Secretário diz que 3,65% da obra do Hospital do Câncer foi concluída

Política

 

Durante audiência pú-
blica na Comissão de 
Saúde da Assembleia Legislativa de Sergipe na manhã desta quinta-feira, o secretário estadual da Saúde, Valberto Oliveira, apresentou a prestação de contas referente ao 3º e último quadrimestre de 2018, conforme estabelece a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo ele, o orçamento anual para a pasta é de cerca de 1,2 bilhão de reais. O gestor disse que apenas 3,65% da obra iniciada do Hospital Especializado em Câncer Governador Marcelo Déda Chagas, já foi concluída.
"A dotação inicial foi de 770 milhões, 130 mil reais; a dotação atualizada foi de 845 milhões, 733 mil 738 reais; o total empenhado foi de 821 milhões, 247 mil, 917 reais e 82 centavos; o total liquidado foi de 821 milhões, 247 mil, 917 reais e 82 centavos e o total pago foi de 821 milhões, 247 mil, 917 reais e 82 centavos", explica.
Quanto à transferência de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), Valberto Oliveira informou que a dotação inicial foi de 240 milhões; a dotação atualizada foi de 327 milhões, 773 mil 696 reais; o total empenhado foi de 319 milhões, 448 mil, sete reais e 32 centavos; o total liquidado foi de 319 milhões 448 mil, sete reais e 32 centavos e o total pago foi de 313 milhões, 255 mil 477 reais e 17 centavos.
Segundo ele, a Transferência de Convênios e Instrumentos Afins foi de 38 milhões de reais a dotação inicial; a dotação atualizada, de 9 milhões 755 mil, 454 reais e o total pago: 8 milhões, 544 mil, 871 reais e 98 centavos. Já os recursos pagos com operações de crédito internas, foram de 10 milhões, 157 mil, 866 reais e 54 centavos. "O total geral pago na execução orçamentária foi de 1 bilhão, 153 milhões, 206 mil, 133 reais e 51 centavos", ressalta o secretário.
Valberto Oliveira explicou aos deputados que foram realizadas na Secretaria de Saúde de Sergipe até o 3º quadrimestre 2018, 116.329 auditorias, sendo 126 nos serviços ambulatoriais das unidades, 323 nos serviços hospitalares, 59.405 solicitações de autorizações de internações analisadas; 54.851 auditorias de internações autorizadas, 1.581 perícias para cirurgias eletivas e 43 auditorias de supervisão técnica.
Sobre a construção do Hospital Especializado em Câncer Governador Marcelo Déda Chagas, o secretário disse que 3, 65% da obra iniciada foi concluída. "Já foi elaborado Termo de Referência para licitação de empresa especializada em soluções de engenharia visando a continuidade das obras e foi deflagrado processo licitatório, por três vezes, sem obter êxito. Ainda sobre a atenção oncológica, houve a expansão da radioterapia por meio do acelerador linear, que está em funcionamento desde março de 2018", complementa.
E quanto ao atendimento oncológico no Huse, ele acredita que falta espaço. "Nós não temos como criar mais espaços para o atendimento oncológico no Huse. Aquela área de quimioterapia não agradou ao governador e nem agrada a ninguém. Essa é a grande preocupação de todos. Diariamente se coloca uma média de 25 a 30 pacientes novos todos os meses e não se consegue dar alta no dia seguinte. Quem chega é para ser mais e tem um momento que realmente fica difícil fazer uma gestão em uma área pequena", admite ressaltando que não é possível criar uma urgência específica para pacientes oncológicos porque seria necessário formar uma equipe médica para o setor e ter todo um aparato.

Durante audiência pú- blica na Comissão de  Saúde da Assembleia Legislativa de Sergipe na manhã desta quinta-feira, o secretário estadual da Saúde, Valberto Oliveira, apresentou a prestação de contas referente ao 3º e último quadrimestre de 2018, conforme estabelece a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo ele, o orçamento anual para a pasta é de cerca de 1,2 bilhão de reais. O gestor disse que apenas 3,65% da obra iniciada do Hospital Especializado em Câncer Governador Marcelo Déda Chagas, já foi concluída.
"A dotação inicial foi de 770 milhões, 130 mil reais; a dotação atualizada foi de 845 milhões, 733 mil 738 reais; o total empenhado foi de 821 milhões, 247 mil, 917 reais e 82 centavos; o total liquidado foi de 821 milhões, 247 mil, 917 reais e 82 centavos e o total pago foi de 821 milhões, 247 mil, 917 reais e 82 centavos", explica.
Quanto à transferência de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), Valberto Oliveira informou que a dotação inicial foi de 240 milhões; a dotação atualizada foi de 327 milhões, 773 mil 696 reais; o total empenhado foi de 319 milhões, 448 mil, sete reais e 32 centavos; o total liquidado foi de 319 milhões 448 mil, sete reais e 32 centavos e o total pago foi de 313 milhões, 255 mil 477 reais e 17 centavos.
Segundo ele, a Transferência de Convênios e Instrumentos Afins foi de 38 milhões de reais a dotação inicial; a dotação atualizada, de 9 milhões 755 mil, 454 reais e o total pago: 8 milhões, 544 mil, 871 reais e 98 centavos. Já os recursos pagos com operações de crédito internas, foram de 10 milhões, 157 mil, 866 reais e 54 centavos. "O total geral pago na execução orçamentária foi de 1 bilhão, 153 milhões, 206 mil, 133 reais e 51 centavos", ressalta o secretário.
Valberto Oliveira explicou aos deputados que foram realizadas na Secretaria de Saúde de Sergipe até o 3º quadrimestre 2018, 116.329 auditorias, sendo 126 nos serviços ambulatoriais das unidades, 323 nos serviços hospitalares, 59.405 solicitações de autorizações de internações analisadas; 54.851 auditorias de internações autorizadas, 1.581 perícias para cirurgias eletivas e 43 auditorias de supervisão técnica.
Sobre a construção do Hospital Especializado em Câncer Governador Marcelo Déda Chagas, o secretário disse que 3, 65% da obra iniciada foi concluída. "Já foi elaborado Termo de Referência para licitação de empresa especializada em soluções de engenharia visando a continuidade das obras e foi deflagrado processo licitatório, por três vezes, sem obter êxito. Ainda sobre a atenção oncológica, houve a expansão da radioterapia por meio do acelerador linear, que está em funcionamento desde março de 2018", complementa.
E quanto ao atendimento oncológico no Huse, ele acredita que falta espaço. "Nós não temos como criar mais espaços para o atendimento oncológico no Huse. Aquela área de quimioterapia não agradou ao governador e nem agrada a ninguém. Essa é a grande preocupação de todos. Diariamente se coloca uma média de 25 a 30 pacientes novos todos os meses e não se consegue dar alta no dia seguinte. Quem chega é para ser mais e tem um momento que realmente fica difícil fazer uma gestão em uma área pequena", admite ressaltando que não é possível criar uma urgência específica para pacientes oncológicos porque seria necessário formar uma equipe médica para o setor e ter todo um aparato.

 


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