tonel", ressaltou.

Por intermédio da Secre taria Municipal da Saú de (SMS), a Prefeitura de Aracaju começou a ampliação das ações do Plano de Intensificação de Combate ao mosquito Aedes aegypti. Na última segunda-feira, no bairro São Dumont, foram mobilizados agentes de endemias para aplicação do fumacê, bairro definido a partir do mapeamento feito pela Vigilância Epidemiológica, de modo a priorizar as regiões com notificações de casos de dengue, zika ou chikungunya.
De acordo com a secretária da Saúde, Waneska Barboza, o objetivo principal do Plano é prevenir e controlar processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Todo o processo de prevenção faz parte do Planejamento Estratégico da gestão.
"Designamos duas equipes de agentes durante a noite, das 19h às 22h, para visitar casas que estavam fechadas durante o dia; visitação de todas as escolas para eliminação dos focos; trabalho de campo em quatro sábados por mês; aplicação do fumacê costal; realização do Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti [LIRAa] a cada dois meses, realização de mutirões de limpeza; e o  monitoramento quinzenal estratégico dos pontos de proliferação", esclareceu a secretária.
O fumacê foi aplicado no final da tarde, entre 17h e 19h, quando as atividades dos mosquitos são maiores. Resguardados pelos equipamentos de proteção, os agentes percorreram as ruas do bairro Santos Dumont, borrifando o inseticida. Segundo o gerente do Programa de Controle do Aedes, Jeferson Santana, esse método de aplicação manual permite aos agentes alcançar áreas de difícil acesso e possibilita um cuidado maior quanto ao lançamento do veneno.
"Vale ressaltar que a substância utilizada no fumacê não apresenta riscos à saúde da população, nem aos animais domésticos, a menos que seja ingerida. Aconselhamos que as pessoas abram suas casas para ampliar o alcance do inseticida. A aplicação do fumacê é importante de acordo com a situação epidemiológica do município. É um método de bloqueio de transmissão, utilizado, sobretudo, entre momentos de picos das doenças, que permite combater um número maior de casos. É um aliado, uma intensificação do cuidado contra uma possível epidemia", ressaltou.

Engajamento da população -  A população é parte fundamental nesse plano de intensificação. A Prefeitura realiza o seu papel, mas, as pessoas precisam colaborar no combate à proliferação de focos do mosquito. "O trabalho principal é fiscalização e a orientação sobre os reservatórios que devem ser bem vedados, vasos de plantas que devem sempre conter areia para não acumular água, entre outros cuidados básicos para que não existam nas casas os focos do mosquito. Das 19h ás 22h outra equipe foi de casa em casa, vendo se eram encontrados focos do mosquito. Visitamos 76 casas e em 12 foram encontradas focos em ralos, baldes, brinquedos, lavanderia e tonel", ressaltou.