Definição ficou para hoje

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Na manha de ontem, o secretário George Trindade (Administração) recebeu a visita de representantes do Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE). Na oportunidade, os dirigentes do CRA entregaram exemplares da Revista Brasileira de Administraçã
Na manha de ontem, o secretário George Trindade (Administração) recebeu a visita de representantes do Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE). Na oportunidade, os dirigentes do CRA entregaram exemplares da Revista Brasileira de Administraçã

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Publicada em 01/07/2019 às 22:38:00

 

Hoje é o prazo final para reincluir ou não estados 
e municípios na reforma da Previdência. Foi o 
que afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante reunião na semana passada com o relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e governadores do Nordeste para definir o apoio ou não à reforma.
Essa definição sairá após nova reunião, nesta terça-feira, de Maia com o relator e governadores do Nordeste. Já após o encontro, Moreira deve apresentar uma complementação de voto na comissão especial da Câmara dos Deputados.
Segundo o presidente da Câmara, a expectativa é que o parecer seja votado na quarta-feira para que, na semana seguinte, comece a discussão no Plenário. Para ele, os governadores precisam se comprometer com a reforma para trazer os votos de deputados ligados a eles e aprovar o texto.
"Nós precisamos que os parlamentares próximos aos governadores compreendam a importância e colaborem com seus estados. O maior problema agora é organizar quantos votos e quem serão os atores para ajudar a reforma", disse o presidente. Maia acredita que esse posicionamento a favor da reforma pode até agregar o voto dos indecisos.
O relator da reforma da Previdência está relutante em recolocar estados e municípios na proposta, conforme a encaminhada pelo governo Bolsonaro para o Congresso Nacional, mediante acordo com os líderes dos partidos. Eles defendem que os estados e municípios façam a sua reforma, evitando, assim, um desgaste político em suas bases, uma vez que muitos são pré-candidatos a prefeito em 2020 em seus municípios. 
Além disso, servidores estaduais e municipais foram excluídos do relatório de Samuel pela resistência de governadores a declarar apoio à reforma da Previdência e a trabalhar para conquistar votos nas bancadas estaduais. 
O governador Belivaldo Chagas (PSD), que é um dos chefes de estado que luta para reinclusão de estados e municípios na reforma, não participa hoje da reunião que será a última tentativa desse pleito. É que ficou acordado na última reunião de governadores que seria formada uma comissão com dois representantes de cada região para os últimos entendimentos dessa pauta com o presidente da Câmara e o relator da proposta de reforma. 
Como existe pressão para os governadores conseguirem apoio das suas bancadas na reforma da Previdência, para inclusão dos estados, Belivaldo não teria problema algum em conseguir os votos dos aliados os deputados federais Fábio Reis (MDB), que é o coordenador da bancada; Fábio Mitidieri (PSD); e Laércio Oliveira (PP). Assim como dos adversários deputados Fábio Henrique (PDT) e Bosco Costa (PL), e da senadora Maria do Carmo Alves (DEM). É que nas visitas institucionais que fez aos gabinetes desses parlamentares, em Brasília, todos se colocaram à disposição do governador.  
É muito provável que também votem a favor da reforma os deputados federais de oposição Gustinho Ribeiro (SD) e Valdevan Noventa (PSC), e o senador Alessandro Vieira (Cidadania), por virem votando com o governo Bolsonaro. Na reforma, o governador só não deve dispor do apoio dos aliados petistas, o deputado federal João Daniel e o senador Rogério Carvalho, pelo fato do PT ter fechado questão contra a reforma da Previdência.
A nenhum deles Belivaldo chegou a pedir apoio à reforma da Previdência. Vai aguardar a reinclusão ou não dos estados e municípios na proposta. Não quer queimar cartucho antes do tempo...

Hoje é o prazo final para reincluir ou não estados  e municípios na reforma da Previdência. Foi o  que afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante reunião na semana passada com o relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e governadores do Nordeste para definir o apoio ou não à reforma.
Essa definição sairá após nova reunião, nesta terça-feira, de Maia com o relator e governadores do Nordeste. Já após o encontro, Moreira deve apresentar uma complementação de voto na comissão especial da Câmara dos Deputados.
Segundo o presidente da Câmara, a expectativa é que o parecer seja votado na quarta-feira para que, na semana seguinte, comece a discussão no Plenário. Para ele, os governadores precisam se comprometer com a reforma para trazer os votos de deputados ligados a eles e aprovar o texto.
"Nós precisamos que os parlamentares próximos aos governadores compreendam a importância e colaborem com seus estados. O maior problema agora é organizar quantos votos e quem serão os atores para ajudar a reforma", disse o presidente. Maia acredita que esse posicionamento a favor da reforma pode até agregar o voto dos indecisos.
O relator da reforma da Previdência está relutante em recolocar estados e municípios na proposta, conforme a encaminhada pelo governo Bolsonaro para o Congresso Nacional, mediante acordo com os líderes dos partidos. Eles defendem que os estados e municípios façam a sua reforma, evitando, assim, um desgaste político em suas bases, uma vez que muitos são pré-candidatos a prefeito em 2020 em seus municípios. 
Além disso, servidores estaduais e municipais foram excluídos do relatório de Samuel pela resistência de governadores a declarar apoio à reforma da Previdência e a trabalhar para conquistar votos nas bancadas estaduais. 
O governador Belivaldo Chagas (PSD), que é um dos chefes de estado que luta para reinclusão de estados e municípios na reforma, não participa hoje da reunião que será a última tentativa desse pleito. É que ficou acordado na última reunião de governadores que seria formada uma comissão com dois representantes de cada região para os últimos entendimentos dessa pauta com o presidente da Câmara e o relator da proposta de reforma. 
Como existe pressão para os governadores conseguirem apoio das suas bancadas na reforma da Previdência, para inclusão dos estados, Belivaldo não teria problema algum em conseguir os votos dos aliados os deputados federais Fábio Reis (MDB), que é o coordenador da bancada; Fábio Mitidieri (PSD); e Laércio Oliveira (PP). Assim como dos adversários deputados Fábio Henrique (PDT) e Bosco Costa (PL), e da senadora Maria do Carmo Alves (DEM). É que nas visitas institucionais que fez aos gabinetes desses parlamentares, em Brasília, todos se colocaram à disposição do governador.  
É muito provável que também votem a favor da reforma os deputados federais de oposição Gustinho Ribeiro (SD) e Valdevan Noventa (PSC), e o senador Alessandro Vieira (Cidadania), por virem votando com o governo Bolsonaro. Na reforma, o governador só não deve dispor do apoio dos aliados petistas, o deputado federal João Daniel e o senador Rogério Carvalho, pelo fato do PT ter fechado questão contra a reforma da Previdência.
A nenhum deles Belivaldo chegou a pedir apoio à reforma da Previdência. Vai aguardar a reinclusão ou não dos estados e municípios na proposta. Não quer queimar cartucho antes do tempo...

Fim do prazo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já avisou que deixará estados e municípios de fora da reforma da Previdência se não houver declaração expressa de apoio dos governadores à proposta até hoje, quando  voltará a se encontrar com representantes dos chefes dos Executivos estaduais.

Apuração contra Moro 1

Além de se posicionarem com relação à reforma da Previdência, quando defendem a inclusão de estados e municípios e são contrários a alguns pontos, os governadores do Nordeste também se manifestaram em relação à divulgação de mensagens atribuídas ao ministro da Justiça, Sergio Moro, e aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato. Em carta intitulada de "Abusos devem ser investigados", afirmaram que o caso é de muita gravidade, pois, para eles, "conduzir processos jurídicos desrespeitando deliberadamente a lei" também é uma forma de corrupção.

Apuração contra Moro 2

Na carta, também assinada pelo governador Belivaldo Chagas (PSD), os chefes de estado reivindicam a ágil apuração de tudo, com independência e transparência. Eles defendem que seja avaliado o afastamento dos envolvidos e reforçam o apoio ao combate à corrupção. 

No Senado 1

Em discurso ontem no plenário, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse que a operação Lava Jato, antes conhecida pela primazia no combate à corrupção, começa agora a apresentar elementos que indicariam seletividade e conluio entre procuradores e juiz. "Diálogos publicados pelo site The Intercept Brasil, mostram que o então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, tinha um projeto de poder, ao agir parcialmente e seleti vamente, e ao trocar informações com os procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato", frisou.

No Senado 2

Na avaliação de Rogério Carvalho, ao atuar assim, o ex-juíz Sério Moro conquistou a simpatia de brasileiros e foi indicado para assumir o cargo de ministro da Justiça. Para o senador, o posto lhe dá condições de "perseguir adversários" e até mesmo a conquistar a presidência da República.

PDT 1

Por conta dos festejos juninos, o deputado federal Fábio Henrique, presidente estadual do PDT, ainda não iniciou as conversas com lideranças políticas visando filiações ao partido para disputa majoritária nas eleições 2020 na capital. Ele foi informado pelo vereador Seu Marcos (PHS) de que esta semana o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) procuraria a legenda para uma conversa. O encontro terá a presença do presidente nacional Carlos Luppi.

PDT 2

Fábio reafirma que aquele que se filiar ao PDT em Aracaju terá de assumir o compromisso em apoiar os candidatos do partido em Nossa Senhora do Socorro e São Cristovão.

Esquenta da oposição

Durante o Forró Siri em Socorro, Fábio Henrique, que pode voltar a disputar a prefeitura municipal em 2020, recebeu várias lideranças políticas em sua residência. Entre eles o senador Rogério Carvalho (PT) e o ex-deputado federal Valadares Filho (PSB), que apenas se cumprimentaram com um aperto de mão; vereadores do município, como Vagnerrogeris Lima, e ex-vereadores. 

Mais um 1 

Ontem o ex-candidato a vereador de Aracaju, Pedrinho Barreto (PSC), disse que um grupo de políticos lhe perguntou, durante conversa, se toparia ser candidato a prefeito de Aracaju em 2020. Revelou que afirmou que se fosse um consenso do grupo, se fosse para agregar e ajudar a chapa proporcional, não exitaria em aceitar.

Mais um 2

Pedrinho lembra que em 2012 foi candidato a vereador em Aracaju, ficando entre os mais votados com 3.345 votos, mas, por questão de legenda, ficou como suplente. Revela que em 2016 chegou a assumir a cadeira, fazendo valer o mandato confiado a ele.  Barreto deve deixar o PSC e se filiar ao PL. Pelo andar da carruagem, Aracaju caminha para ter mais um pré-candidato a prefeito. 

Pretensos candidatos

Hoje Aracaju já tem pelo menos quatro pré-candidatos a prefeito: Gilmar Carvalho (PSC), Márcio Macedo (PT), Almeida Lima (pelo PV) e o próprio prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB). Pensam em entrar na disputa: o ex-presidente da OAB, Henri Clay; a vereadora Emília Correa (Patriota); o ex-candidato a governador Milton Andrade (Novo) e ainda o ex-deputado federal Valadares Filho (PSB).

 Continua em liberdade

O desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe, Edson Ulisses, indeferiu ontem os pedidos de prisão contra o prefeito afastado de Lagarto, Valmir Monteiro (PSC), e o secretário de Obras, Noel Alves de Souza. Ele manteve as medidas cautelares contra Valmir e Noel: comparecer mensalmente à Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Sergipe, até o quinto dia de cada mês para informar o endereço e justificar as suas atividades; se recolher à sua residência no período noturno; e não frequentar os prédios públicos municipais.

CPI Fake News

Será instalada na sessão do Congresso Nacional de amanhã a CPI Mista das Fake News para investigar ataques cibernéticos contra a democracia; o uso de perfis falsos nas eleições de 2018; a prática de assédio virtual; e até a "baleia azul". O senador Carlos Viana (PSD-MG) ponderou que muitos ataques são feitos de fora do Brasil. Por isso, ele defende um tratado internacional. Após a leitura do requerimento, os líderes partidários terão um prazo para indicar 15 deputados, 15 senadores e igual número de suplentes. 

Veja essa ...

Em áudio nas redes sociais o vereador Vagnerrogeris faz denúncia grava contra a gestão do prefeito Padre Inaldo (PCdoB) e o superintendente municipal da SMTT, capitão Toledo Neto. Começa dizendo que a tradição e cultura do Forró Siri está acabando, está na beira do precipício por falta de gestão. Depois diz que quem mais anda atrás de lideranças e pagando jabá é o superintendente da SMTT. "Toledo está pegando lideranças e dando cargos em comissão em empresas terceirizadas e na SMTT. Já estou quase finalizando representação para o Ministério Público. Toledo é capacho do padre Inaldo, que tá cooptando lideranças e sonhando com uma reeleição".

Curtas

Durante final de semana na Colônia 13, em evento do Casamento do Matuto, o deputado federal Fábio Reis (MDB) recebeu várias manifestações de apoio a uma possível pré-candidatura a prefeito de Lagarto em 2020, O parlamentar não confirma uma pré-candidatura pelo grupo Saramandaia.

A prefeita Ana Rosa (Pinhão-MDB) se reuniu com a secretária municipal de Saúde e equipe, para discutir os recursos do Piso de Atenção Básica (PAB), oriundos de emenda parlamentar do deputado Fábio Reis (MDB). 

Na manhã de ontem aconteceu uma audiência pública do Gás Canalizado, em que se discutiu as contribuições ao regulamento dos serviços de distribuição de gás canalizado em Sergipe que define os critérios para enquadramento do usuário como consumidor livre; e revisão da margem regulatória (componente da tarifa de gás canalizado). Realizada pela Agrese, a audiência ocorreu no auditório da Codise

A medida provisória (MP) que impedia o desconto na folha de pagamento das contribuições sindicais não foi aprovada pelo Congresso Nacional no prazo e perdeu a validade na última sexta-feira (28).

A contribuição financeira de trabalhadores para seus sindicatos já havia deixado de ser obrigatória na reforma trabalhista proposta pelo governo Temer e aprovada pelo Congresso em 2017. Desde então, os trabalhadores são obrigados a expressar a vontade de contribuir para seu sindicato.