Greve deve fechar escolas, universidades e bancos

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Publicada em 13/06/2019 às 23:36:00

 

A união das forças estudantis junto aos profissionais que trabalham em instituições de ensino resultou na suspensão integral das atividades escolares em Sergipe nesta sexta-feira, 14. Segundo a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese), pela terceira vez em menos de dois meses milhões de brasileiros ocupam as ruas para protestar contra as medidas administrativas adotadas pelo presidente Jair Bolsonaro. Visivelmente ainda impactados com a acusação de 'protagonistas de balbúrdias', 'massa de manobras', e 'idiotas úteis', os professores indicam que representantes de todos os 75 municípios sergipanos estarão hoje em protesto.
Na concepção do professor Dudu, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE): "O governo Bolsonaro quer vai levar a população idosa brasileira à condição de miséria, como aconteceu no Chile, obrigando todos a trabalharem mais, contribuírem mais para receber uma aposentadoria menor. Os sindicatos, os estudantes não vão deixar. Pedimos que a população participe do movimento em defesa do futuro do Brasil." Com a greve, mais de 400 mil estudantes ficarão sem aulas hoje em Sergipe. Esses cálculos agregam acadêmicos da Universidade Federal de Sergipe e do Instituto Federal de Sergipe que também apoiam e integram o movimento grevista.
Bancos - Todas as agências bancárias estão fechadas nesta sexta-feira, 14, em Sergipe. A suspensão integral das atividades administrativas e operacionais ocorre em virtude de a classe bancária ter definido por unanimidade em assembleia geral, o apoio integral junto à Greve Nacional dos trabalhadores brasileiros. De acordo com a presidente do Sindicato dos Bancários, Ivânia Pereira, desde o início dessa semana a categoria vem destacando a adesão ao movimento grevista.
 "Por compreendermos que nenhum direito conquistado após inúmeras lutas deve ser retirado de nenhum cidadão trabalhador, nós, bancários, também optamos por somar forças e aderir ao movimento. Nesse período apenas os cashs estarão trabalhando normalmente. Pedimos a compreensão de todos, mas percebemos a necessidade emergencial de colaborar com a greve nacional e defender os interesses de todos os trabalhadores brasileiros", disse. Em situação semelhante, profissionais dos Correios também decidiram cancelar todas as atividades previstas para hoje. Os serviços também devem ser reiniciados na próxima segunda-feira. (MAJ)

A união das forças estudantis junto aos profissionais que trabalham em instituições de ensino resultou na suspensão integral das atividades escolares em Sergipe nesta sexta-feira, 14. Segundo a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese), pela terceira vez em menos de dois meses milhões de brasileiros ocupam as ruas para protestar contra as medidas administrativas adotadas pelo presidente Jair Bolsonaro. Visivelmente ainda impactados com a acusação de 'protagonistas de balbúrdias', 'massa de manobras', e 'idiotas úteis', os professores indicam que representantes de todos os 75 municípios sergipanos estarão hoje em protesto.
Na concepção do professor Dudu, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE): "O governo Bolsonaro quer vai levar a população idosa brasileira à condição de miséria, como aconteceu no Chile, obrigando todos a trabalharem mais, contribuírem mais para receber uma aposentadoria menor. Os sindicatos, os estudantes não vão deixar. Pedimos que a população participe do movimento em defesa do futuro do Brasil." Com a greve, mais de 400 mil estudantes ficarão sem aulas hoje em Sergipe. Esses cálculos agregam acadêmicos da Universidade Federal de Sergipe e do Instituto Federal de Sergipe que também apoiam e integram o movimento grevista.

Bancos - Todas as agências bancárias estão fechadas nesta sexta-feira, 14, em Sergipe. A suspensão integral das atividades administrativas e operacionais ocorre em virtude de a classe bancária ter definido por unanimidade em assembleia geral, o apoio integral junto à Greve Nacional dos trabalhadores brasileiros. De acordo com a presidente do Sindicato dos Bancários, Ivânia Pereira, desde o início dessa semana a categoria vem destacando a adesão ao movimento grevista.
 "Por compreendermos que nenhum direito conquistado após inúmeras lutas deve ser retirado de nenhum cidadão trabalhador, nós, bancários, também optamos por somar forças e aderir ao movimento. Nesse período apenas os cashs estarão trabalhando normalmente. Pedimos a compreensão de todos, mas percebemos a necessidade emergencial de colaborar com a greve nacional e defender os interesses de todos os trabalhadores brasileiros", disse. Em situação semelhante, profissionais dos Correios também decidiram cancelar todas as atividades previstas para hoje. Os serviços também devem ser reiniciados na próxima segunda-feira. (MAJ)