Mais três acusados da 'Xeque-Mate' se entregam

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Publicada em 13/06/2019 às 09:12:00

 

A Polícia Civil confirmou ontem a prisão de outros três investigados pela 'Operação Xeque-Mate no Sertão', que investiga um esquema de fraudes e desvios de recursos na Prefeitura de Carira (Agreste). Eles estavam com a prisão decretada e eram considerados foragidos porque não tinham sido encontrados nesta terça-feira, quando outros sete investigados foram detidos. Os três acusados se apresentaram na sede do Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap), no Centro de Aracaju, após uma negociação com os advogados de defesa.
O primeiro a se apresentar foi José Pereira Rosa, apontado como um dos 'laranjas' usados para movimentar recursos das empresas ligadas ao ex-prefeito João Bosco Machado, preso na 'Xeque-Mate' e apontado como principal líder do grupo investigados. Ele chegou ao departamento na manhã de ontem, prestou depoimento por cerca de duas horas e foi encaminhado ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul). O advogado dele, John Donald, disse que está buscando acesso à integra do inquérito policial para preparar um pedido de habeas-corpus ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). 
Os outros dois considerados foragidos se apresentaram à tarde: o empresário Luiz Carlos Araújo e o fazendeiro Diego Menezes Machado, que é filho de João Bosco e irmão do também ex-prefeito Diogo Machado (igualmente preso na operação). Eles também prestaram depoimento e foram encaminhados a uma carceragem. Todos são acusados de participação direta no esquema apurado em Carira, que, de acordo com o Ministério Público Estadual (MPSE), pode ter causado um prejuízo de cerca de R$ 20 milhões durante as gestões dos ex-prefeitos presos. Os advogados da família Machado negam as acusações e também recorreram ao TJSE contra as prisões. 
Ontem, foi confirmado ainda que Diogo Machado vai ser exonerado do cargo de diretor administrativo-financeiro da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro). A assessoria do órgão informou que o ex-prefeito ocupava o cargo desde o ano passado e estava atualmente cumprindo um período de férias, mas será afastado assim que se reapresentar à repartição. Foi esclarecido ainda que as acusações apresentadas não têm qualquer relação com sua passagem pelo órgão. (Gabriel Damásio)

A Polícia Civil confirmou ontem a prisão de outros três investigados pela 'Operação Xeque-Mate no Sertão', que investiga um esquema de fraudes e desvios de recursos na Prefeitura de Carira (Agreste). Eles estavam com a prisão decretada e eram considerados foragidos porque não tinham sido encontrados nesta terça-feira, quando outros sete investigados foram detidos. Os três acusados se apresentaram na sede do Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap), no Centro de Aracaju, após uma negociação com os advogados de defesa.
O primeiro a se apresentar foi José Pereira Rosa, apontado como um dos 'laranjas' usados para movimentar recursos das empresas ligadas ao ex-prefeito João Bosco Machado, preso na 'Xeque-Mate' e apontado como principal líder do grupo investigados. Ele chegou ao departamento na manhã de ontem, prestou depoimento por cerca de duas horas e foi encaminhado ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul). O advogado dele, John Donald, disse que está buscando acesso à integra do inquérito policial para preparar um pedido de habeas-corpus ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). 
Os outros dois considerados foragidos se apresentaram à tarde: o empresário Luiz Carlos Araújo e o fazendeiro Diego Menezes Machado, que é filho de João Bosco e irmão do também ex-prefeito Diogo Machado (igualmente preso na operação). Eles também prestaram depoimento e foram encaminhados a uma carceragem. Todos são acusados de participação direta no esquema apurado em Carira, que, de acordo com o Ministério Público Estadual (MPSE), pode ter causado um prejuízo de cerca de R$ 20 milhões durante as gestões dos ex-prefeitos presos. Os advogados da família Machado negam as acusações e também recorreram ao TJSE contra as prisões. 
Ontem, foi confirmado ainda que Diogo Machado vai ser exonerado do cargo de diretor administrativo-financeiro da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro). A assessoria do órgão informou que o ex-prefeito ocupava o cargo desde o ano passado e estava atualmente cumprindo um período de férias, mas será afastado assim que se reapresentar à repartição. Foi esclarecido ainda que as acusações apresentadas não têm qualquer relação com sua passagem pelo órgão. (Gabriel Damásio)