Governadores perdem primeiro round

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Depois de aparecer nas redes sociais na Festa do Mastro, em Capela, todo melado de lama e correndo atrás do trio de Bel Marques, o vereador Palhaço Soneca (Cidadania-Aracaju) será investigado pela 7ª Promotoria de Justiça de Aracaju, mediante licença médi
Depois de aparecer nas redes sociais na Festa do Mastro, em Capela, todo melado de lama e correndo atrás do trio de Bel Marques, o vereador Palhaço Soneca (Cidadania-Aracaju) será investigado pela 7ª Promotoria de Justiça de Aracaju, mediante licença médi

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Publicada em 02/07/2019 às 22:20:00

 

Não se chegou a um entendimento 
ontem na reunião de governadores 
com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para tratar da reinclusão de estados e municípios na reforma da Previdência conforme proposta do governo federal.  
De nada adiantou a presença do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, na reunião. Estados e municípios ficaram mesmo de fora do relatório final da reforma da Previdência (PEC 6/2019) lido ontem pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), na comissão especial da Câmara. 
Se na votação desta quarta-feira da proposta do relator, na comissão, não for inserido a reinclusão dos estados e municípios na reforma da Previdência a discussão irá para Plenário. 
A possibilidade de aprovação em plenário, somente por meio de uma emenda, é muito remota, uma vez que os líderes partidários têm se posicionado contrários. Acham que os governadores e prefeitos devem fazer a sua reforma, ficando o "desgaste político" para os deputados estaduais e vereadores respectivamente. Eles só aceitam atender ao pleito dos chefes dos estados, caso consigam convencer a oposição a votar a favor da reforma. 
Está havendo uma queda de braço dos governadores com líderes dos partidos e aliados do governo Bolsonaro.  Nesse período de negociação ficou claro que a inclusão dos estados e municípios na reforma só entrará na pauta do Congresso Nacional se os chefes dos estados conseguirem voto de toda a bancada para a reforma. 
Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre têm sempre colocado isso e ontem foi a vez do líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), dizer que a mudança no relatório para incluir estados e municípios depende dos governadores. "Há espaço para mudar se os governadores trouxerem os votos", ressaltou. 
Declarou o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP): "Se houver esse consenso e os governadores tiverem essa certeza de que conseguem exercitar suas lideranças para que os seus deputados votem a favor da reforma, nós podemos incluir na votação de Plenário. Além de contrapartidas, eles estão demonstrando que não têm essa força para garantir os votos necessários de todos aqueles que são de seus estados. Então, eles não se envolvem de uma forma direta porque não têm essa força para garantir esses votos".
Trocando em miúdos com governistas e líderes partidários impondo condições para atender ao pleito dos governadores e prefeitos a tendência é que eles tenham que mobilizar 308 deputados para que, em votação no plenário, estados e municípios retornem à reforma. 
Essa é uma missão impossível. O governador Belivaldo Chagas (PSD), por exemplo, não conseguirá os votos favoráveis à reforma dos aliados petistas, o senador Rogério Carvalho e o deputado federal João Daniel, pelo fato do partido, que é oposição ao governo Bolsonaro, ter fechado questão contra a reforma da previdência.  
E se não se chegar a um acordo em plenário, cada governador terá de negociar com sua assembleia estadual a aprovação de proposta com regras específicas para ter o tão esperado ajuste de contas. Com isso, cada um dos 27 estados terá a sua reforma da previdência.
Será um sarapatel de coruja a previdência no país...  

Não se chegou a um entendimento  ontem na reunião de governadores  com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para tratar da reinclusão de estados e municípios na reforma da Previdência conforme proposta do governo federal.  
De nada adiantou a presença do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, na reunião. Estados e municípios ficaram mesmo de fora do relatório final da reforma da Previdência (PEC 6/2019) lido ontem pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), na comissão especial da Câmara. 
Se na votação desta quarta-feira da proposta do relator, na comissão, não for inserido a reinclusão dos estados e municípios na reforma da Previdência a discussão irá para Plenário. 
A possibilidade de aprovação em plenário, somente por meio de uma emenda, é muito remota, uma vez que os líderes partidários têm se posicionado contrários. Acham que os governadores e prefeitos devem fazer a sua reforma, ficando o "desgaste político" para os deputados estaduais e vereadores respectivamente. Eles só aceitam atender ao pleito dos chefes dos estados, caso consigam convencer a oposição a votar a favor da reforma. 
Está havendo uma queda de braço dos governadores com líderes dos partidos e aliados do governo Bolsonaro.  Nesse período de negociação ficou claro que a inclusão dos estados e municípios na reforma só entrará na pauta do Congresso Nacional se os chefes dos estados conseguirem voto de toda a bancada para a reforma. 
Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre têm sempre colocado isso e ontem foi a vez do líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), dizer que a mudança no relatório para incluir estados e municípios depende dos governadores. "Há espaço para mudar se os governadores trouxerem os votos", ressaltou. 
Declarou o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP): "Se houver esse consenso e os governadores tiverem essa certeza de que conseguem exercitar suas lideranças para que os seus deputados votem a favor da reforma, nós podemos incluir na votação de Plenário. Além de contrapartidas, eles estão demonstrando que não têm essa força para garantir os votos necessários de todos aqueles que são de seus estados. Então, eles não se envolvem de uma forma direta porque não têm essa força para garantir esses votos".
Trocando em miúdos com governistas e líderes partidários impondo condições para atender ao pleito dos governadores e prefeitos a tendência é que eles tenham que mobilizar 308 deputados para que, em votação no plenário, estados e municípios retornem à reforma. 
Essa é uma missão impossível. O governador Belivaldo Chagas (PSD), por exemplo, não conseguirá os votos favoráveis à reforma dos aliados petistas, o senador Rogério Carvalho e o deputado federal João Daniel, pelo fato do partido, que é oposição ao governo Bolsonaro, ter fechado questão contra a reforma da previdência.  
E se não se chegar a um acordo em plenário, cada governador terá de negociar com sua assembleia estadual a aprovação de proposta com regras específicas para ter o tão esperado ajuste de contas. Com isso, cada um dos 27 estados terá a sua reforma da previdência.
Será um sarapatel de coruja a previdência no país...  

Só a comissão

O governador Belivaldo Chagas (PSD) não participou ontem do encontro de governadores com os presidentes da Câmara, do Senado, do STF, com o relator da proposta de reforma e os líderes partidários, ocorrido na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Estavam apenas os representantes da Paraíba, do Ceará, do Espírito Santo, de Alagoas, do Piauí e de Goiás.

Na Câmara dos Deputados 

Ontem à tarde, no mesmo horário que o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) lia os ajustes do seu relatório na comissão especial da Câmara o ministro Sergio Moro (Justiça) participava de audiência conjunta de quatro comissões da Câmara sobre mensagens trocadas com o coordenador da Operação Lava Jato, procurador Deltan Dallagnol. A audiência transcorreu em clima tenso e teve vários bate-bocas entre apoiadores de Moro e parlamentares da oposição.

TSE referenda TRE 

A prefeita cassada de São Francisco, Altair Santos Nascimento e o vice,  vão perder mesmo os mandatos por crime eleitoral cometido nas eleições 2016, relacionado a compra de votos. É que o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Jorge Mussi, rejeitou ontem a ação cautelar ajuizada pela defesa, mantendo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de afastamento do cargo. Com isso, o presidente da Câmara continua no comando do município até a realização de novas eleições.

Trabalhando

O ex-governador Jackson Barreto, presidente do Diretório Municipal do MDB em Aracaju, continua trabalhando pelo fortalecimento do partido para as eleições 2020. Passou a manhã ontem na sede da legenda atendendo a 16 lideranças políticas e representantes do povo da capital e interior. Hoje tem mais oito para atender na sua agenda.

Ternura x rancor

Dois dos três deputados estaduais do MDB continuam com um pé fora do partido: Garibaldi Mendonça e Zezinho Guimarães. De um o ex-governador Jackson Barreto tem muita consideração e do outro quer distância.

Ternura

De JB sobre Gariblde, que tem conversado com o PDT e outros partidos sobre possibilidade de filiação: "Tenho muito respeito e carinho por Garibalde. Nunca tive e nem quero ter qualquer problema com ele. Tenho uma relação boa que quero manter. O único episódio que houve foi com relação ao Diretório Municipal do MDB". 

Rancor 1

De Jackson à coluna sobre Zezinho, que conversa com o DEM e outros partidos sobre filiação: "Esse eu quero ver pelas costas. É o político mais desleal e oportunista que conheci em toda a minha vida pública. Fez campanha contra Belivaldo [Chagas], fez reuniões em Poço Verde para apoio a candidato A e B. Só votou em Belivaldo quando sentiu que ia ganhar a eleição".

Rancor 2

Prossegue o ex-governador sobre Zezinho Guimarães; "A raiva toda   comigo é porque não dei uma diretoria do Banese para um indicado dele. Nunca concordei porque não confio em indicação dele do ponto de vista da ética. Além do mais, nunca vi banco público ser negociado politicamente". 

A porta da rua é a serventia da casa

JB também voltou a alfinetar o vereador emedebista de Aracaju, Dr Gonzaga. "A consideração a Gonzaga é pela amizade com Marcos Franco. Ele deve procurar outro partido já que não votou no candidato do MDB a estadual, federal e a senador. Não vou nem em mim para senador. Esse é muito desleal". 

Começa o recesso 

Os deputados estaduais iniciaram ontem o recesso parlamentar do meio do ano. Antes do recesso, eles fizeram um balanço positivo das atividades nesse primeiro semestre, quanto à apresentação de projetos, indicações, proposituras, além da realização de audiências públicas com a discussão de temas importantes para a sociedade sergipana.

Balanço

Segundo o presidente da Alese, Luciano Bispo, importantes projetos foram aprovados no início dessa nova legislatura. Destaca a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece as metas, prioridades e orientações para a elaboração do orçamento do Estado para o exercício de 2020 e o projeto que amplia os benefícios do Ipesaúde para os servidores de vários municípios sergipanos. 

Fim das férias

Os deputados retornam as atividades parlamentar do segundo semestre deste ano em 1º de agosto. Já o recesso do meio do ano dos deputados federais e senadores inicia em 18 de julho, retornando, também, no dia 1º de agosto.  

Veja essa ...

Segundo o site Brasil 247, a Polícia Federal, subordinada ao ministro Sérgio Mouro (Justiça), solicitou ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) uma investigação sobre as movimentações financeiras do jornalista Glenn Greenwald, do Intercept, que revelou como o ex-juiz Moro e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato atuaram no processo judicial contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Curtas

Jackson Barreto lamenta o fim dos festejos juninos. "Queria mais forró. Fui para o Forró Siri, o Arraiá do Povo, o Forró Caju e ver concurso de quadrilha no Centro de Criatividade. Também acendi uma fogueira enorme e assei milho na Atalaia Nova, com a minha família", diz JB, que continua em pleno vigor físico.

A CCJ do Senado fará audiência pública amanhã para debater a situação do registro, posse e porte de armas no Brasil. A audiência sobre revisão do Estatuto do Desarmamento foi proposta pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que é o relator do projeto de lei de autoria de senadores do PSL. 

O senador Rogério Carvalho fez doação de arte popular sergipana para o Museu do Senado. Ele doou obras de Beto Pezão, filho de Santana de São Francisco, e da estanciana Judite Melo. Diz que o objetivo é valorizar a arte sergipana.

No primeiro semestre deste ano, eleitores de 16 municípios brasileiros voltaram às urnas para escolher prefeitos e vice-prefeitos em novas eleições. Todos foram cassados pela Justiça Eleitoral. Em 1º de setembro eleitores de Riachão do Dantas voltarão às urnas para eleição suplementar, mediante cassação do mandato da prefeita Gerana Costa e seu vice.