Auditores e auditoras da Sefaz deliberam greve de cinco dias

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Publicada em 19/06/2019 às 23:31:00

 

Em assembleia extraordinária, os auditores e auditores fiscais de Sergipe deliberaram por unanimidade paralisação de cinco dias consecutivos nos serviços da Secretaria da Fazenda de Sergipe (Sefaz). A greve faz parte da retomada da campanha de valorização da categoria e contra a defasagem salarial. A assembleia foi realizada na tarde desta quarta-feira (19).  
A assembleia aprovou a paralisação a partir do dia primeiro ao dia cinco de julho de 2019. Nos dias nos dias 26 e 27 deste mês, a categoria vai realizar respectivamente Ato com Café da Manhã na porta da Sefaz e nova assembleia.  
De acordo com o presidente do Sindifisco, Paulo Pedroza a decisão por greve é de contestação à ausência de compromisso do governo estadual quanto ao processo de negociações que já se arrasta há quase dois anos. A proposta apresentada pelo Sindifisco é a implementação de uma ferramenta que incentivaria a máquina arrecadadora. "Essa proposta foi amplamente discutida com o então vice-governador, Belivaldo Chagas, no início de 2018. A discussão foi retomada com os dirigentes da Sefaz e chegou-se a uma proposta de consenso, que além de possibilitar aumento da arrecadação também reorganizaria a gestão da Sefaz. O que falta nessa negociação é a palavra final do governo" destaca o dirigente sindical. 

Em assembleia extraordinária, os auditores e auditores fiscais de Sergipe deliberaram por unanimidade paralisação de cinco dias consecutivos nos serviços da Secretaria da Fazenda de Sergipe (Sefaz). A greve faz parte da retomada da campanha de valorização da categoria e contra a defasagem salarial. A assembleia foi realizada na tarde desta quarta-feira (19).  
A assembleia aprovou a paralisação a partir do dia primeiro ao dia cinco de julho de 2019. Nos dias nos dias 26 e 27 deste mês, a categoria vai realizar respectivamente Ato com Café da Manhã na porta da Sefaz e nova assembleia.  
De acordo com o presidente do Sindifisco, Paulo Pedroza a decisão por greve é de contestação à ausência de compromisso do governo estadual quanto ao processo de negociações que já se arrasta há quase dois anos. A proposta apresentada pelo Sindifisco é a implementação de uma ferramenta que incentivaria a máquina arrecadadora. "Essa proposta foi amplamente discutida com o então vice-governador, Belivaldo Chagas, no início de 2018. A discussão foi retomada com os dirigentes da Sefaz e chegou-se a uma proposta de consenso, que além de possibilitar aumento da arrecadação também reorganizaria a gestão da Sefaz. O que falta nessa negociação é a palavra final do governo" destaca o dirigente sindical.