Câmara de Aracaju mantinha 1200 cargos em comissão

Política

 

O vereador Elber Batalha (PSB) fez um explanação sobre o Projeto de Lei (PL) n* 2/2019 que dispõe sobre a Estrutura Organizacional Administrativa e o Regulamento doa Pessoal do Poder Legislativo Municipal, o qual prevê, dentre outras atribuições, a realização de concurso público na Câmara Municipal de Aracaju (CMA).
Elber explicou que era urgente a reestruturação organizacional na CMA, já que o último concurso realizado na Casa foi na década de 80. "Nos anos 80 aconteceram dois concursos na CMA (1982 e 1985). Provavelmente, as pessoas que irão fazer esse novo concurso no fim do ano, sequer eram nascidas. De lá para cá, muita coisa aconteceu, até o presidente da CMA não era escolhido pelos vereadores através do voto. Isso mostra como a aprovação desse projeto hoje é histórico", avalia.
O parlamentar disse também que cerca de 600 cargos comissionados serão extintos com a aprovação do Novo Organograma e, mesmo assim, a Câmara não ficará desfalcada de servidores. "Este Parlamento apanhou muito neste sentido, já foi capa de jornais com mais de 1.200 cargos em comissão, um exagero. É necessário ressaltar que esta legislatura e estes parlamentares estão tendo coragem de cortar na carne esse excesso para reconhecer a importância de servidores e que contribuirão no futuro, já que entrarão pelas portas largas do concurso público", lembrou.

O vereador Elber Batalha (PSB) fez um explanação sobre o Projeto de Lei (PL) n* 2/2019 que dispõe sobre a Estrutura Organizacional Administrativa e o Regulamento doa Pessoal do Poder Legislativo Municipal, o qual prevê, dentre outras atribuições, a realização de concurso público na Câmara Municipal de Aracaju (CMA).
Elber explicou que era urgente a reestruturação organizacional na CMA, já que o último concurso realizado na Casa foi na década de 80. "Nos anos 80 aconteceram dois concursos na CMA (1982 e 1985). Provavelmente, as pessoas que irão fazer esse novo concurso no fim do ano, sequer eram nascidas. De lá para cá, muita coisa aconteceu, até o presidente da CMA não era escolhido pelos vereadores através do voto. Isso mostra como a aprovação desse projeto hoje é histórico", avalia.
O parlamentar disse também que cerca de 600 cargos comissionados serão extintos com a aprovação do Novo Organograma e, mesmo assim, a Câmara não ficará desfalcada de servidores. "Este Parlamento apanhou muito neste sentido, já foi capa de jornais com mais de 1.200 cargos em comissão, um exagero. É necessário ressaltar que esta legislatura e estes parlamentares estão tendo coragem de cortar na carne esse excesso para reconhecer a importância de servidores e que contribuirão no futuro, já que entrarão pelas portas largas do concurso público", lembrou.

 


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