41 municípios não atingem meta de vacinação

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Publicada em 31/05/2019 às 22:45:00

 

Milton Alves Júnior
Quarenta e um, dos 75 
municípios sergipanos, 
não alcançaram a meta de vacinação contra a gripe. De acordo com o Governo do Estado, a perspectiva era que 511 mil pessoas recebessem a imunização disponibilizada desde o mês de abril em todas as Unidades de Pronto Atendimento. Acontece que até a manhã de ontem pouco mais de 450 mil haviam se dirigido a uma UPA e reivindicado a aplicação. Ao contrário do que foi cogitado pelo Ministério da Saúde no início desta semana, o Governo Federal optou por não prorrogar a campanha e tentar alcançar a meta nos municípios os quais não obtiveram o êxito inicialmente desejado.
Das 34 cidades com resultado positivo, os primeiros a contabilizar aplicação em mais de 90% do público alvo foram: Propriá, Itabaiana, seguida de Nossa Senhora da Glória, Estância e Nossa Senhora do Socorro. Conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), as vacinas oferecidas gratuitamente pelo governo possuíam como foco: Crianças de 6 meses a 5 anos de idade; Gestantes; Puérperas, isto é, mães que deram à luz há menos de 45 dias; Idosos; Profissionais de saúde, professores da rede pública ou privada, portadores de doenças crônicas, povos indígenas, pessoas privadas de liberdade, e portadores de doenças crônicas (HIV, por exemplo) que fazem acompanhamento pelo SUS.
Apontada pela Secretaria de Estado da Saúde como uma medida importante na prevenção de doenças, a vacina ofertada gratuitamente protege contra os tipos mais graves do vírus (H1N1; H3N2 e influenza B) e os subtipos mais comuns no Hemisfério Sul. Além disso, o medicamento ajuda a evitar infecções virais e bacterianas decorrentes da gripe. Sândala Teles, gerente Estadual de imunização, declarou ao JORNAL DO DIA que até o final da primeira quinzena de maio foram registrados 807 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com cerca de 150 mortes.
 "Essa baixa imunização nos gera preocupação porque disponibilizamos 600 mil doses da vacina, mas 150 mil deixaram de ser aplicadas. O país está a cada nova semana registrando ampliação dos casos de doenças seguidas de morte, e, para a nossa tristeza, muitas pessoas não buscaram a imunização que era grátis", declarou. Diferentemente dos anos anteriores, desta vez o Governo optou por não prorrogar a campanha. Sendo assim, pessoas que antes não faziam parte do grupo prioritário, passam a ter direito. O Ministério da Saúde enaltece que na rede pública a vacina é aplicada a custo 'zero'; na rede particular a mesma vacina varia entre 100 e 150 reais.

Milton Alves Júnior

Quarenta e um, dos 75  municípios sergipanos,  não alcançaram a meta de vacinação contra a gripe. De acordo com o Governo do Estado, a perspectiva era que 511 mil pessoas recebessem a imunização disponibilizada desde o mês de abril em todas as Unidades de Pronto Atendimento. Acontece que até a manhã de ontem pouco mais de 450 mil haviam se dirigido a uma UPA e reivindicado a aplicação. Ao contrário do que foi cogitado pelo Ministério da Saúde no início desta semana, o Governo Federal optou por não prorrogar a campanha e tentar alcançar a meta nos municípios os quais não obtiveram o êxito inicialmente desejado.
Das 34 cidades com resultado positivo, os primeiros a contabilizar aplicação em mais de 90% do público alvo foram: Propriá, Itabaiana, seguida de Nossa Senhora da Glória, Estância e Nossa Senhora do Socorro. Conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), as vacinas oferecidas gratuitamente pelo governo possuíam como foco: Crianças de 6 meses a 5 anos de idade; Gestantes; Puérperas, isto é, mães que deram à luz há menos de 45 dias; Idosos; Profissionais de saúde, professores da rede pública ou privada, portadores de doenças crônicas, povos indígenas, pessoas privadas de liberdade, e portadores de doenças crônicas (HIV, por exemplo) que fazem acompanhamento pelo SUS.
Apontada pela Secretaria de Estado da Saúde como uma medida importante na prevenção de doenças, a vacina ofertada gratuitamente protege contra os tipos mais graves do vírus (H1N1; H3N2 e influenza B) e os subtipos mais comuns no Hemisfério Sul. Além disso, o medicamento ajuda a evitar infecções virais e bacterianas decorrentes da gripe. Sândala Teles, gerente Estadual de imunização, declarou ao JORNAL DO DIA que até o final da primeira quinzena de maio foram registrados 807 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com cerca de 150 mortes.
 "Essa baixa imunização nos gera preocupação porque disponibilizamos 600 mil doses da vacina, mas 150 mil deixaram de ser aplicadas. O país está a cada nova semana registrando ampliação dos casos de doenças seguidas de morte, e, para a nossa tristeza, muitas pessoas não buscaram a imunização que era grátis", declarou. Diferentemente dos anos anteriores, desta vez o Governo optou por não prorrogar a campanha. Sendo assim, pessoas que antes não faziam parte do grupo prioritário, passam a ter direito. O Ministério da Saúde enaltece que na rede pública a vacina é aplicada a custo 'zero'; na rede particular a mesma vacina varia entre 100 e 150 reais.