Uma banda de bandoleiros

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Estrada, a turma tem
Estrada, a turma tem

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Publicada em 06/06/2019 às 22:57:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Imaginem um bando de 
músicos sem eira nem 
beira, rodando o mundo em esquema mambembe, correndo trecho e perigo, até dar com os picuás nas praias de Aracaju. É essa a história da banda ?ao Laru, em turnê com o disco 'Fronteiras'. Hoje à noite, às 21 horas, o bando de bandoleiros se apresenta na sede do grupo Caixa Cênica, no Inácio Barbosa, a famosa Casa 10.
Eu escutei 'Fronteiras' de orelhada, enquanto procurava informação sobre a banda. Soa muito hippie para o meu gosto, mas o disco tem tudo para servir de base para uma apresentação empolgante.
A banda promove um diálogo entre vozes, idiomas, linguagens e instrumentos de diversas partes do mundo, tudo temperado com uma pegada mezzo Gypsy.  
De tudo um pouco: violino, cavaquinho, violoncelo, pandeiro, guitarra, acordeão, saxofone, baixo, percussão. No repertório, canções polifônicas e ritmos dos mundos pelos quais estamos passando, na encruzilhada entre os Bálcãs, o Brasil e a França.
Eles próprios já explicaram aos incautos a intenção da parada, em um francês impeável, de acordo com o Google Translator: 
"Nossas composições são alimentadas por nossas viagens e arranjos de peças tradicionais dos países por onde passamos, um repertório festivo e colorido interagindo com o público".
Segundo o release da banda, trata-se, antes de tudo, de um projeto de vida.
"Na América do Sul, viajamos conosco, nossos instrumentos, nosso sistema de som e nossas malas, em um bom macacão branco que não voa a cada rajada de vento. Quando estamos na Europa, vivemos em um grande, velho mas robusto motorhome onde você pode dormir e comer. Por dois anos, temos trabalhado neste projeto para torná-lo vivo. Demos mais de 300 concertos na França, Europa Oriental, Brasil, Argentina e México, Chile".
A noite promete. Estrada, a turma tem.

Imaginem um bando de  músicos sem eira nem  beira, rodando o mundo em esquema mambembe, correndo trecho e perigo, até dar com os picuás nas praias de Aracaju. É essa a história da banda ?ao Laru, em turnê com o disco 'Fronteiras'. Hoje à noite, às 21 horas, o bando de bandoleiros se apresenta na sede do grupo Caixa Cênica, no Inácio Barbosa, a famosa Casa 10.
Eu escutei 'Fronteiras' de orelhada, enquanto procurava informação sobre a banda. Soa muito hippie para o meu gosto, mas o disco tem tudo para servir de base para uma apresentação empolgante.
A banda promove um diálogo entre vozes, idiomas, linguagens e instrumentos de diversas partes do mundo, tudo temperado com uma pegada mezzo Gypsy.  
De tudo um pouco: violino, cavaquinho, violoncelo, pandeiro, guitarra, acordeão, saxofone, baixo, percussão. No repertório, canções polifônicas e ritmos dos mundos pelos quais estamos passando, na encruzilhada entre os Bálcãs, o Brasil e a França.
Eles próprios já explicaram aos incautos a intenção da parada, em um francês impeável, de acordo com o Google Translator: 
"Nossas composições são alimentadas por nossas viagens e arranjos de peças tradicionais dos países por onde passamos, um repertório festivo e colorido interagindo com o público".
Segundo o release da banda, trata-se, antes de tudo, de um projeto de vida.
"Na América do Sul, viajamos conosco, nossos instrumentos, nosso sistema de som e nossas malas, em um bom macacão branco que não voa a cada rajada de vento. Quando estamos na Europa, vivemos em um grande, velho mas robusto motorhome onde você pode dormir e comer. Por dois anos, temos trabalhado neste projeto para torná-lo vivo. Demos mais de 300 concertos na França, Europa Oriental, Brasil, Argentina e México, Chile".
A noite promete. Estrada, a turma tem.