Empresários tentam manter comércio aberto

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 13/06/2019 às 23:35:00

 

Contrários à greve geral, empresários do setor comercial destacam desde a última terça-feira, 11, que os lojistas estarão trabalhando normalmente em todos os polos comerciais de Aracaju e região metropolitana. Na capital sergipana as recorrentes garantias de normalidade do horário de atendimento aos clientes vêm sendo realizado pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL/Aracaju). A perspectiva dos empresários é que, mesmo com a garantia de lojas com as portas abertas em todos os polos comerciais da Grande Aracaju, a greve geral provoque um desfalque milionário na economia sergipana. Agentes militares estarão realizando rondas ostensivas a fim de minimizar os riscos de conflitos ideológicos.
 "Em ocasiões anteriores nos deparamos com um grupo de manifestantes que ameaçavam provocar pânico em nossas lojas pelo fato de nós, também democraticamente, termos optado por não aderir ao movimento nacional de greve. Sabemos da legalidade dos pleitos, mas é preciso respeitar o outro lado e manter a ordem. Esperamos que esta sexta-feira seja de clima pacífico e de respeito. Vendas? Já temos consciência que serão baixas justamente em um período de aquecimento econômico em nossa região", declarou Luís Benício Matta, proprietário de três estabelecimentos em Sergipe.

Contrários à greve geral, empresários do setor comercial destacam desde a última terça-feira, 11, que os lojistas estarão trabalhando normalmente em todos os polos comerciais de Aracaju e região metropolitana. Na capital sergipana as recorrentes garantias de normalidade do horário de atendimento aos clientes vêm sendo realizado pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL/Aracaju). A perspectiva dos empresários é que, mesmo com a garantia de lojas com as portas abertas em todos os polos comerciais da Grande Aracaju, a greve geral provoque um desfalque milionário na economia sergipana. Agentes militares estarão realizando rondas ostensivas a fim de minimizar os riscos de conflitos ideológicos.
 "Em ocasiões anteriores nos deparamos com um grupo de manifestantes que ameaçavam provocar pânico em nossas lojas pelo fato de nós, também democraticamente, termos optado por não aderir ao movimento nacional de greve. Sabemos da legalidade dos pleitos, mas é preciso respeitar o outro lado e manter a ordem. Esperamos que esta sexta-feira seja de clima pacífico e de respeito. Vendas? Já temos consciência que serão baixas justamente em um período de aquecimento econômico em nossa região", declarou Luís Benício Matta, proprietário de três estabelecimentos em Sergipe.